<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819</id><updated>2012-01-30T08:40:05.486Z</updated><category term='Fundação'/><category term='Estatutos'/><category term='investigação'/><category term='Cursos'/><category term='Sociedade'/><category term='Orgânica Universitária'/><category term='alunos'/><category term='Bolonha'/><category term='ECDU'/><category term='Empreendedorismo'/><category term='Serviços'/><category term='Política'/><category term='Avaliação docentes'/><category term='campus'/><title type='text'>Prálem d'Azurém</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>180</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-8591330306388123946</id><published>2012-01-28T13:50:00.006Z</published><updated>2012-01-30T08:40:05.499Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><title type='text'>A estratégia para a UM na captação de receitas de I&amp;D</title><content type='html'>Quem se candidata a um projecto de I&amp;D, por exemplo do QREN, tendo como objectivo financiar a investigação e em alguns casos transferir para a indústria a sua tecnologia, que se prepare para um calvário de burocracias no momento que precisa de solicitar ao QREN o pagamento da primeira tranche. Burocracias para as quais terá muito pouco apoio. De tal forma é essa burocracia que será provável que nunca mais se candidate. Como ajudam os Serviços a responder a essa burocracia? Na Divisão Financeira, o núcleo de projectos é constituída por duas ou três pessoas, e talvez por isso, limitam-se a enviar os documentos comprovantes das despesas para o investigador copiar os valores nesses documentos e inseri-los no formulário on-line. É um processo que demora muito tempo, principalmente porque um investigador não é um administrativo nem é o seu objectivo na Universidade. Um dos argumentos mais caricatos utilizados pelos serviços é de que não conseguem aceder ao formulário on-line da candidatura dentro da UM, por isso tem que ser o investigador a fazê-lo. O funcionário até sugere que pode aceder ao formulário e verificar o que já foi inserido pelo investigador...em casa. Tem até uma atitude de improviso na sua impossibilidade de o fazer no serviço. Até que preencher o dito formulário não causaria grande "stress" para quem tem uma estrutura montada com vários projectos a decorrer, e com uma pessoa contratada só para esse fim. Mas para aqueles que não têm? É para esses que me dirijo: não o façam sem primeiro terem condições por parte da UM para o fazer. Eu já não tenho intenção de o fazer a não ser que as coisas mudem muito. A UM além dos overheads que recebe diretamente do projecto, tem o seu próprio orçamento que vai quase todo para salários. Tanto as overheads como os salários devem ter uma parte reservada para auxiliar o investigador. Sem um investimento nesta área não há estratégia para a captação de receitas que mereça esse nome.&lt;br /&gt;Outra questão é a da atitude dos serviços. A palavra "serviço" não é entendida como tal por estes serviços de apoio aos projectos. A hierarquia destes serviços tem uma função importantíssima e não deve ser recrutada sem ter um perfil de empatia e mútuo esforço para com os investigadores. Afinal devem ter todos os mesmos objectivos, captar receitas. Já lá vai o tempo em que os funcionários, dirigentes ou não, tinham uma função de fazer os mínimos, sem objectivos de sustentabilidade dos seus próprios serviços. Nos tempos que correm, se por acaso não mudarem, podem correr o risco de serem extintos e de a Universidade recrutar pessoal de fora para fazer o seu trabalho. Esses, que precisam de agradar senão perdem o contrato e porventura o emprego, terão certamente outra atitude..e ao menos podem acede a formulários on-line.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-8591330306388123946?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/8591330306388123946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=8591330306388123946&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8591330306388123946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8591330306388123946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2012/01/estrategia-para-um-na-captacao-de.html' title='A estratégia para a UM na captação de receitas de I&amp;D'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1489407498427932853</id><published>2012-01-25T09:40:00.002Z</published><updated>2012-01-25T10:03:10.018Z</updated><title type='text'>A estratégia para a universidade em duas palavras</title><content type='html'>A melhor estratégia costuma ser a mais simples. Normalmente se queremos mudar tudo não mudamos nada. Existe por exemplo a "elevator pitch presentation", que obriga um empreendedor a apresentar a sua estratégia no espaço de tempo que leva num elevador com investidor, e convencê-lo! Os académicos têm um problema: complicam tudo. Por isso se brinca com o "princípio de Peter": um bom investigador quando é promovido para um cargo de gestão, passa a ser um péssimo gestor. Por isso estamos como estamos. Cursos a mais, matéria a mais, horas a mais, trabalhos a mais, e o que realmente interessa, o sumo, esse fica de fora. Compram-se as laranjas, comem-se as cascas e deita-se o sumo fora. Veja-se o exemplo anglo-saxónico. Cursos com poucas disciplinas, todas elas viradas para a especialização e o resto que aprendam fora da Universidade no seu próprio tempo. Aliás, com o advento da net e sobretudo da wikepedia e das enciclopédias on-line, cada vez se justifica menos dar aulas sobre assuntos gerais, assuntos que qualquer estudande pode descobrir numa pesquisa rápida e se tiver interesse. Nas engenharias por exemplo, onde é tão importante "saber fazer", ainda havia os Mestrados e Doutoramentos para os alunos se especializarem. Agora temos os Mestrados Integrados que têm teses baseadas em pesquisa de um a dois semestres e programas doutorais em que se dão aulas de metodologias da investigação (?) e outras disciplinas de encher, que não servem para mais do que dar uma horas a alguns departamentos que precisam. Como se um aluno que viesse de um Mestrado já não soubesse fazer a pesquisa científica, que também está muito facilitada com a biblioteca on-line. São precisas 30 a 60 horas para ensinar a fazer esta pesquisa? Ora..ora. Enfim, temos déspotas á frente dos cursos que zelam pelo cumprimento do supéfluo, e esquecem-se do mais importante, que é o tema do curso. Muitas vezes até o nome do curso é confuso para o empresário que os vai empregar como engenheiros. Por exemplo, gestão industrial, engenharia biomédica. Outros são tão antiquados que até dá sono: engenharia têxtil, engenharia mecânica, por exemplo. São o quê estes engenheiros, tecelões e serralheiros? É o que parece pelo título.&lt;br /&gt;Enfim, ou somos objectivos e claros, ou cada vez somos menos relevantes para a sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1489407498427932853?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1489407498427932853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1489407498427932853&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1489407498427932853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1489407498427932853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2012/01/estrategia-para-universidade-em-duas.html' title='A estratégia para a universidade em duas palavras'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3915671780611219433</id><published>2012-01-07T19:14:00.003Z</published><updated>2012-01-07T19:38:18.239Z</updated><title type='text'>O desemprego na população jovem licenciada</title><content type='html'>Vamos entrar num ano que todos prevêem complicado. No entanto é nas alturas de crise que a solidariedade entre os homens e mulheres é maior. E é necessário que a solidariedade esteja presente nas acções que se adivinham de rotura na sociedade: desemprego, despejos, falências, dificuldade de acesso aos cuidados primários, etc. A começar pelo desemprego, é dramático o que está a suceder aos jovens, por exemplo. Estima-se que o desemprego entre os jovens possa atingir os 50%. A maior falta de solidariedade para com eles é dizer-lhes que emigrem. Só quem nunca esteve "lá fora" é que pode sugerir com tanta leviandade essa solução. É dramático o desenraizamento que esses jovens sofrem quando emigram. Mesmo os casos de sucesso escondem muitas vezes situações de solidão e de problemas de integração nas sociedades para onde foram. Muito mais adequado seria de promover estágios profissionais para esses jovens, tal como o anterior governo fez; embora só mil jovens eram seleccionados o que era manifestamento pouco. Outras soluções que ainda estão a vigorar, por enquanto, serão os estágios profissionais remunerados. É uma forma de integração no meio empresarial que deve ser estimulada e por razões que me escapam este programa está parado (ou quase). A austeridade não pode parar o desenvolvimento do País e sem o envolvimento dos jovens o futuro está comprometido. O ensino público sofreu com este governo, supostamente por imposição da troika, cortes como nunca sofreu. No entanto continuam os subsídios para os colégios privados. Na Universidade os cortes também são severos, na ordem dos 10%. As exportações aumentam mas os emprego não. Chamam-lhe produtividade, mas é mais do mesmo, baixos salários, longas horas de trabalho. Com este cenário se não houver solidariedade para com os desempregados teremos em breve um grande problema social. Os Mestrados deviam ser uma escapatória para o desemprego dos licenciados devendo ser por isso subsidiados. Em vez disso subsidiam-se as Associações de estudantes, para as suas festas e outras actividades. O tempo de festas acabou, e o dinheiro não abunda por isso é tão importante aplicá-lo com parcimónia e onde ele é necessário. Dos Mestrados podem sair alunos mais bem preparados para o mercado de emprego e que sirvam de impulso à inovação e crescimento das nossas empresas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3915671780611219433?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3915671780611219433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3915671780611219433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3915671780611219433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3915671780611219433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2012/01/o-desemprego-na-populacao-jovem.html' title='O desemprego na população jovem licenciada'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1163816378589328217</id><published>2011-12-30T17:34:00.001Z</published><updated>2011-12-30T17:38:07.908Z</updated><title type='text'>2011- Um ano de transição</title><content type='html'>O ano de 2011 que muito prometeu em matéria de alterações, nomeadamente à passagem a Fundação, afinal não teve grandes alterações ao estatuto existente, em grande parte devido à mudança de governo. Para animação da Academia, houve episódios caricatos, como o dos e-mails dos gelados e outros mais incómodos como o das multas da biblioteca, assunto que encerrou o ano com um abaixo-assinado de utentes revoltados. Houve progressos no que respeita a consultas à UM e por proposta do CG e aceitação do reitor, foram formados grupos de reflexão para pensar na estratégia para o futuro da UM. Quem se deu ao incómodo de ler alguns desses trabalhos que foram divulgados, nomeadamente o da Escola de Engenharia, deu-se conta de que uma das propostas seria o de extinguir os centros com classificação de "apenas" BOM. Como de costume isto não causou qualquer apreensão, pelo menos por escrito, da Academia. Fica-se com a sensação que mesmo a formação de grupos não foi entusiástica, sendo até de difícil concretização. Este mal que afecta a Academia, a indiferença, continuou pelo ano fora, e só se prevê que se altere quando as medidas que se adivinham começarem a ter efeito. Serão medidas que irão no sentido de se economizar e isso pode significar em última instância em desemprego para alguns. Já se foram, sem grande publicidade, alguns leitores, por terem um vínculo mais fraco à entidade empregadora, neste caso a UM. A alternativa de se fazerem cortes horizontais nas percentagens dos professores convidados, sempre foi uma alternativa, por estes também terem um contrato sem garantias. Mas uma vez esgotadas estas vias de cortes na despesa, quem se seguirá? O RJIES aparentemente não permite que se despeça ninguém com nomeação definitiva, uma vez que os contratos são por tempo indeterminado, embora uns tenham "tenure" e outros não, não se percebendo muito bem a diferença. &lt;br /&gt;Há por outro lado a hipótese de pessoas de fora ingressarem na UM via concursos para lugares do quadro (professores Associados e Catedráticos)o que faz com que seja ainda maior a despesa com salários. Onde vai a UM buscar dinheiro? Estima-se que o corte para o ensino superior tenha sido na ordem dos 10%. Já se veio acrescentar recentemente como imperativo da troika, que é necessário cortar no ensino superior mais 360 milhões. Onde se corta? Quando se consulta, uma das razões perversas, embora as intenções sejam boas, é a dos responsáveis não quererem tomar decisões impopulares sozinhos. E quando se pergunta como cortar nas despesas o que é que se responde? Para cortar é necessário obviamente cortar em pessoal, porque no resto já não há por onde cortar. Se esse é o caminho, esperamos que  o reitor e CG vejam onde estão as gorduras em pessoal, incluindo os Serviços, e não só em pessoal docente, e façam-no duma maneira que não sejam sempre os mesmos a pagar, ou seja, aqueles que não têm padrinhos nos vários órgãos e unidades da UM.&lt;br /&gt;Seria ótimo que não fosse necessário chegar a este ponto, mas para isso, seria necessário que mais alunos entrassem, o que não é provável, dada a escassez de jovens a distribuir por todas as Universidades. Além disso, os jovens na contextura actual pensam noutras opções, tais como emigrar ou arranjar emprego primeiro para só depois ingressar no ensino superior.&lt;br /&gt;Outra hipótese é a de conseguir mais receitas com projectos e serviços para o exterior. No entanto, também se sabe que cada vez e mais difícil conseguir aprovação de projetos, porque a I&amp;D também sofreu cortes. Os serviços para o exterior são difíceis de conseguir num contexto de crise, mesmo que os professores tivessem vocação para tal, o que não é o caso, salvo algumas excepções. &lt;br /&gt;No antigo ECDU, quem não fizesse doutoramento tinha que sair. Havia sempre maneira de dar a volta, ou por passagem temporária a convidado, para depois ingressar novamente, ou por outra formas de aproveitamento de buracos na lei. A nomeação definitiva era algo que era praticamente automática. Com o RJIES procurou-se por alguma relevância na nomeação definitiva, mas em última instância cabe ainda aos professores catedráticos o ónus de dar um parecer positivo ou não o candidato. É uma responsabilidade muito grande para alguém que não tem necessariament funções diretivas, seja no departamento, seja no Centro de Investigação. Felizmente para a maioria dos professores, esta situação não se coloca porque já tinham passado antes da entrada em vigor do RJIES, uma vez que a UM já não é uma Universidade nova (ao contrário do que muitos ainda pensam).&lt;br /&gt;Numa análise simplista, o RAD foi feito para permitir distinguir aqueles que merecem passar de escalão em primeiro lugar. Mas também prevê penalizar quem não atinge os mínimos, podendo até colocá-los na Mobilidade, ou seja no desemprego a médio prazo. No entanto, se as promoções nos escalões por mérito estão congeladas, também não é previsível que os "despedimentos" por "demérito" avancem. Não seria lógico.&lt;br /&gt;Penso que sem possibilidade de despedir, o que vai acontecer é que vamos todos ganhar menos, duma forma ou doutra. Começou com os cortes nos subsídios de férias e de Natal, seguir-se-ão outros cortes no ordenado. É a maneira mais fácil dos governantes, sejam os nacionais ou os locais, de contornarem esta questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Bom 2012 para todos, dentro do possível, é o que eu desejo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1163816378589328217?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1163816378589328217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1163816378589328217&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1163816378589328217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1163816378589328217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/12/2011-um-ano-de-transicao.html' title='2011- Um ano de transição'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-807767646806266353</id><published>2011-12-25T12:53:00.003Z</published><updated>2011-12-25T13:55:01.400Z</updated><title type='text'>O Natal dos hospitais</title><content type='html'>Todos os anos somos expostos ao programa Natal dos Hospitais, um programa em que artistas vários cantam para os doentes dos hospitais. Lembro-me quando era adolescente e a televisão estava a dar os primeiros passos, como este programa era seguido por muita gente porque tinha os melhores artistas portugueses. Passaram os anos e o que se nota é que os artista passaram a ser de segunda, com muita música pimba à mistura. Será que os doentes não merecem melhor? Já basta estarem doentes! Ocorre-me uma analogia que é a dos estadistas que em tempos zelavam pelos interesses dos povos. Nunca tivemos ninguém à altura de estadistas dos três maiores Países da Europa: um Churchill, e mais recentemente Margaret Thatcher, ou mesmo de um Miterrand ou de um Helmut Kholl. Mas tivemos, pelo menos no prestígio e na fama atingida a nível internacional, goste-se ou não do estadista, Mário Soares. Mesmo António Guterres e Jorge Sampaio foram reconhecidos internacionalmente ao ser-lhes atribuídos os mais altos cargos nas Nações Unidas uma instituição internacional de prestígio. Durão Barroso, à frente da Comissão Europeia, embora pouco tempo estivesse no Governo em Portugal, também é reconhecido internacionalmente pelo seu estatuto nesse lugar de elevado prestígio.  Com eles seria mais difícil os poderosos “fazerem farinha” como diz o povo, algo que não se pode dizer de Passos Coelho em relação à sra. Merkle.&lt;br /&gt;A analogia a que me referia é estando a economia "doente" quem temos de elevado nível para nos guiar por estes caminhos tortuosos e de futuro incerto? Artistas de segunda. Sem mencionar nomes, porque não os distingo no governo, são todos pobrezinhos de espírito, não havendo uma ideia, uma "tirada", uma diretiva que indique que alguém ficará para a história como os outros que mencionei ficaram, e ficarão (uns mais que outros). Só se for pelas piores razões, que sinceramente espero, e todos esperamos, que não aconteça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo a todos um Bom dia de Natal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-807767646806266353?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/807767646806266353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=807767646806266353&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/807767646806266353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/807767646806266353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/12/o-natal-dos-hospitais.html' title='O Natal dos hospitais'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-8181004362605970400</id><published>2011-12-18T20:06:00.009Z</published><updated>2011-12-19T11:58:58.122Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>Os estatutos da UM atrapalham a renovação de I&amp;D?</title><content type='html'>Na sequência das opiniões manifestadas pelos grupos, e particularmente pelo grupo em que participei, ficaram por mencionar aqueles exemplos concretos que são específicos das áreas a que cada um dos membros pertence. No meu caso por exemplo, já disse aqui alguns exemplos que dizem respeito à Escola de Engenharia no que respeita a Departamentos. No que respeita a Centros de I&amp;D penso que será mais no sentido de novas áreas que se devem orientar os nossos esforços. Áreas transversais como a Nanotecnologia são por demais evidentes como aquelas em que se devem congregar esforços e aproveitar a existência de diversos pequenos grupos em diversos departamentos e em diferentes Escolas, para se juntarem e desta forma conseguirem sinergias que doutra forma serão difíceis de atingir.&lt;br /&gt;A Nanotecnologia é uma àrea emergente que tem sido descurada pela UM até há pouco tempo. Com a nomeação de um vice-reitor pro-activo neste sentido e de um pró-reitor com formação e especial apetência para esta área, o cenário mudou com particular relevo para cursos que arrancaram nesta área da nanotecnologia e com a participação da UM em projectos com outras entidades ligadas às Nanotecnologias, como o INL. Se não houver agora um movimento neste sentido, dificilmente haverá outro e perder-se-á o momento, que me parece propício.&lt;br /&gt;Como os investigadores pertencem a Escolas diferentes, põe-se a questão dos estatutos da UM terem acomodado os centros dentro das Escolas, perdendo a flexibilidade que poderiam ter se não houvesse essa restrição. É altura talvez de rever esta e outras situações como esta, que deixam a UM amarrada de pés e mãos, muito por culpa de se ter entregue a elaboração dos estatutos da UM às Escolas, defendendo elas a incorporação dos Centros no seu seio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-8181004362605970400?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/8181004362605970400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=8181004362605970400&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8181004362605970400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8181004362605970400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/12/os-estatutos-da-um-atrapalham-renovacao.html' title='Os estatutos da UM atrapalham a renovação de I&amp;D?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-854537091306629171</id><published>2011-12-09T08:41:00.002Z</published><updated>2011-12-09T08:43:22.456Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>A consulta em curso à comunidade académica da UM</title><content type='html'>Algumas notas ocorrem-me sobre a consulta à UM sobre a estratégia para o futuro da UM que está a decorrer até dia 14 deste mês.&lt;br /&gt;A estratégia para a UM está a ser discutida por grupos escolhidos aleatoriamente. Estes grupos são constituídos por membros de diferentes departamentos e de diferentes Serviços. Este facto é positivo por ser uma garantia da abrangência do inquérito, mas pode também ser de difícil logística. No entanto, isto não é desculpa para os membros da Academia escolhidos não participarem naquilo que é uma oportunidade de transmitirem as suas ideias ao Conselho Geral para que este possa actuar de uma forma que pelo menos não vá contra o que a maoria defende. É a velha história dos referendos, com taxas de abstenção muito elevadas, por razões que não são evidentes. Os membros da UM têm que se mentalizar que se eles não se pronunciam outros o farão por eles, e que depois não poderão alegar que não foram consultados. Estão em causa grandes opções numa altura de crise e não se pode meter a cabeça na areia correndo-se o risco de se ser enterrado por ela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-854537091306629171?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/854537091306629171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=854537091306629171&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/854537091306629171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/854537091306629171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/12/consulta-em-curso-comunidade-academica.html' title='A consulta em curso à comunidade académica da UM'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2490370729362471953</id><published>2011-12-03T15:38:00.004Z</published><updated>2011-12-03T20:58:27.802Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Meio mandato sem Fundação</title><content type='html'>O reitor fez um balanço positivo do seu mandato nos últimos dois anos, segundo entrevista à rádio universitária. Baseia-se na garantia da qualidade e na melhoria da gestão financeira. Quanto a aspectos ainda não conseguidos, refere obras não executadas nos campi por fala de verbas. Nem uma palavra sobre a passagem da UM a Fundação. Então não era esse o cavalo de batalha do reitor? &lt;a href="https://www.umparatodos.com/index.php"&gt;Soubemos recentemente &lt;/a&gt;que o projecto Fundação foi adiado para as calendas gregas. Isto também não é uma obra que não arrancou? Que obras são estas tão importantes em Gualtar e Azurém que o reitor se está a referir que mancharam um pouco o sue mandato? Será a Fundação menos importante, quando na altura de se avançar foi objecto de uma defesa acérrima por parte do reitor? Certo é que não foi devido à falta de esforço por parte do reitor, mas sim pelas mesmas razões que as tais obras não avançaram: a crise. É curioso o que antes era fundamental para a Universidade agora nem sequer é mencionado quando se fala do mandato dos últimos dois anos... Ou será que ainda há esperança do processo de passagem a Fundação ainda arrancar mesmo depois do Governo ter decidido deferir para não se sabe quando esse projecto? Não creio. Já quando o reitor manifestou esse desejo no inicio do seu mandato, já se adivinhava que não era a melhor altura para embarcar em tal aventura, e muitos o avisaram. Não fez caso, mas agora também não o quer admitir. Claro que não por culpa dele, que bem se esforçou, mas de qualquer forma, é isso que distingue um bom líder/político dum que não o é, ou seja, ter ou não ter consciência do grau de sucesso de qualquer empreendimento em que se aposte. Talvez um reitor não tenha que ser nem líder nem político, mas que estas duas componentes são uma parte importante do perfil, disso ninguém tem dúvidas. E pelo menos um líder deve assumir as suas responsabilidades quando as coisas não correm como ele tinha previsto, nem que seja para admitir que "fez mal as contas" e que já foi extemporânea e tardia a sua entrada para "a corrida às Fundações".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2490370729362471953?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2490370729362471953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2490370729362471953&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2490370729362471953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2490370729362471953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/12/meio-mandato-sem-fundacao.html' title='Meio mandato sem Fundação'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7159328121667131480</id><published>2011-11-26T08:18:00.004Z</published><updated>2011-11-26T10:11:12.120Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>Estratégias para a UM num cenário de crise: fusão, reconversão ou extinção de departamentos</title><content type='html'>Num cenário de crise, é evidente que a optimização de recursos faz sentido, tais como a fusão, reconversão ou extinção de departamentos. Mas se muitos concordam com este princípio geral, já quando isso mexe com o seu departamento ou centro de investigação as coisas aí mudam de figura. Temos o exemplo do Departamento de Engenharia Têxtil que é um caso típico de um departamento que tem professores a mais por os seus cursos terem alunos a menos. As causas da diminuição do número de alunos são as que são conhecidas, nomeadamente a pouca atratividade dos cursos face às expectativas dos alunos. Sei que na Escola de Engenharia chegou a ser discutida esta questão da sustentabilidade do departamento, mas não se chegou a parte nenhuma porque os demais departamentos não quiseram fundir ou receber professores de uma eventual extinção do departamento.  As razões não as conheço, mas suponho que não serão abonatórias para aqueles que actuaram desta forma. Desconfia-se que se prendem com receios de concorrência de novos elementos para lugares do quadro do seu departamento ou de outros receios que não são palpáveis mas que serão do foro pessoal.&lt;br /&gt;Que eu saiba esta foi a primeira tentativa de mexer com departamentos e falhou. O Presidente da Escola também não impôs a sua vontade, mesmo sabendo que seria uma decisão óbvia fundir, restruturando a geometria departamental da Escola, ou mesmo extinguir um departamento que não é sustentável e distribuir os seus membros por outros departamentos. Poderia tê-lo feito mesmo contra a vontade dos outros departamentos uma vez que o RJIES estipula que os departamentos não têm voto no Conselho de Gestão. Teria que ter o acordo do Conselho de Escola mas não se sabe se foi sequer consultado. &lt;br /&gt;Se este é o resultado da primeira tentativa na UM de fundir, restruturar ou extinguir um departamento e que deu em "nada", é caso para perguntar se vale a pena responder a esta questão do inquérito posto a circular pelo Conselho Geral, se este só serve para constatar o óbvio sem que isso tenha qualquer consequência. O problema é que como muitas vezes acontece nestas situações, qualquer decisão será sempre do desagrado de alguns, que contarão sempre com a manutenção do "status quo" por parte dos seus dirigentes, uma vez que, com honrosas excepções, qualquer dirigente desta casa pensa em primeiro lugar em si e só depois na instituição que deveria servir, e confrontando os seus membros com decisões pouco populares, pode pôr em risco a sua posição ou no mínimo ter "chatices" que tornam o lugar pouco apetecível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7159328121667131480?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7159328121667131480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7159328121667131480&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7159328121667131480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7159328121667131480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/11/estrategias-para-um-num-cenario-de_26.html' title='Estratégias para a UM num cenário de crise: fusão, reconversão ou extinção de departamentos'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7098421195081426013</id><published>2011-11-18T22:13:00.001Z</published><updated>2011-11-19T19:18:00.604Z</updated><title type='text'>Estratégias para a UM num cenário de crise: I&amp;D</title><content type='html'>A autonomia Universitária esteve em discussão esta semana, tendo hoje o Ministro da Educação vindo assegurar as Universidade que não vai haver alteração na possibilidade de contratação por parte da Universidades de pessoal. Seria desastroso para as Universidades se tivessem que obter autorização prévia na contratação de investigadores, por exemplo, que os reitores chegaram a temer e a expressar as suas preocupações nesse sentido.&lt;br /&gt;No entanto, há ainda a questão dos cortes, que serão de tal ordem que muitos departamentos ficarão sem verbas para comprar um agrafo ou uma esferográfica, quanto mais renovarem o que quer que seja (equipamento pedagógico, por exemplo). Vem a propósito referir a opinião da Escola de Engenharia, expressa pelo seu Presidente e embora eu não me reveja nela, acredito que foi consensual entre os que se pronunciaram na resposta à consulta feita por e-mail aos membros da Escola, de que só os Centros de I&amp;D com a classificação de Muito Bom para cima devem ser admitidos pela UM.&lt;br /&gt;Não sei qual a verba que os Centros com Bom recebem, mas por muito pequena que seja não será de desperdiçar, dadas as circusntância de penúria que os departamentos serão votados a partir de agora. Se manter os Centros com Bom desincentiva a investigação não sei, mas normalmente os investigadores não investigam para que os seus centros tenham uma boa nota. O inverso é que talvez seja a tendência: os Centros captarem bons investigadores de outros centros para melhorarem a sua classificação.  E põe-se a questão: e os professores dos Centros que não tiveram Bom para onde vão? Não podem ir para um de Muito Bom porque haveria o risco de este centro baixar de classificação. É necessário não se pensar que se está numa Universidade de Oxford ou Cambridge e baixar à nossa realidade e às necessidades do País. Veja-se o pragmatismo das Universidades americanas que não deixam de ser excelentes em I&amp;D mas que o fazem tendo em vista as empresas do seu país ao ponto de serem estas a reconhecer tal facto e a subsidiarem as Universidades através de projectos que lhes interessam. A nossa indústria não é a americana, nem a sua capacidade tecnológica nem na sua atitude em relação à inovação, mas talvez nós nas Universidades os intimidamos com tanta ciência, por detrás de um discurso propositadamente fora do seu alcance.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7098421195081426013?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7098421195081426013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7098421195081426013&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7098421195081426013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7098421195081426013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/11/estrategias-para-um-num-cenario-de.html' title='Estratégias para a UM num cenário de crise: I&amp;D'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4999497848845326881</id><published>2011-11-11T23:36:00.011Z</published><updated>2011-11-12T11:23:35.875Z</updated><title type='text'>A UM em lume brando</title><content type='html'>Três assuntos dominaram a atenção dos membros da UM esta semana: orçamento com afirmações do reitor da Universidade de Coimbra e secundadas pelo reitor da UM que por este caminho as Universidades respectivas fecham em 2013, as barreiras "assassinas" dos parques de estacionamento, e as multas pagas pelo atraso na entrega dos livros. Podemos interpretar estes dois últimos desenvolvimentos como uma tendência para uma situação de desastre que o reitor preconiza? Dizem que antes dum tremor de terra que há indícios: os pássaros voam ou batem as asas por serem mais sensíveis. Não é normal um reitor ter uma visão tão catastrófica, mas considerando o que se anuncia em termos de cortes, até que não é descabida, embora ninguém acredite que a UM vai fechar com mais 10% de cortes, à semelhança da Universidade de Coimbra. Mas se esses cortes se confirmarem, porque não se faz um corte nas gorduras, como está em voga dizer-se, em vez de morrer o doente de morte lenta por obesidade?  Por exemplo, porque não se começa por autonomizar os Serviços Técnicos tendo em vista uma futura "privatização"? Afinal já se sub-contrata aos privados muito do que é feito na manutenção das instalações. A Universidade não é uma Câmara que precise de serviços de manutenção das ruas e passeios e dos espaços utilizados pelos seus habitantes. Mesmo a maioria das Câmaras já "privatizaram" muitos dos serviços através da fundação de empresas municipais. Não faz sentido &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/10/mega-servicos-na-um.html"&gt;ter tanta gente &lt;/a&gt;em funções administrativas nos Serviços Técnicos, para depois sub-contratarem  as empresas os serviços de manutenção. Não é esta a vocação da Universidade, como foi evidente neste caso que veio a público da manifesta incapacidade de gerir o mais simples dos mecanismos, as barreiras dos parques. Uma ou duas pessoas seriam suficientes para controlar essas empresas privadas sub-contratadas e nem precisariam de constituir um Serviço, mas antes fazerem parte de outros Serviços já existentes. Poupar-se-ia muito dinheiro que seria canalizado para aquilo que é a função da Universidade: formar cidadãos e fazer investigação de apoio a essa formação, ou de apoio à sociedade. Podem-se comparar os Serviços Técnicos aos Serviços de Segurança, e estes já não fazem há mujito tempo parte da estrutura da Universidade, por isso não chocaria que os Serviços Técnicos fossem pelo mesmo caminho,&lt;br /&gt;Quanto à questão dos livros, já é uma situação diferente, pois sem livros e revistas não há Universidade. Mas por outro lado, é precisamente por essa razão que não se devem afastar os professores desses meios essenciais de aprendizagem e investigação, ou de apoio ao ensino, que (ainda) são os livros. E multas pesadas por incumprimento no retorno dos livros, é um passo nesse sentido de afastar os professores dos livros. Haja ponderação nos dois sentidos, é o que seria de esperar: os professores não devem exagerar e ficar com os livros anos seguidos e os serviços não devem passar a ser uma espécie de caça-níqueis a enriquecer com o descuido dos seus "clientes", como acontece com tantos serviços bancários e afins e com as finanças, com multas pesadas para quem é esquecido ou simplesmente humano e não um relógio com alarme automático. &lt;br /&gt;Há uma sondagem a decorrer sobre a estratégia para o futuro da UM. As questões colocadas podem não ser suficientes e o facto de limitar a intervenção dos membros da Academia escolhidos para essa discussão é à partida uma limitação à criatividade dos inquiridos. Não deve haver nesta fase, a meu ver, qualquer orientação nas perguntas, que só incidem na estrutura de ensino e I&amp;D da UM e deixam de fora os Serviços, e, tal como já escrevi no último &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/11/todos-os-nomes.html"&gt;post&lt;/a&gt;, também deixam de fora as razões da escolha dos alunos no que respeita aos cursos que frequentam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4999497848845326881?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4999497848845326881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4999497848845326881&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4999497848845326881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4999497848845326881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/11/um-em-lume-brando.html' title='A UM em lume brando'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6577090808522593101</id><published>2011-11-06T21:23:00.001Z</published><updated>2011-11-06T21:23:59.759Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><title type='text'>Todos os nomes</title><content type='html'>Numa altura que é pedida à Academia para responder a uma série de questões sobre o caminho a seguir pela UM nos próximos anos, falta perguntar aos alunos que se candidatam ao ensino superior porque escolhem os cursos que escolhem quando se sabe que esses cursos não terão saídas profissionais no fim do curso. As razões serão múltiplas e algumas prendem-se com a venda de ilusões que responsáveis dos cursos exercem sobre esses candidatos. Começando pelos nomes que dão a entender profissões de topo: Gestão, Administração, Engenharia, Arquitectura... Há uns anos atrás isto fazia sentido porque havia lugares para estes alunos nas empresas, sendo os licenciados de então os gestores, administradores e os “engenheiros-diretores-de-produção” de hoje.  Hoje já não é assim. Se todos os estudantes de gestão e administração fossem gerir empresas, teríamos que ter um número de empresas provavelmente igual a um país como a Alemanha. Assim , dada a dimensão do país sobram gestores e administradores. É risível as sugestão recorrente nos últimos tempos a que formem a sua própria empresa como alternativa, dado o pequeno número que se formariam em relação á necessidade de empregos. Não sei qual a melhor forma de resolver esta discrepância, mas ou se faz o “downgrade” do título e adapta-se o curso a essa função, ou se assume que um gestor ou administrador vai assumir outras funções que não as de gestão ou administração. O título de engenheiro talvez passasse a ser mais indicado que fosse o “engineer” em inglês que é uma designação para quem trabalha com máquinas. O problema é que um “engenheiro industrial” não aprende a trabalhar com máquinas e até existe a “engenharia económica” que se for financeira, de máquinas só tem os Ferraris que se compram com essas “engenharias”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6577090808522593101?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6577090808522593101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6577090808522593101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6577090808522593101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6577090808522593101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/11/todos-os-nomes.html' title='Todos os nomes'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-52132714804602756</id><published>2011-11-02T22:18:00.000Z</published><updated>2011-11-02T22:18:44.281Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>A solução para a juventude segundo o Secretário de Estado</title><content type='html'>Qual o remédio para a juventude? Segundo o Secretário de Estado para a juventude, é emigrar. Não há pinta de orgulho nacional neste governo quando um seu secretário de estado demite-se das suas funções e as do seu País, que são de providenciar um futuro para os seus jovens, e os aconselha a emigrar.&lt;br /&gt;No ensino superior, corta-se. Não há incentivos para empregos na indústria, nem estágios remunerados nas empresas para jovens. Também não há um regresso à agricultura por não haver incentivos credíveis aos jovens que desejem ser agricultores. Então que se apregoa? Quando não é emigrar é que cada um seja um empreendedor e crie o seu próprio emprego! Como se os tempos estivessem de feição e como se isso resolvesse o problema. As obras públicas tais como por exemplo as renovações das escolas, acabaram, não havendo esse incentivo de emprego para engenheiros civis nem arquitectos nem para outros jovens menos qualificados que são também essenciais à sociedade que são os pedreiros, electricistas, canalizadores. Estes foram os primeiros a emigrar. Um francês ou um suíço pega no telefone e tem um português para lhe resolver um problema lá em casa ou para umas obras. Em Portugal paga-se caro para os conseguir e não é fácil conseguir alguém qualificado. Os que têm cursos técnicos, soldadores, electricistas e outros, também emigram. Por isso não é necessário o secretário de estado o aconselhar que o façam. O que ele está a fazer é a reconhecer uma fatalidade. Sem planos a longo prazo para os jovens no ensino e no trabalho, não é necessário mostrar-lhes o caminho da porta de saída. Esse caminho que há muito só tem de facto esse sentido: o da saída. Faça o favor de não piorar mais o que já é patente, ou seja, o abandono do País pelos mais capazes deixando para trás um País cada vez mais envelhecido. Senhor secretário de Estado, já que desistiu de lutar pelos nossos jovens, tome o passo seguinte: demita-se!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-52132714804602756?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/52132714804602756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=52132714804602756&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/52132714804602756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/52132714804602756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/11/solucao-para-juventude-segundo-o.html' title='A solução para a juventude segundo o Secretário de Estado'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6958088789184083170</id><published>2011-10-26T22:29:00.000+01:00</published><updated>2011-10-26T22:29:52.112+01:00</updated><title type='text'>O País paralisado e adiado</title><content type='html'>Onde pára o Ministro da Educação? E da Investigação Científica? E do Ensino Superior? Parece que desde que houve eleições, nada foi planeado em relação ao Ensino Superior a não ser cortes financeiros. Aliás, é generalizada esta forma de governar nos vários Ministérios, dizem que fruto da crise. Por sua vez a crise é apontada como sendo causada pelo anterior governo. Mas por isso ele foi derrotado nas eleições para que este fizesse alguma coisa. Não para ficar tudo parado! Por quanto tempo vamos esperar para que saiamos deste período de nada fazer para o futuro a não ser cortes e impostos por causa do défice? Estamos paralisados e o pior é que isto é contagiante. Ninguém se mexe. Os bancos não emprestam às empresas, as empresas tentam sobreviver sem investir e o Ensino duma maneira geral está imutável a viver uma época de incertezas. No Ensino Superior os cursos não têm saídas profissionais para tantos alunos; em muitos cursos os alunos passam pelo sistema em mitos casos sem conhecimentos práticos. No Ensino Secundário, os alunos não têm rendimento, sendo notória a vantagem dos alunos do privado. Muitos dos professores foram eles próprios nos seu tempo alunos fracos não podendo portanto em teoria formar bons alunos. O que é que o governo faz? Incentiva o Ensino privado em vez de investir na qualificação e na avaliação dos professores, cedendo em grande parte às exigências corporativistas da classe no que respeita à avaliação. &lt;br /&gt;Seria necessário um Estadista da craveira do Churchill para mobilizar o País!  Os nossos estadistas também  prometem sangue suor e lágrimas mas não para a vitória, como prometeu o Churchill, mas antes para …pagar um défice. Precisaríamos de um povo sem esquemas mas com vontade de vencer e com auto-estima, que parece ter desaparecido ao longo das décadas, mas que sabemos que já existiu quando os portugueses "deram novos mundos ao mundo". Nessa altura a periferia da Europa não era o sul mas sim o norte, sendo a Finlândia o extremo mais pobre da Europa. Agora dá-se ao luxo de vetar o acesso aos fundos por parte do País que não há muito tempo lhes enviou roupas e agasalhos após a grande guerra mundial e que muito antes disso era um país evoluído para a época enquanto que eles andavam a pastar as renas.&lt;br /&gt;Temos que ter um orgulho colectivo que por exemplo os americanos têm e até os nossos vizinhos espanhóis têm. E nós não temos porquê? Não será pela nossa história. Será por sermos os mais pobres da Europa do euro? Mas então porque têm os indianos orgulho quando são muito mais pobres que nós? É algo que os analistas e historiadores terão que explicar às gerações vindouras. Nessa altura espero que a nossa geração não seja culpabilizada por não saber dar a volta à situação de estagnação em que vivemos. O Ensino tem uma responsabilidade acrescida para uma mudança, formando os futuros cientistas, engenheiros, gestores e administradores de forma a que possam eles próprios fazer essa mudança. Mas para isso nós no Ensino também temos que mudar de atitude, e isso não está á vista. Também não ajuda um Ministro ausente e ainda sem estratégia para o Ensino Superior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6958088789184083170?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6958088789184083170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6958088789184083170&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6958088789184083170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6958088789184083170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/10/o-pais-paralisado-e-adiado.html' title='O País paralisado e adiado'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-990621807002043770</id><published>2011-10-17T14:53:00.006+01:00</published><updated>2011-10-20T10:57:59.212+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><title type='text'>Praxes na UM limitadas ao mínimo</title><content type='html'>Foi difundido um comunicado do reitor limitando a prática das praxes dentro dos campi da UM. É de louvar esta iniciativa. O cenário a que nos habituámos nos últimos anos tem sido confrangedor. O que não sabemos é se este despacho vai eficiente nos seus desígnios. Como muitas leis em Portugal, há sempre forma de as contornar. Mas ao menos valha-nos  a intenção. A UM está de parabéns por esta iniciativa. &lt;br /&gt;Os estudantes têm que deixar de pensar que o facto de frequentarem um curso lhes dá o direito de aparecerem aos olhos dos outros que ainda não frequentaram ou que nunca frequentaram, caloiros inclusive, como uma espécie de raça superior. Além do mais é caricato, porque quando mais velho e mau aluno mais possibilidades tem de ser o "papa" da praxe, o que denota uma tendência de aceno à mediocridade.  As obscenidades gritadas aos sete ventos são mais um sinal dessa mediocridade. Parece que quanto mais boçal melhor. Ora isto contradiz o espírito da Universidade. Se querem ser boçais ninguém os proíbe, mas deixem de obrigar os outros a serem-no também. Chamar ” bestas” a alunos mais jovens, já é um abuso. Agora obrigà-los a actos de submissão, alguns raiando o "bullying", é em si um acto de prepotência por parte de quem tem um ascendente sobre outros, para não dizer de cobardia, ao aproveitar-se da sua posição de praxante e portante intocável. A coacção psicológica pode ser um crime e deve ser punida severamente num Estado de Direito se for levado até às últimas consequências pela vítima, apoiada por um (bom) advogado. Infelizmente quase nunca chega a acontecer,  muito por culpa da vontade legítima que o caloiro tem de ser aceite pelos seus pares e não ser considerado  como alguém que estraga a "festa".&lt;br /&gt;O convívio entre os alunos que já cá estão com os caloiros é saudável, sem dúvida, e é natural que se divirtam todos para aliviar um pouco o peso das responsabilidades que vão pesar sobre um aluno no seu percurso ao longo dos anos na UM. Mas já não é saudável quando uns se divertem à custa de outros especialmente quando se trata de jovens desenraizados e ainda sem amigos, como é o caso da maioria dos caloiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-990621807002043770?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/990621807002043770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=990621807002043770&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/990621807002043770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/990621807002043770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/10/praxes-na-um-limitadas-ao-minimo.html' title='Praxes na UM limitadas ao mínimo'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2411065254104905168</id><published>2011-10-07T23:26:00.006+01:00</published><updated>2011-10-08T09:20:21.507+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><title type='text'>Mega serviços na UM</title><content type='html'>Passados que são dois anos de governo do actual reitor, que balanço podemos fazer no que respeita à sua actuação em relação aos Serviços da UM? Aparentemente o que a maioria dos professores e funcionários considerava que eram as idiossincrisias, para não dizer anomalias, na estrutura da UM continuam a coexistir com o que é o normal funcionamento da instituição. Estou-me a lembrar dos Serviços de Acção Social, SASUM, que foram muito protegidos pelo anterior reitor, que nomeou o seu antigo secretário da Escola de Engenharia para a frente destes serviços como pontapé de saída. Ora acontece que nunca houve tantas promoções nesses serviços como no governo deste reitor. &lt;br /&gt;Os Serviço Técnicos são outro exemplo que continua tudo na mesma. Em Gualtar as obras têm sido de fachada, e em Azurém continuam sem resolver os problemas com que debatem no dia a dia os utentes do campus: salas com péssima insonorização e péssima climatização; inundações todos os anos por falhas antigas que nunca foram tratadas e que pioraram devido a obras avulso que fizeram ao longo dos anos. Onde estão os Serviços Técnicos para resolverem estes e outros problemas? A julgar pelo que vi numa visita que fiz por causa de um cartão de acessos os parques, estão quase todos(as) sentados(as) em secretárias na sede em Gualtar. De técnicos estes serviços têm muito pouco. Contei na lista de contactos na página da UM pelo menos 63 funcionários. Em Azurém são 3 funcionários! Considerando que a maior parte da Escola de Engenharia está em Azurém, dir-se-ia que não há qualquer lógica neste desiquibrio, já para não falar no número total de funcionários. Não os vemos a arranjar nada, mas antes vemos empresas subcontratadas, a julgar pelas carrinhas que estão á vista de todos nas obras. Dir-se-ia que é um pouco como o Ministério da Agricultura há uns anos atrás onde havia mais funcionários nesse ministério do que agricultores!&lt;br /&gt;O futuro antevê que hajam cortes. Já começaram nas Humanidades, com professores convidados a terem a exclusividade cortada e outros a serem dispensados. Corta-se nos professores que dão aulas mas não se corta nos serviços com gente a mais.Enfim, são os chamados cortes cirúrgicos naqueles com vínculos mais precários. Não há uma estratégia de emagrecimento. E tudo indica que assim vai continuar, sem estratégia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2411065254104905168?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2411065254104905168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2411065254104905168&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2411065254104905168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2411065254104905168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/10/mega-servicos-na-um.html' title='Mega serviços na UM'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7959935168953104098</id><published>2011-10-03T20:23:00.003+01:00</published><updated>2011-10-07T20:37:20.470+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='campus'/><title type='text'>Acesso motorizado à UM: obras úteis ou de fachada?</title><content type='html'>Voltamos ao dia a dia de entrada na UM pelos nossos próprios meios, normalmente o automóvel. O que deveria ser um processo simples, torna-se muitas vezes um processo complicado. Ora são as barreiras que baixam a meio e podem danificar os carros, como se pode ler em &lt;a href="http://www.umparatodos.com/index.php"&gt;UM para todos&lt;/a&gt;, ou são as filas intermináveis na entrada norte daqueles que esperam pacientemente que os seguranças expliquem a carros sem a vinheta de entrada, os mistérios do estacionamento nos parques da UM. Sim, porque o tempo que demora muitas vezes essa conversa, faz pensar que de um mistério se trata. &lt;br /&gt;Fizeram agora duas auto-estradas para entrada e saída na UM (lado sul) mas continuam os problemas mencionados no lado norte. Porquê que não introduzem mais uma entrada, para aqueles que têm cartão de parques condicionado, do lado norte? Em Azurém existe essa possibilidade o que torna o trânsito mais célere, mas em Gualtar obrigam-se os funcionários, professores e outros demais a ficar na fila dos que não têm esse cartão, fazendo perder tempo precioso a esses utentes, exceptuando alunos membros da Associação e outros que não dão aulas nem picam o ponto que conseguem cartões não se sabe como (e já agora porque não dizê-lo: que enchem os lugares dos parques condicionados à discrição reduzindo o número de lugares disponíveis para aqueles que realmente precisam). Pode-se argumentar que os que têm cartão que se dirijam para a entrada sul. Mas quem diz isso não sabe ou não quer saber que essa "voltinha" pode demorar 15 minutos ou mais devido ao trânsito na rua por fora da UM em frente à Quinta dos peôes e que faz a ligação entre as duas entradas. Esse trânsito acrescido iria aliás entupir ainda mais a entrada sul, o que já causa enormes problemas na rotunda imediatamente junto à entrada, e onde passam autocarros e muitos carros que vêm de Gualtar para o centro (a propósito, de quem foi a brilhante ideia de meter uma passadeira mesmo á saída da rotunda para quem entra na nova "auto-estrada " de acesso às cancelas da UM do lado sul?). Enfim...quando se fez a obra os engenheiros estavam de férias? Afinal era Agosto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7959935168953104098?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7959935168953104098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7959935168953104098&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7959935168953104098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7959935168953104098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/10/acesso-motorizado-um-um-exercicio-de.html' title='Acesso motorizado à UM: obras úteis ou de fachada?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-8823799503202716015</id><published>2011-09-09T21:16:00.004+01:00</published><updated>2011-10-07T20:39:08.494+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Estilos de poder</title><content type='html'>Vêm aí cortes que implicam despedimentos e/ou perda de poder de compra dos Professores da UM. Nesta fase crítica da Universidade do Minho o que sabemos é-nos transmitido na forma de números: tantos por cento de cortes de Professores convidados. Nem uma palavra aos visados, de conforto ou de justificação do porquê que foram eles os escolhidos. Nem um comunicado fosse escrito ou falado pelo sr. Reitor (pelo menos que viesse a público). Já tivemos como ocupante anterior do cargo um reitor mudo em relação a uma explicação aos visados de que iria cativar as suas verbas provenientes dos seus projectos; agora temos um reitor que corta a direito sem grandes explicações, e já não são verbas de projectos, são salários que ferem o nível de vida de muitos Professores e que inevitavelmente lhes vai causar sérios problemas pessoais. É um estilo de líder apolítico e tecnocrata, já para não falar da falta de sensibilidade social,um pouco como o Ministro das Finanças actual. Pode ser que as coisas mudem com o tempo e que o reitor fique mais temperado e mais maleável com o continuado malhar do Ministro no orçamento da UM (linguagem de engenharia talvez apropriada a quem se dirige)... e mude de estilo.&lt;br /&gt;Ficar-lhe-ia bem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-8823799503202716015?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/8823799503202716015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=8823799503202716015&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8823799503202716015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8823799503202716015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/09/estilos-de-poder.html' title='Estilos de poder'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4765853433083792173</id><published>2011-09-04T11:17:00.003+01:00</published><updated>2011-10-07T20:40:03.828+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Os cortes na UM são cegos?</title><content type='html'>Os cortes das Universidades vêm dar o seu contributo forçado à dívida. Que seja. Mas quem sairá prejudicado? Os professores convidados serão os primeiros a serem despedidos &lt;a href="http://um-novosdesafios.blogspot.com/2011/09/o-corte-orcamental-que-se-anuncia.html"&gt;segundo instruções do reitor&lt;/a&gt;. À primeira vista parece bem uma vez que são "convidados". No entanto muitos destes Professores estão há anos nesta situação só porque as contratações estão congeladas. Não estão por opção! E muitos fazem mais serviço do que os contratados, uma vez que não podem dizer que não ao seu vínculo precário. Quem vai fazer o trabalho deles? Quem sofre? Os alunos, claro! Se os cortes não são cegos porque estão direccionados aos mais fracos, são cegos no que respeita às consequências, porque quem tem mais professores convidados é quem mais vai sofrer e possivelmente cursos vão fechar nestas Escolas por essa razão. Houve muitas promoções recentes entre os funcionários para Directores, talvez seja aqui que se deva também começar a cortar. Afinal o Governo não está a cortar chefias intermédias em várias instituições por não se justificar tantas chefias? Na UM aumentaram-se o número de Divisões para acomodaram mais chefes e desta forma promoverem funcionários que até não teriam nem os anos de serviço nem as qualificações que normalmente são exigidas para essas funções. Chegou-se ao ridículo de fazerem Divisões que aparentam não chegar sequer à meia dúzia de funcionários portanto sem qualquer massa crítica (é como se os romanos tivessem nas suas legiões centúrias com menos de cem romanos e os centuriões as comandassem)! Não seria também de reestruturar as Divisões e poupar também aqui? Fizeram-se ainda promoções à pressa em Serviços como que adivinhando o que vinha aí: o congelamento até 2003 nas promoções d a Função Pública anunciado esta semana. É assim que querem mobilizar as pessoas desta casa? Chama-se a isto em inglês um "pre-emptive attack", em linguagem militar. Antes dos cortes é preciso “atacar”, mas para o benefício de alguns. Quando isto acontece, normalmente não são os mais capazes que são promovidos como é evidente. São aqueles cujo "currículo" as chefias, leia-se Director, conhecem melhor. Agora os outros funcionários que estiveram anos à espera, que melhoraram o seu currículo, até que passaram a licenciados, podendo ser promovidos pelo seu esforço, ficam mais uma vez sem qualquer esperança de ver os seus justos desígnios alcançados. &lt;br /&gt;No caso dos professores, fez-se um Regulamento de avaliação o RAD, “para inglês ver”.  É mais uma auto-avaliação do que uma avaliação por terceiros. Só 15% da avaliação no RAD da Engenharia é que pesa a avaliação do avaliador! Ora por muito incompetentes que os professores sejam nunca vão ter a avaliação que pudesse distinguir o trigo do joio. E depois criticamos os professores do ensino secundário que não querem ser avaliados e torcem-se todos por uma auto-avaliaçãozinha. Nós vamos pelo mesmo caminho! Quando chegar a altura depois de 2013 para retomar as promoções e enviar alguns para a mobilidade, não haverá bases para o fazer. E os cortes serão realmente cegos, porque nessa altura vai haver despedimentos, com o rumo que as coisas levam.&lt;br /&gt;Sejamos corajosos e arrume-se a casa, preparando-a para os maus tempos que se avizinham, e por uma vez façamo-lo duma forma objectiva, sem compadrios nem mediocridade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4765853433083792173?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4765853433083792173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4765853433083792173&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4765853433083792173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4765853433083792173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/09/os-cortes-na-um-sao-cegos.html' title='Os cortes na UM são cegos?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-8993485075765499419</id><published>2011-09-03T11:00:00.002+01:00</published><updated>2011-09-03T13:07:53.411+01:00</updated><title type='text'>Os cortes no Ensino Superior</title><content type='html'>Os cortes abrangem as Universidades. Até aqui nada demais, uma vez que a prioridade deste Governo nos cortes não é como se julgava na gordura do Estado, mas apesar de gestos simbólicos de cortes nas gravatas e nos motoristas, os cortes vão para aquilo que é o essencial para os portugueses menos privilegiados, ou seja, as urgências hospitalares na saúde, o subsidio de Natal que para muitos servia para cobrir despesas que o ordenado não cobria, nos transportes públicos, etc. Despesismo da Madeira não é atacado ao contrário do despesismo do anterior governo que serve de desculpa para o acréscimo dos impostos. Promoções nas Forças Armadas sancionadas, ao arrepio do que já tinha decidido o governo anterior, ao declarar ilegais essas promoções; enfim, o corte não é assim tão cego como se julga, porque se fosse também os muito ricos, á excepção do Américo Amorim que não é rico e pertence à classe trabalhadora segundo afirma, seriam taxados nas suas fortunas. O argumento de Passos Coelho que assim os outros ricos, nomeadamente estrangeiros, não investem se isso for para a frente, dá vontade de perguntar se o P.C quer Portugal equiparado às repúblicas das bananas, com salários baixos e sem impostos para quem investe. Esse dinheiro que entra também não fica lá como se pode ver no seu nível de vida e como se comprovou nos últimos anos com a saída das empresas estrangeiras para outros locais de mão de obra mais barata. A não ser que seja essa a estratégia do P.C., baixar o custo da mão de obra em simultâneo com as benesses para esses potenciais investidores milionários. O que é certo que esses senhores, Amorim, Belmiro e Soares (Pingo Doce) ganharam dinheiro muito à custa do trabalho dos outros e de mão de obra barata (quanto se paga para fazer rolhas?) e agora seria altura de compensar um pouco o Estado do qual beneficiaram (sem falar nos programas de auxílio do Estado, Pedip e QRENs de que beneficiaram largo).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-8993485075765499419?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/8993485075765499419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=8993485075765499419&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8993485075765499419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8993485075765499419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/09/os-cortes-no-ensino-superior.html' title='Os cortes no Ensino Superior'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-9113900794081464184</id><published>2011-08-30T18:11:00.001+01:00</published><updated>2011-08-30T18:12:57.366+01:00</updated><title type='text'>Uma rentrée universitária atribulada</title><content type='html'>Ao aproximar o novo ano lectivo e o fim do ano financeiro, demite-se a Vice-Reitora que tem o pelouro das finanças da Universidade, Margarida Proença. A altura não podia ser pior, principalmente com o aproximar do fim do ano e do fechar de contas, que é sempre um quebra cabeças para a instituição. Daqui se podem tirar várias ilações: Uma é que o reitor foi apanhado de surpresa, precisamente porque não iria demitir a pessoa que instituiu e que controla todo um novo processo de contabilização das despesas, com a introdução de dimensões e outras designações que aparecem na página da intranet que dá acesso à contabilidade dos projectos e que são para muitos ainda um mistério. &lt;br /&gt;Outra possível ilação é que foi o reitor que a demitiu, mesmo em má altura, aproveitou as férias tal como fazem as empresas, para arrumar a casa. Mas nesse caso, demitiu porquê? Tal como aparece &lt;a href="http://omelhorparaauniversidade.blogspot.com/2011/08/pedido-de-cessacao-de-funcoes-de-vice.html"&gt;noutro blogue&lt;/a&gt;, se a demitisse teria alguém já na manga, o que parece não ser o caso, senão teria anunciado a sua substituição e não a sua demissão. &lt;br /&gt;Há aqui toda uma telenovela por desvendar se o reitor não vier explicar os porquês da demissão. Em jogo está a estabilidade e a celeridade dos processos na Divisão Financeira e Patrimonial e em última análise, a imagem da Universidade perante a tutela, em momentos de crise que exigem uma gestão muito profissional e criteriosa das contas deste ano que está próximo do fim.&lt;br /&gt;Aguarda-se pois uma substituição célere e suave, com a ajuda activa de quem cessa funções na passagem do testemunho.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-9113900794081464184?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/9113900794081464184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=9113900794081464184&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9113900794081464184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9113900794081464184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/08/uma-rentree-universitaria-atribulada.html' title='Uma rentrée universitária atribulada'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6786204736381769320</id><published>2011-08-22T17:35:00.004+01:00</published><updated>2011-08-25T10:53:51.606+01:00</updated><title type='text'>O corporativismo alastra</title><content type='html'>Está visto. Quem manda são as corporações. São os sindicatos (corporações mais propriamente) dos professores que fizeram recuar sucessivos governos na avaliação até chegar ao ponto em que não vão ser avaliados (já não vão ser os mais antigos..), são os polícias que fazem greve disfarçada de baixa médica por razões psicológicas (único na Europa e talvez no mundo esta capacidade de improviso dos portugueses), são os militares que fazem promoções à revelia do estatuto geral da função pública que não permite aos restantes funcionários tal desrespeito pelo Estado (por não terem armas?), foram os juízes que mantiveram os seus dois meses de férias, são os maquinistas da CP que param um inteiro sistema de transporte, por também acharem que estão acima dos outros funcionários do Estado ou de empresas públicas e autarquias ao exigirem desbloqueamento das remunerações, e agora veja-se bem... são os árbitros!&lt;br /&gt;Porque não hão-de os árbitros fazer birra também?&lt;br /&gt;Afinal foi só o Sporting que os pôs em causa, nada de mais. Têm o F.C.Porto e o Benfica mudos e indiferente, e principalmente o FCPorto que tanto os apaparicou no passado com fruta e outras guloseimas (segundo escutas de telemóveis por todos ouvidas). Percebo pouco de futebol e não é só por ser adepto do Sporting. Poderia ter sido e pode ainda ser ao contrário: ter o Sporting e o Benfica a apaparicá-los e quem se trama é o FCPorto, se não se mudar radicalmente a mentalidade destas corporações.&lt;br /&gt;As corporações (incluindo alguns sindicatos que actuam como tal) jogam com as divisões na nossa sociedade. As profissionais (professores, juízes, e outras) jogaram com a divisão política, apoiando-se nos partidos da oposição ao governo para alcançarem os seus objectivos. Os árbitros jogam com a rivalidade entre os três grandes clubes, posicionando-se com os que na altura estão na liderança. Tudo porque neste País ainda não se aprendeu que a Justiça, seja a justiça profissional em que todos devem ser tratados da mesma forma ao serem ou não avaliados, seja a dos tribunais, ou a do futebol, não deve estar ao serviço de quem berra mais (leia-se, quem tem mais acesso aos media)ou quem mais intimida a sociedade, seja com a sua força latente, no caso das forças armadas, seja com a falta de segurança das populações, no caso da Polícia, seja com a educação dos nossos filhos, no caso dos professores, ou seja com o nosso tempo livre e estado de espírito, no caso dos árbitros. Num Estado de Direito, deve, isso sim, estar ao serviço do País, que é algo que muitos se esquecem quando olham para os seus previlégios (actuais, futuros ou em risco). Já não bastava a crise.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6786204736381769320?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6786204736381769320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6786204736381769320&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6786204736381769320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6786204736381769320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/08/o-corporativismo-alastra.html' title='O corporativismo alastra'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5687334826795272915</id><published>2011-08-20T16:53:00.003+01:00</published><updated>2011-08-20T17:17:20.406+01:00</updated><title type='text'>Consequências de uma antecipada "silly season" de alguns políticos</title><content type='html'>De volta de umas férias, deparo com notícias que demonstram que nada mudou na política. O que o os partidos da oposição criticavam, aplicam com tanto ou mais afinco que o partido socialista. "Jobs for the boys", aparentemente quase 50% das nomeações para os ministérios foram para detentores do cartão partidário. Ingerência nos média através de uma acção de recompensa pelos bons serviços de Mário Crespo, amigo de Moniz e Moura Guedes, com a sua prometida nomeação para comentador em Washington. Impostos que não se iriam aplicar, afirmado mil vezes por Paulo Portas e reafirmada a vontade de cortar nas despesas, o que se verifica é que nunca tivemos nos últimos anos impostos tão gravosos: subsídio de Natal cortado daqueles que trabalham por conta de outrem e daqueles que estão a recibos verdes. Neste último caso nem a troika foi tão longe. Outro imposto que aumenta é o IVA para compensar as empresas com a queda do TSU (pelos vistos até os bancos beneficiam desta queda, o que é perverso). Enfim, já Miguel Sousa Tavares disse na sua crónica no Expresso que se fosse o Sócrates a tomar estas medidas caía o Carmo e a Trindade. Qual a razão de tão pouca contestação? Estado de graça do governo? Cá para mim é o tomar de consciência que algo correu terrivelmente mal quando se chegou ao ponto da antipatia pessoal pelo Sócrates, alimentada pelos média em grande medida, ter suplantado a razão, ou seja o discernimento dos partidos, ao ponto de haver uma aliança entre partidos como o parido comunista e o BE a aliarem-se a partidos no outro extremo do espectro político, o PSD e o CDS, para deitarem o governo PS abaixo. PCP e BE sucumbiram a pressões dos sindicatos dos professores na questão da avaliação que os impulsionou para outras fantasias, como a de que teriam o povo do seu lado se houvesse eleições, como se os professores representassem o eleitorado (a "silly season" começou muito antes do Verão para estes partidos!). O resultado foi o que se viu. O PCP manteve o seu eleitorado imutável, sem crescer, e o bloco quase desapareceu. Foi o maior favor que fizeram àqueles que sempre criticaram, os que eles designam como os representantes do grande capital e dos latifúndios. A privatização a que sempre se opuseram vai ser muito maior que o que estava previsto, a escola pública vai competir em pé de desigualdade com a privada, as Misericórdias serão subsidiadas com dinheiro tirado ao Serviço Nacional de Saúde numa promiscuidade entre a religião e o Estado, muito do agrado do CDS. Nada disto está no entendimento com a Troika. Quanto à Universidades, nada será como dantes. Já se anunciam cortes de 10%: quando os ordenados constituem 95% das despesas, significa isto cortes nos salários? O reitor já disse que vai cortar em horas extraordinárias dos funcionários (nem me tinha apercebido que as havia) e controlar a progressões (hoje notícia no DN)&lt;br /&gt;A avaliação dos professores no superior não vai ter pois consequências pois não pode haver progressões nem nos escalões nem na carreira de cada professor com este cenário. Qual o incentivo para produzir trabalho científico? &lt;br /&gt;Quanto à avaliação dos professores do secundário, fala-se que os mais velhos, os do escalão 8 e 9 (?) não serão avaliados, pois nas palavras do ministro, estes já são muito bons! Este era o ministro que era exigente! Professores que foram transitando de escalão em escalão só devido à sua idade são muito bons? Deve estar a confundir os professores com o vinho do Porto!&lt;br /&gt;E assim vai o País. Se não estava bem com Sócrates também não é com estes governantes que se vai estar melhor, mesmo contando com o denominador comum da troika. Só se for para aqueles que têm dividendos a receber e não paguem os impostos com que nos brindaram para o Natal.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5687334826795272915?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5687334826795272915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5687334826795272915&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5687334826795272915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5687334826795272915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/08/consequencias-de-uma-antecipada-silly.html' title='Consequências de uma antecipada &quot;silly season&quot; de alguns políticos'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-432995229555345422</id><published>2011-07-28T09:55:00.004+01:00</published><updated>2011-07-29T08:44:30.981+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='campus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'>A Quinta dos Peões vai a aprovação na Câmara sem consulta pública</title><content type='html'>A construção"Quinta dos Peões" (quinta em frente ao campus de Gualtar) vai finalmente arrancar, com aprovação do projecto na Câmara, segundo informação de&lt;a href="http://um-novosdesafios.blogspot.com/2011/07/margem-do-cg-algumas-notas-soltas-51.html"&gt; NDNR&lt;/a&gt;. A UM vai colaborar. Resta saber como. Talvez os actuais responsáveis não saibam mas o que se disse na altura para minimizar os efeitos de ter uma parede de edifícios a tapar a vista da UM, foi divulgado no tempo do reitor Chaínho Pereira um acordo entre o Rodrigues Névoa e a UM que os edifícios altos, de apartamentos ou escritórios, ficariam a ladear a quinta, perpendicularmente à frente da UM, e que qualquer edifício em frente seria baixo, supõe-se que térreo. Chegou-se a falar nas instalações para a Guarda Republicana.&lt;br /&gt;A memória é curta, e a estratégia de deixar passar algum tempo antes de construir parece estar a resultar para o(s) empreiteiros. Se a UM der o seu aval a algo que prejudique a fachada e a vista de e para os edifícios da frente, CP1 e CP2, cometerá outro erro, em cima dos que já foram cometidos desde o princípio de toda esta história, ou seja, desde o ponto em que o edifício poderia ter sido cedido à UM pelo Ministério da Agricultura e não o foi, por via de jogadas da Câmara em sintonia com os empreiteiros e com o beneplácito reitor dessa época, Sérgio Machado dos Santos.&lt;br /&gt;É curioso como é no período de férias na ausência dos Professores, alunos e funcionários que surge esta tomada de decisão. É um assunto demasiado sério para ser resolvido no aconchego dos gabinetes. Como qualquer obra que influencia a vida dos cidadãos, deve ser submetida a consulta pública antes de se avançar para a construção. Mas como no caso da Fundação não houve uma consulta séria á Academia, neste caso nada faz supor que haverá. A não ser que haja um movimento nesse sentido que consiga sensibilizar as entidades públicas e privadas envolvidas no processo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-432995229555345422?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/432995229555345422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=432995229555345422&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/432995229555345422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/432995229555345422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/quinta-dos-peoes-vai-aprovacao-na.html' title='A Quinta dos Peões vai a aprovação na Câmara sem consulta pública'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6974366882635858784</id><published>2011-07-24T08:37:00.004+01:00</published><updated>2011-07-24T08:45:53.829+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'>A praxe estupidifica?</title><content type='html'>Numa entrevista a Rodrigues dos Santos transmtida ontem na RTP, Philip Roth explica que no seu livro "Exit Ghost" que o que ele quis transmitir foi o perigo das novas gerações deixarem em grande parte de ler livros. E explica que nem tão pouco é a culpa da internet, mas da falta da capacidade de concentração dos potenciais leitores de tirarem uma ou duas horas diárias para lerem um livro. Será mesmo o que vai acontecer? &lt;br /&gt;O mundo é demasiado rápido para se perder tempo a ler? Por aqui, na Universidade, vemos que muitos dos jovens mal sabem escrever bem português quanto mais lerem um livro do princípio até ao fim e se é assim num meio que se afirma ser de cultura e saber, como será noutros meios? No meio industrial, comercial, rural? Os nosso alunos entram na Universidade, passam pela iniciação da praxe, gritam em altos berros obscenidades, frequentam um curso numa área restrita, têm uma vida social intensa (aqueles que têm) e saem da Universidade a saber o quê em cultura geral? O ensino secundário obrigou-os a ler um ou dois escritores portugueses para que pudessem passar o exame, o que não despertou o interesse pela leitura uma vez que foi uma obrigação. Entram para a Universidade e ficam a saber logo de início que o que interessa para ser um membro de pleno direito da sociedade estudantil universitária é o à-vontade na interjeição de obscenidades em frases feitas, por isso as gritam para se habituarem logo de início. Qual o incentivo para uma  escrita e conversação correctas ao integrarem a sociedade um dia que acabam o curso? Como se poderão concentrar na leitura de um livro? Estarão pois condicionados quanto muito à leitura das revistas e jornais desportivos (os do sexo masculino) como &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/carta-aos-e-mailers-dos-gelados.html"&gt;já aqui referi&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Será como Philip Roth também afirmou na entrevista que a leitura estará restrita a uma elite cultural, tornando-se quase um culto?&lt;br /&gt;Só o saberemos já tarde de mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6974366882635858784?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6974366882635858784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6974366882635858784&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6974366882635858784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6974366882635858784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/praxe-estupidifica.html' title='A praxe estupidifica?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-601065235510838421</id><published>2011-07-22T18:54:00.009+01:00</published><updated>2011-07-23T07:55:09.780+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ECDU'/><title type='text'>O ECDU e a exclusividade são levados a sério?</title><content type='html'>Parece que o ECDU serve para os concursos e para pouco mais. Quando lemos no ECDU que os docentes devem leccionar, fazer investigação e actividades de gestão, compreendemos que todas estas actividades, umas mais que outras, não causam qualquer controvérsia. No entanto o artigo 4 na alínea c também permite que os docentes podem:&lt;br /&gt;"Participar em tarefas de extensão, de divulgação científica e valorização económica e social do conhecimento".&lt;br /&gt;O artigo 67 tal como no anterior estatuto determina que o pessoal docente de carreira exerce em regra em regime de dedicação exclusiva. As excepções estão referidas no número 5 do artigo seguinte: ajudas de custo e despesas de deslocação. No artigo 70 acrescenta-se ainda os direitos de autor e as actividades que decorrem de contratos entre a Universidade e empresas ou instituições.&lt;br /&gt;No entanto há bastantes professores universitários que exercem funções noutras instituições, e alguns funções executivas seja em empresas como directores científicos ou em instituições de cariz social. Segundo o artigo 68 nem estas funções em empresas nem as instituições de cariz social fazem parte das excepções. Como é possível? Para além destas situações do conhecimento dos governantes da UM haverá muitas outras não declaradas. &lt;br /&gt;Parece que o ECDU não é fiscalizado uma vez que pelo menos na Escola de Engenharia da UM deixou de ser obrigatório apresentar cópia do IRS e/ou uma declaração no sentido que o docente não exerce outra profissão. Porquê? Foi dada alguma explicação por parte da reitoria sobre esta dispensa? &lt;br /&gt;A colaboração com a indústria ou com as empresas ou as instituições é importante para a função da Universidade. Se essas funções seguirem as regras, não forem remuneradas ou sendo-o são declaradas como PSECs, então tudo normal. Mas não o sendo o que é que o ECDU estipula? Nada menos que um procedimento disciplinar e a reposição das quantias auferidas.&lt;br /&gt;Claro que esta é uma daqueles artigos que não são para cumprir, mais como uma ameaça até onde pode ir a sanção. Tudo normal num país em que os que não cumprem não pagam por isso. É como os crimes fiscais. Nestes anos todos de democracia só houve um afigura grada que foi presa, agora já em domícilio e muito em breve, cidadão livre (O.Costa do BPN).&lt;br /&gt;A questão  é a seguinte: se ninguém liga, porquê que se insiste? Se houvesse total liberdade de acção, até poderia ser que os Professores trouxessem de fora informações relevantes para o ensino, mas por exemplo engenheiros a exercer funções em instituições de cariz social não será propriamente o caso. Mas enfim,a tutela que assuma ao menos o óbvio e faça uma resolução circular na Universidade que estipule aquilo que já acontece: Não queremos saber o que faz lá fora e não lhe pediremos explicações nem terá que apresentar qualquer comprovativo. Ponto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-601065235510838421?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/601065235510838421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=601065235510838421&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/601065235510838421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/601065235510838421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/o-ecdu-e-exclusivdade-sao-levados-serio.html' title='O ECDU e a exclusividade são levados a sério?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7877143072255877446</id><published>2011-07-17T08:32:00.004+01:00</published><updated>2011-07-17T08:44:49.685+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Fundação ou a teoria da conspiração</title><content type='html'>Já aqui &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/06/o-cern-da-questao.html"&gt;me debrucei sobre o RJIES &lt;/a&gt;introduzido pelo anterior Ministro da tutela como sendo um processo em que se perdeu representatividade aos vários corpos que compõem as Universidades. Percebe-se agora que o objectivo final era a passagem a Fundação. Ninguém deu nada pelo artigo no RJIES que preconizava tal transformação, e talvez fosse esse o objectivo. Se o Ministro fizesse um regulamento directo de transformação das Universidades em Fundações, haveria uma reacção contrária por parte dos Professores, funcionários e alunos de tal forma que ele teria que recuar. Assim, primeiro introduz um passo intermédio, o RJIES, que já tira muita representatividade aos membros da Academia, para posteriormente, uma vez instalado o RJIES, poder contar com os reitores na forja, que seriam simpatizantes do modelo Fundação. O reitor só teria que ter a maioria no Conselho Geral e não teria problemas de maior na aprovação deste desígnio. Não sendo obrigatório a consulta à Academia, seja por via do Senado ou por referendo, não haveria qualquer percalço no caminho traçado.&lt;br /&gt;Pois é isso que está a acontecer nas várias Universidades. A Universidade do Minho foi a primeira, a de Coimbra com o novo reitor, substituído que foi o Seabra que era contra, seguirá também por este caminho. Juntar-se-ão às demais, Porto, Aveiro e ISCTE. Não tarda muito e o Instituto Superior Técnico e a Universidade da Madeira serão também Fundações, a julgar pelas notícias recentes.&lt;br /&gt;O governo anterior tinha ministros que de socialistas só tinham a filiação mas de facto eram mais liberais (em termos de política económica e não nas ideias) do que muitos ministros do actual governo. O que dá muito jeito ao actual ministro porque o caminho para a liberalização do Ensino Superior está aberto.&lt;br /&gt;Assim vai o comboio do Ensino Superior, indefectível nos seus carris até a paragem final, a Fundação.&lt;br /&gt;Não haverá muitas formas de o desviar deste caminho a não ser uma paragem forçada por falta de combustível (os 50% que são requisitados para complementar o financiamento do Estado) ou uma inversão de marcha por o "timoneiro" entretanto ter sido substituído e o novo se recusar a trilhar por esta via.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7877143072255877446?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7877143072255877446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7877143072255877446&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7877143072255877446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7877143072255877446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/fundacao-ou-teoria-da-conspiracao.html' title='Fundação ou a teoria da conspiração'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7226172897773980740</id><published>2011-07-16T21:06:00.006+01:00</published><updated>2012-01-01T11:35:47.039Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><title type='text'>Feira de vaidades</title><content type='html'>Temos na UM duas publicações periódicas que publicitam as notícias da UM duma maneira geral. Uma tem o nome caricato de UMdicas, outra mais séria é a Universidade em Notícia, esta última via e-mail. Duma maneira ou outra, seja por divulgação gratuita da UM dicas ou por e-mail, todos temos acesso e é difícil não nos entrar pelos olhos adentro pelo menos a capa da UM dicas ou a página de rosto do Notícias quando a recebemos por e-mail. A qualidade da UM dicas é paupérrima, para não falar da publicidade patente, nem sequer disfarçada, aos dirigentes dos serviços sociais. A pretexto de qualquer evento do calendário, como o arranque do ano lectivo, ou mesmo sem qualquer razão, aparecem os dirigentes dos SASUM como entrevistados, com direito a fotografias dos entrevistados de dimensões que se vêm ao longe. Tudo isto no meio de notícias que até terão interesse para os alunos, como o desporto na UM, o que consiste numa promiscuidade intencional, pois atrai esse público para a leitura e, principalmente, para a tomada de conhecimento dos directores dos SASUM, da sua cara e das suas opiniões. Para além desta auto-promoção, há ainda a promoção da equipa reitoral. A ânsia de agradar a quem manda na UM, nomeadamente à equipa reitoral , é de tal ordem, que são constantes as entrevistas a toda a equipa.&lt;br /&gt;Criticou-se muito o anterior reitor de ter terminado com uma publicação da UM, salvo erro chamada Jornal da UM e publicado pelo Curso de Comunicação, por não ser realmente alinhada com a reitoria, tendo sido a gota de água uma entrevista dum seu vice-reitor criticando de alguma forma a reitoria. Pois bem, porque não se retoma a publicação do dito jornal,  uma vez que o reitor é outro e o vice-reitor é o mesmo? Seria pelo menos coerente com os acontecimentos de então e mostraria que esta equipa reitoral é diferente da anterior e promove o debate interno para além da informação promocional.&lt;br /&gt;Outra publicação de que me interrogo é a da Universidade em Notícia, que embora não sendo do mesmo cariz promocional e não gaste dinheiro em papel, gasta com certeza muito tempo a quem o escreve. Começou por ser uma publicação sobre prémios e outros galhardetes conseguidos por professores da UM, o que em si não tem mal, e até promoveria a imagem da UM....se fosse lido fora da UM.  Mas não! É dirigido à UM-net e ao interior da UM, referindo isso mesmo no título: "o que os media dizem de nós". Para quê? Para melhorar a auto-estima dos professores? Não se entende esta catadupa de notícias da UM, sendo muitas vezes mais reproduções de entrevistas de responsáveis da UM do que propriamente opiniões dos media sobre a UM, defraudando até as expectativas em que o título induz. &lt;br /&gt;É certo que não havia nada do género com a anterior equipa reitoral e que o que o Gabinete de Comunicação e imagem da UM tem feito até seria de louvar. Mas foi-se do oito para o oitenta, e com tanta notícia banal, retira-se a relevância daquelas que realmente dignificam a instituição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7226172897773980740?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7226172897773980740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7226172897773980740&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7226172897773980740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7226172897773980740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/feira-de-vaidades.html' title='Feira de vaidades'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1356296512043391930</id><published>2011-07-11T15:05:00.011+01:00</published><updated>2011-07-11T16:33:11.774+01:00</updated><title type='text'>Carta aos e-mailers dos gelados</title><content type='html'>Estamos no fim do período lectivo e aproximamo-nos da “silly season”.&lt;br /&gt;Só isso explica a quantidade de mensagens de e-mail a propósito de uma prova de gelados. Uma grande parte das críticas foram dirigidas tanto à aluna que enviou o e-mail com erros para toda a comunidade académica como para o professor que a criticou também enviando a crítica para toda a comunidade académica. É caso para dizer como alguns disseram: não têm mais nada que fazer? Já não falo de trabalhar, estudar ou investigar. Mas tão-só, se não têm outros assuntos em que possam gastar as vossas energias? Podiam por exemplo ler os estatutos da UM e fazer uma avaliação crítica, ou ler o ECDU no caso dos professores e verificarem quais são as actividades que fazem parte da profissão. Ou podem por exemplo ler um livro que aumente a sua cultura. É minha opinião que grande parte dos erros que os alunos (e alguns professores) cometem é porque não pegam num livro. Talvez leiam os jornais (desportivos na maioria no caso do sexo masculino) e lêem as legendas da televisão ou dos filmes da internet, mas ler um livro bem escrito em português não acredito que o façam. Dá muito trabalho - Muitas vezes ficam-se pelo título só para o meter numa conversa de amigos, mas isso era antes, agora nem o título. A internet substituiu a leitura. José Saramago, Lobo Antunes e outros autores conceituados não são lidos por esta nova geração. Lêem o Miguel Sousa Tavares, o Rodrigues dos Santos (o nosso Dan Brown), e outros que por aí que se servem do jornalismo para vender livros (embora o Miguel Sousa Tavares ao menos fez algum trabalho de casa sobre o livro de São Tomé , que serve de leitura para quem não é muito exigente). E o sexo feminino quase só lê romances da Clara Pinto Correia ou da Isabel Allende, as que lêem, porque maioria lê revistas côr de rosa com informação inútil sobre príncipes e princesas, ou artistas de telenovela.&lt;br /&gt;Depois admiram-se da dislexia dos nossos alunos (sem ofensa para quem padece da doença) e de alguns professores?&lt;br /&gt;Quanto ao mundo que nos rodeia e a outras culturas, nomeadamente a anglo saxónica, teriam muito a aprender se lessem Phillip Roth ou John Updike, ou John Coetzee. É uma lição de vida como tratar os seus semelhantes. Se alguns colegas os lessem saberiam como lidar com certas questões que minam as universidades, nomeadamente preconceitos entre alunos e professores.&lt;br /&gt;Porque essa é que é a questão fundamental por detrás destes e-mails.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1356296512043391930?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1356296512043391930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1356296512043391930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1356296512043391930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1356296512043391930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/carta-aos-e-mailers-dos-gelados.html' title='Carta aos e-mailers dos gelados'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2514262434498944028</id><published>2011-07-02T10:36:00.005+01:00</published><updated>2011-07-02T18:12:01.443+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cursos'/><title type='text'>Cursos pós-laborais</title><content type='html'>Em Azurém, cursos pós-laborais podem resolver um problema imediato de falta de alunos, mas a médio prazo a qualidade dos diplomados que saem destes cursos vai implicar uma desvalorização dos cursos e um decréscimo no número de alunos resultante da fraca credibilidade dos mesmos. O problema é que os alunos que trabalham não têm tempo para cumprir as suas obrigações e os professores não têm condições para leccionar. A componente prática é prejudicada funcionando os laboratórios a meio gás, sendo sempre difícil "negociar" os horários com os técnicos. Grande parte do complexo pedagógico apresenta aspecto desolador, com poucos utentes, muitas luzes apagadas e bares fechados. O facto de ser obrigatório fazer um intervalo para os alunos jantarem, atrasa o fim da aula, terminando às 22:00 horas, o que para alguns, professores e alunos, já é difícil de suportar, com a desatenção e o cansaço a contribuir para aulas mais ligeiras e com menos substância. São comuns os trabalhos teóricos como prova de avaliação, sendo a informação da internet a base de todos os trabalhos. Raramente há referências científicas, sendo o "brasileiro" a língua dominante, o que demonstra o quanto é copiado sem qualquer tratamento. Embora este problema da internet e da aprendizagem "Wikiquicky" não seja exclusivo dos cursos nocturnos, receio que os cursos pós-laborais só venham agravar esta tendência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2514262434498944028?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2514262434498944028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2514262434498944028&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2514262434498944028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2514262434498944028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/07/cursos-pos-laborais-e-aprendizagem.html' title='Cursos pós-laborais'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4304187805491353436</id><published>2011-06-28T05:53:00.011+01:00</published><updated>2011-06-28T10:44:58.087+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estatutos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>o CERN da questão</title><content type='html'>É altura do novo governo voltar aos antigos estatutos. O RJIES falhou no que respeita a uma maior democracia nas universidades. Reduziu a representatividade. Antes os Presidentes das Unidades Orgânicas eram eleitos por todos, agora são eleitos por um colégio eleitoral designado por Conselho de Escola. Perdeu-se imenso tempo com elaboração de estatutos para não adiantar nada nem em relação à representatividade nem em relação ao intercâmbio de ideias, uma vez que no anterior regime ao menos a Assembleia que era constituída por todos os docentes discutia os programas e as actividades da Escola. A Universidade globalmente também não se democratizou, pelo contrário enfeudou-se mais ao reitor. O Conselho Geral não é mais do que a antiga Assembleia, um órgão que elege o reitor. Poderá reunir mais vezes mas não tem a relevância que se previa, uma vez que acaba por ser um órgão consultivo do reitor, precisamente por ser o órgão que elege o reitor e de ter na sua composição a base de apoio da sua eleição. A eleição devia ser ou por outro órgão para não haver esta ligação entre eleitores e eleito. Assim tal como está é como uma espécie de Assembleia da República em relação aos deputados, em que todos se manifestam mas indo a votos, o partido com maior número de deputados, o partido do governo, é que ganha sempre. No caso das Universidade, por analogia, o "governo" é o reitor mais a sua equipa reitoral e a Assembleia da República é o Conselho Geral. &lt;br /&gt;Em vez de evoluir para um sistema em que todos os corpos que constituem a Universidade tenham representatividade, houve uma menorização da representatividade de alguns corpos, por exemplo a dos funcionários. Os estudantes continuam com o poder de antigamente, podendo decidir uma votação essencial para a Universidade, como aconteceu com a votação da passagem da UM a Fundação em sede de Conselho Geral. Este novo regime, o fundacional, que não lhes fará diferença nenhuma, poderá afectar muito os outros corpos da Universidade, os professores e os fuincionários. Os investigadores dominam os Conselhos Científicos, o que seria lógico, não fosse o facto de uma fatia relevante ser composta por bolseiros que podem ter apenas um ano de casa. Antes o Conselho Científico era constituído por directores dos Centros de Investigação, agora a a sua representatividade pode ser inferior à dos outros investigadores. Poderá haver situações em que uma nomeação definitiva de um professor,por exemplo, seja decidida por bolseiros! Tudo isto tornou-se possível por uns estatutos feitos em cima do joelho, mesmo demorando o tempo que demorou.&lt;br /&gt;Como diz o ditado, para pior já bastava assim, ou seja, não estávamos pior com o anterior estatuto.&lt;br /&gt;Às vezes é melhor não inventar, mas como o nosso anterior ministro era um físico e não um gestor, as suas brilhantes ideias resultaram no que está á vista. Esperemos que não haja uma fusão atómica através da colisão de partículas, com uma geração de energia nunca vista, tal como ambiciona que aconteça no acelerador de partículas do Laboratório europeu de física de partículas, CERN, porque no caso de professores a colisão pode provocar o contrário, perda de energia no sistema, energia essa que é essencial ao processo de ensino e investigação. &lt;br /&gt;Ora aí a questão: aplicou-se em pleno o princípio de Peter ao promoverem um físico a ministro.Que esperavam?&lt;br /&gt;Esperemos que um matemático, que o é o novo ministro, não vá pelo mesmo caminho, e aplique a "lógica" da matemática ás instituições universitárias, mas que aplique o bom senso, que é algo que tem faltado em quem nos tem tutelado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4304187805491353436?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4304187805491353436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4304187805491353436&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4304187805491353436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4304187805491353436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/06/o-cern-da-questao.html' title='o CERN da questão'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4419514188693656373</id><published>2011-06-19T07:12:00.006+01:00</published><updated>2011-06-19T10:00:44.436+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>A Justiça e a Avaliação do RAD</title><content type='html'>Pode-se dizer que a Justiça funciona mal mas pelo menos não há dúvidas de como funciona em termos de hierarquia. Na carreira dos juízes a hierarquia é respeitada porque só há um regulamento. Nas Universidade havendo dois regulamentos tudo se confunde. Um director duma sub-unidade de ensino e investigação pode anular totalmente o que vem estipulado no ECDU relativamente à hierarquia, se quiser. Pode alegar a legitimidade do voto, por ter sido eleito pela maioria dos membros do departamento ou centro, e decidir sobre assuntos que em princípio deviam ser da responsabilidade do Professor mais graduado. As disciplinas em que os professores se deveriam agrupar, podem deixar de funcionar. Basta que o Director não implemente o modelo que o ECDU prevê para que não funcionem. Os Professores Auxiliares não são nestes casos coordenados pelos seus superiores hierárquicos, sejam Professores Associados ou Catedráticos, nem os Professores Associados são coordenados pelos Professores Catedráticos. Há uma total liberdade nestes casos de actuação o que pode parecer muito democrático. No entanto todos sabemos o que a ausência de disciplina pode causar. O resultado está á vista. Na Engenharia por exemplo, basta ver quais os departamentos com piores índices de publicações, embora seja difícil avaliar departamentos e centros porque a média inclui elementos individuais com elevado número de publicações e outros sem nenhumas. Mas quem avalia sabe distinguir e nessa avaliação se for honesto e não "branquear" os maus resultados da maioria, chega infelizmente à triste conclusão que exceptuando um ou dois elementos, o nível científico é muito baixo. O nível pedagógico é mais difícil de avaliar para quem está de fora, mas normalmente acompanha o nível científico.&lt;br /&gt;Nada se faz sem esforço intelectual. Esse esforço pode ser anulado se não se estabelecerem objectivos individuais para cada elemento. Não basta apontar metas e tetos globais para cada departamento ou centro de I&amp;D, como acontece com o RAD da EEUM, e classificar segundo essas metas e testos. Seria necessário actuar antes para evitar o que pode vir a ser uma classificação geral medíocre. Seria necessário que essas metas e tetos tivessem sido implementadas há anos internamente e não se esperasse que fossem forçadas pelo exterior, neste caso pelo RAD.&lt;br /&gt;Anos de complacência podem em muitos casos ter o seu resultado espelhado no RAD. Esperemos que os culpados sejam por uma vez identificados e que dos maus resultados se tirem consequências e que se ponha a casa em ordem, pronta para próximas avaliações. Temo que já não se vá a tempo e que numa ânsia de cortes por parte da Administração Publica, esta seja uma forma de cortar nos excedentes por parte daqueles que têm essa incumbência, ou seja, os mesmos que nunca fizeram nada para evitar este estado de coisas. Esses estão e estarão sempre bem, assim reza a história. Comecei por referir a Justiça e acabo dizendo que não há Justiça para os que não fizeram por a merecer e que estiveram anos em jogos proteccionistas de si próprio e dos seus pares.&lt;br /&gt;Afinal há a Justiça que o Povo diz ser a Justiça de Deus, pois Deus escreve direito por linhas tortas. Ninguém se pode queixar, porque quem os pôs lá (a estes senhores) à frente das sub-unidades (Departamentos e Centros) são aqueles que agora vão ser avaliados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4419514188693656373?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4419514188693656373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4419514188693656373&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4419514188693656373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4419514188693656373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/06/justica-e-avaliacao-do-rad.html' title='A Justiça e a Avaliação do RAD'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7389864306825873932</id><published>2011-06-12T20:22:00.009+01:00</published><updated>2011-06-13T21:38:47.187+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cursos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolonha'/><title type='text'>Como ligar o ensino às exportações?</title><content type='html'>Ouvimos os políticos em geral a enaltecer as indústrias exportadoras como sendo o motor da Economia. Se virmos o panorama nas Universidades Portuguesas, o que vemos é que os cursos mais populares não estão ligados a indústrias exportadoras, embora se possa argumentar que os cursos de banda larga, tais como os cursos de gestão, sejam para todas as áreas incluindo a indústria. Cursos de biologia, engenharia biológica, engenharia biomédica, cursos de alguma forma conotados com as ciências da vida, muito procurados por alunos que sentem vocação ou foram incentivados pelos vários programas de Ciência Viva, verdadeiro sorvedouro de dinheiros públicos, nem sequer estão conotados com a indústria quanto mais a indústria exportadora. Um dos cursos de engenharia mais populares é o curso de Engenharia Civil. No entanto não é uma indústria exportadora, a não ser se considerarmos exportar engenheiros como fazendo parte das estatísticas de exportação. &lt;br /&gt;De tempos a tempos também ouvimos alguns políticos ou jornalistas a criticarem o facto da Universidade e a indústria andarem de costas voltadas. São só palavras de circunstância porque uma política séria de planeamento do Ensino Superior no que respeita às Ciências e à Engenharia implicaria um planeamento desde o 1º ciclo, passando pelo secundário e não uma análise só da Universidade. Quando entram na Universidade já é tarde para os jovens, pois já fizeram a sua escolha. Mostrar aos jovens do ciclo e do secundário as empresas e o seu potencial existente (e o ainda não-existente),  não fazê-los sonhar só com coisas interessantes divulgadas nos programas de divulgação da ciência como os pequenos truques que se fazem com a física ou a química e biologia, que não vão contribuir para o seu futuro, seria a meu ver mais útil ao futuro dos jovens. Seria mais útil que os jovens ouvissem empresários bem sucedidos de empresas do que professores universitários que nunca puseram os pés numa empresa, a apregoarem os seus cursos como sendo os melhores. Afinal os jovens de hoje não vão trabalhar nas Universidades mas nas empresas! Parece que é um País fascinado pelo ensino e esquecido do mundo real. Quando os alunos finalmente entram num desses cursos com que sonharam ouvem mais do mesmo só que mais sofisticado e mais desenvolvido. No fim do curso, podem ficar saciados de tanta ciência, mas ficam desprovidos de qualquer experiência que lhes permita entrar no mundo empresarial. Poderiam ser professores se não houvesse o desemprego que já existe e existirá durante anos neste sector. Muitos continuam com o sonho, enveredando pela via da investigação que é só um adiamento do inevitável, num País que não tem lugar para doutorados nas suas empresas.&lt;br /&gt;O próprio sistema de ensino está artificialmente empolado, com programas doutorais em engenharia que não servem para as empresas, porque os alunos debruçam-se sobre um assunto muito específico. Mais parece que não há qualquer estratégia nas Universidades a não ser alimentar os alunos com cursos de 2º e 3º ciclo para que não fiquem no desemprego logo após a licenciatura, e ao mesmo tempo garantir que a Universidade não perca alunos, nem que isso signifique baixar o nível.&lt;br /&gt;É certo que já não há um caminho direto para o emprego via ensino superior. Acabaram com os Politécnicos e transformaram-nos em Universidades tornando esta via mais difícil. A Escola Tecnológica não responde á necessidade que as empresas têm para inovarem e darem o salto tecnológico, sendo mais uma forma de fornecer as empresas com mão-de-obra qualificada que o é mas não o suficiente. O mais dramático é que mesmo muitos destes não ingressam nas empresas portuguesas preferindo emigrar. Que fazer?&lt;br /&gt;Com um governo maioritário há uma oportunidade para fazer uma reestruturação geral do ensino de ciências e engenharia e pô-lo ao serviço das indústrias exportadoras. Mas fazê-lo implica mexer em muitos interesses instalados e isso já se provou com o  anterior governo que é muito impopular. Resta-nos continuar a esperar que haja bom senso por parte dos pais e alunos na escolha do cursos e por parte dos professores que pensem mais no futuro dos alunos do que no seu próprio futuro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7389864306825873932?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7389864306825873932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7389864306825873932&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7389864306825873932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7389864306825873932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/06/como-ligar-o-ensino-ao-pib.html' title='Como ligar o ensino às exportações?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4002959154917953800</id><published>2011-06-03T08:14:00.007+01:00</published><updated>2011-09-07T21:16:51.796+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='campus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><title type='text'>UM: Atrair peões ao campus</title><content type='html'>Com o aproximar do Verão, constatamos as deficiências do campus de Gualtar e mesmo o de Azurém, embora menos, no que respeita a espaços verdes. Numa altura em que os alunos e investigadores poderiam auferir desses espaços nos seus tempos livres, como acontece em países realmente desenvolvidos, vemos os alunos em ambientes confinados, em corredores e em halls sem condições, o que não abona em nada a favor da Universidade como local de convívio, que também o deve ser. Afinal estes são considerados anos marcantes na vida dos jovens. Com que memória que ficam da sua passagem pela Universidade? Como procura a Universidade atrair os alunos? Noutras Universidades que lutam por cativar os melhores alunos estas não deixam de referir e mostrar os seus espaços verdes, por onde se pode conviver e relaxar num ambiente agradável, tão importante para enfrentar mais uma aula ou mais um teste ou exame.&lt;br /&gt;Infelizmente, os reitores anteriores não defenderam o espaço em frente ao campus de Gualtar, a chamada quinta dos peões, que foi desafectada do Estado (Ministério da Agricultura) por uma câmara dependente de empreiteiros, e com a passividade ou mesmo conivência da Universidade. &lt;br /&gt;O actual reitor, bem podia reverter esta situação e já que fez da possibilidade de alienar património um dos argumentos da sua campanha para passagem da universidade a fundação, poderia aproveitar essa possibilidade também para "readquirir" este património ao sr. Rodrigues Névoa, que tenho ideia ser o actual proprietário da quinta dos peões. Embora em teoria a Universidade não devesse pagar por um espaço que já era do Estado, uma vez que o negócio foi feito e houve transferência de dinheiro de privados para o Estado, o que por si só é estranho e devia ser investigado, devia a Universidade pagar exactamente a mesma quantia ao sr Rodrigues Névoa para não ser mais prejudicada do que já foi em todo este negócio. E devia fazê-lo antes que se começasse a construir!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4002959154917953800?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4002959154917953800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4002959154917953800&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4002959154917953800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4002959154917953800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/06/atrair-peoes-para-o-campus.html' title='UM: Atrair peões ao campus'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4043492824183510944</id><published>2011-05-26T08:32:00.005+01:00</published><updated>2011-05-26T11:28:28.787+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ECDU'/><title type='text'>A Fundação: regime de contratações e promoções</title><content type='html'>É sabido que no nosso País funciona e funcionou sempre a cunha. Uma palavrinha, uma ligação familiar ou de amizade ou de outra natureza, e o emprego ou a promoção estão garantidas. Acontece nas empresas e acontece na função pública. Todo o País depois sofre na sua competitividade por muitas vezes não serem os melhores em cargos de chefia, ou mesmo que não sejam de chefia mas suficientemente relevantes para "atrasar toda a máquina" ou numa designação muito mais apropriada em inglês: "slow down". Os sociólogos teriam muito a estudar sobre esta apetência que os homens e mulheres têm para se sentirem poderosos ao ter nas suas mãos o destino de alguém, e de daí tirarem prazer ao decidir sobre o seu emprego e futuro profissional.Também sobre os candidatos que se sujeitam a essa arbitrariedade este estudo faria um bom "case study" em termos da aceitação de ficarem a dever favores ao seu chefe e de futuro ter que "pagá-los".&lt;br /&gt;Na função pública, quando um governo introduz uma lei mais exigente de concursos para admissão ou promoção de pessoal, é com o objectivo de reconhecer o mérito na avaliação. No entanto há uma tendência recente de se confundir competitividade com agilização de processos de contratação e de promoção. É o caso da transformação da Universidade em Fundação, em que todos estes processos de contratação e de promoção serão muito mais simples e rápidos. Pode de facto haver a coincidência de se contratar alguém muito capaz que imediatamente põe as suas capacidades de trabalho ao serviço da instituição e tal como em muitas empresas de sucesso, potencia a produtividade da secção para onde foi trabalhar ou onde foi promovido e indirectamente contribuir para a produtividade da própria Universidade. Mas em muitos casos pode também funcionar a cunha ou a proximidade, familiar ou outra, uma vez que é uma condição que não desapareceu nem desaparece tão cedo da sociedade portuguesa. No caso da promoção de funcionários, já temos o exemplo do SIADAP que permite aquilo a que se designou por Opção Gestionária, mas que bem se podia designar por "opção discricionária" pelas injustiças que causa ao passar ao lado da avaliação objectiva regular. No caso dos professores, o ECDU ainda vigora com exclusividade da promoção por via duma avaliação por concurso. Com a passagem da Universidade a Fundação, vai haver também a possibilidade de passar ao lado do ECDU, o que poderá também gerar situações de injustiça. Vamos esperar para ver, porque se as dúvidas ou mesmo rejeição de muitos professores da passagem a Fundação já são muitas, então serão muitas mais nessa altura, o que poderá provocar uma alteração do sentido de voto nas próximas eleições para os cargos dirigentes da UM, uma vez que os actuais dirigentes são os protagonistas desta mudança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4043492824183510944?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4043492824183510944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4043492824183510944&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4043492824183510944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4043492824183510944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/05/fundacao-regime-de-contratacoes-e.html' title='A Fundação: regime de contratações e promoções'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3109093621112763302</id><published>2011-05-15T21:02:00.010+01:00</published><updated>2011-05-16T15:37:54.992+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolonha'/><title type='text'>Desvalorização dos graus em Engenharia</title><content type='html'>Mestrado? Doutoramento? São palavras que em tempos eram raras no quotidiano português mas que agora são comuns, o que seria exclusivamente motivo de orgulho para o nosso País, mas que são também motivo de preocupação pela sua aparente desvalorização. Senão vejamos. Para ingressar no Mestrado já não é necessário como era antes de Bolonha nota de 14 ou 13 com um bom currículo, e na Engenharia, no caso dos Mestrados Integrados, é uma continuação dos primeiros 3 anos, que conferem o grau de licenciatura. É preciso que se recue aos primórdios de Bolonha para nos lembrarmos que as licenciaturas eram para ser por si só o grau de ingresso no mercado de trabalho, com o objectivo de encurtar esse período de aprendizagem tornando-o torná-la mais virado para  Mercado. Todos sabemos o que fizemos dessa ideia: foi para o lixo porque não interessava ao Ensino Superior ter os alunos menos anos na instituição com a consequente perda de receitas para as Universidades. Assim, desvalorizando a licenciatura, sobrecarregando-a de matérias que não interessariam ao potencial empregador, forçam os alunos a continuar para Mestrado para assim poderem ter aceitação no mercado de trabalho, e facilitam também essa transição integrando o grau de licenciatura em Mestrado Integrados.&lt;br /&gt;Por sua vez, esta massificação de Mestrados, para além de desvalorizar o grau, força os alunos a pensar diferenciarem-se da concorrência, pensando em prosseguir para o doutoramento. A Universidade agradece e facilita essa transição: para ingressar no programa doutoral também não é necessário nota de 14, ou Mestrado com classificação de Muito Bom como era antes de Bolonha. Os Doutoramentos são agora programas doutorais, em que, tal  como no Mestrado, têm um ano com aulas em matérias de "adaptação" à àrea do doutoramento e aulas em matérias de preparação para a investigação. Tudo muito lógico, mas perde-se um ano de investigação. Portanto temos o programa doutoral com menos um ano de investigação no doutoramento. &lt;br /&gt;Em termos de capacidade dos doutorandos para a investigação, como consequência dos anos iniciais da licenciatura sem aulas de preparação de prática laboratorial, substituídas que foram em muitos casos por teoria e por trabalhos em computador (com recurso a motores de busca e enciclopédias on-line), temos a má preparação laboratorial dos alunos, mesmo daqueles que entraram com notas superiores a 14, indispensável para cumprirem um doutoramento. &lt;br /&gt;Será normal que os supervisores façam que tudo seja possível fazer no curto espaço de tempo que têm para cumprir o calendário, não querendo dispensar no seu currículo mais uma orientação de um doutoramento.&lt;br /&gt;Exagerado este cenário? Gostava que o fosse, mas teriam que me convencer do contrário, com factos e não "pedagogia", que é o que não falta na nova realidade que é Bolonha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3109093621112763302?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3109093621112763302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3109093621112763302&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3109093621112763302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3109093621112763302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/05/desvalorizacao-dos-diplomas-de.html' title='Desvalorização dos graus em Engenharia'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-620106761730371515</id><published>2011-05-07T15:39:00.010+01:00</published><updated>2011-05-15T22:13:35.448+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='investigação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>A inércia do sistema perante sintomas preocupantes</title><content type='html'>Surgem ciclicamente mensagens de alguém que sente que foi marginalizado pelos seus superiores ou mesmo colegas, como foi o caso desta semana de Joaquim Sá do IE-Instituto da Educação. Conheço o Joaquim e conheço os seus problemas por alto, mas não conheço toda a história por detrás de tanta amargura. Sei que terá as suas razões, porque sendo um professor profundamente honesto , não conseguiu no entanto progredir na carreira tal como desejava. Assistiu durante anos à progressão de outros que não reconhece como tendo um currículo superior ao seu, ou pelo menos que não tem um currículo que lhe pareça em linha com as directrizes do que é normal nas Ciência de Educação. Para um leigo nesta área como eu, também fico surpreendido como currículos de biologia e áreas afins chegam a Professor Catedrático em departamentos onde supostamente “se ensina a ensinar”, havendo ainda por cima outros com currículo em áreas mais de acordo com a Educação em geral como é o Ensino de crianças, que é aparentemente a área do Joaquim, que ficam pelo caminho.&lt;br /&gt;A frustração de ninguém lhe responder a estas questões, que lhe parecem anómalas, levou-o ao desespero e a tomar atitudes que muitos reprovam, como o de divulgar textos que chegam a insultar quem percorreu esses caminhos paralelos à Educação como o seu colega Nelson Lima, ele próprio eventualmente uma vítima do sistema, que como denuncia o Joaquim,  “anicha” professores onde existe vaga, independentemente do seu currículo ser aquele que mais interessa ao fim em vista: neste caso a Educação. Também não aprecio esta forma de protesto que procura envolver todos os membros da comunidade académica num assunto que eventualmente não poderão julgar com isenção por não conhecerem toda a envolvente, e que por isso castiga quem não esperava tal ataque quando inocentemente divulga o que tem construído ao longo dos anos na UM, ou seja uma Micoteca, que sem dúvida tem muito interesse e mérito, embora talvez não para o Instituto de Educação, pelo menos directamente. Dito isto, também compreendo o grito de revolta do Joaquim, que entendo não como um ataque ao seu colega, mas mais um grito contra o sistema que o usou e o "cuspiu" quando ele se tornou incómodo. Infelizmente há vários casos destes nas Universidades, não só na UM como é bom de ver, e não há quem se interesse e procure resolvê-los. Para os alunos há o Procurador do aluno, mas infelizmente para os professores isso não existe.&lt;br /&gt;Amigos Joaquim e Nelson, que não tenho o prazer de conhecer, como os compreendo! O Joaquim por não ter sido reconhecido o seu mérito, o Nelson que fez algo que ninguém lhe pediu para fazer, uma Micoteca, o que na Função Pública é invulgar. E se o fez por vias paralelas é porque não o poderia fazer por outras vias. Mas por favor, o vosso inimigo é o mesmo por isso não se digladiem mutuamente. Antes combatam o sistema juntos. Vejam como se originou toda esta confusão de critérios e exponham essas incongruências juntos, sugerindo rearranjos de sub-unidades orgânicas ou mesmo Unidades orgânicas de modo a que todos no futuro tenha uma vaga onde poderá correctamente se “anichar”, sem usar o nicho alheio.&lt;br /&gt;É minha convicção e já a exprimi aqui neste espaço, que a UM já devia ter feito esse estudo global, reorganizar-se em novas e restruturadas unidades e sub-unidades. Não o faz para não mexer nos interesses instalados e como consequência temos casos como este, que imagino ser só a ponta do iceberg.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-620106761730371515?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/620106761730371515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=620106761730371515&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/620106761730371515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/620106761730371515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/05/inercia-perante-sintomas-preocupantes.html' title='A inércia do sistema perante sintomas preocupantes'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-8241840032423191315</id><published>2011-04-30T07:48:00.014+01:00</published><updated>2011-07-17T08:48:26.512+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolonha'/><title type='text'>A Fundação: algumas dúvidas in-funda-das?</title><content type='html'>Em que consiste a Universidade? Somos um serviço público em primeiro lugar para formar alunos ou somos uma instituição que se auto-alimenta de alunos para sobreviver? Estamos aqui para fazer investigação também, ou isso é voluntário? Tantas questões com que nos debatemos no dia a dia da nossa profissão, que ao acrescentar mais uma, ser Fundação ou não, corremos o risco de implodir! Como afecta a Fundação estes propósitos da Universidade? Será que vai incutir um espírito empresarial e adicioná-lo ao espírito de serviço público? Seríamos uma espécie de funcionários multi-tarefa, em que à Segunda seríamos empreendedores e andávamos a cativar verbas para os 50% de comparticipação que a Universidade precisa (ou não?) de apresentar como receitas próprias, à Terça dávamos umas aulas, à Quarta faziamos investigação, à Quinta tratávamos da burocracia dos papéis respeitantes a Bolonha, à Sexta tratávamos da burocracia referente à Segunda feira (projectos com empresas para captação de verbas, incluindo a deslocação em serviço e pedido de PSEC no caso de termos tido sorte com a captação de verbas) e dos papéis referentes ao I&amp;D que precisamos de fazer na semana seguinte (ofícios ao reitor, ajustes directos para compra de matérias primas, e eventualmente tratar duma equiparação a bolseiro para uma conferência em Espanha, aqui pertinho porque as verbas não dão para muito mais). Concluindo, a burocracia só aumentaria com a Fundação, as aulas seriam entaladas com actividades que os docentes cada vez têm menos vontade de fazer, como a saída para o mundo real, o que tornaria aqueles que estão já viciados na burocracia de Bolonha em personagens ainda mais instáveis, devido ao nervosismo que essas novas exigências lhes trariam. Em cima de tudo isto há a conotação da palavra "Fundação" que em muitos docentes será qualquer coisa diferente daquilo para o qual eles entraram e que lhes daria um emprego seguro para toda a vida, uma vez que as Fundações que existem são mais "hobbies" que coisas sérias, como o é, aos seus olhos a "coisa" pública.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-8241840032423191315?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/8241840032423191315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=8241840032423191315&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8241840032423191315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8241840032423191315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/04/fundacao-algumas-duvidas-in-funda-das.html' title='A Fundação: algumas dúvidas in-funda-das?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-9034863772705821165</id><published>2011-04-23T14:13:00.007+01:00</published><updated>2011-04-26T10:13:58.529+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>Burocracia</title><content type='html'>Todos ou quase todos nós já nos deparámos pelo menos uma vez na nossa vida com atrasos com qualquer requerimento devido à burocracia de instituições públicas.  Mas enquanto que no dia a dia a burocracia tem sido parcialmente eliminada, com a introdução do programa Simplex (empresa na hora, casa na hora, registos de carros, etc), na Universidade e em tudo o que tem a ver com inovação ou I&amp;D continua a burocracia.  Relativamente ao I&amp;D não se entende como pode haver tanta burocracia. Uma das razões para os atrasos são as muitas barreiras que se interpõem no percurso dos documentos(nem documentos devia haver nesta era informática !). Mesmo aqueles que se pensaria à partida que não haveria mais que fazer uma transferência entre centros de custos, necessitam de passar por inúmeras funcionárias, andam em ping-pong de uns gabinetes para outros, da reitoria para os vários pelouros da reitoria, para a Divisão Financeira e lá dentro de umas funcionárias para outras. Claro que qualquer acção por parte dos órgãos que decidem, deve haver um requerimento, muitas vezes dirigido ao sr. Reitor, que terá que passar por todos os controlos durante o seu percurso, começando pela sub-unidade, passando pela Escola, e se houver mais algum órgão intermédio que se lembre de exigir de verificar e validar o requerimento, ainda tem que fazer um desvio por ali também. Numa era de informatização não se entende porquê que ainda se usa tanto este "meio de transporte" (papel).No entanto o que achei curioso é que ninguém quer depois ficar com o papel. Ele volta á base e é o infeliz do docente/investigador que o tem que armazenar, pelo menos no caso de projectos (se isto continua assim os gabinetes dos docentes com projectos, transformar-se-ão nos arquivos da UM no que respeita a projectos). &lt;br /&gt;Este ano ainda não tenho experiência de fazer um documento de despesa, pois com tantos passos que o antecedem, desde que abriu o programa de gestão de verbas, ainda não chegou a hora (já lá vão quase 3 meses). Dizem-me que uma vez chegado a este ponto, agora até é mais rápido que com o anterior programa. Oxalá. Mas melhorando uma etapa, não adianta muito, se tudo o resto está mais lento. &lt;br /&gt;Devo dizer que se a Fundação eliminasse esta burocracia, eu seria o primeiro a apoiá-la. Mas será que os passos intermédios e o ping-pong que os documentos sofrem, serão eliminados? A não ser que haja uma mudança de mentalidade e que se deixe de duvidar de quem faz projectos como se de falsários se tratassem, obrigando-os a passar por todos estes controlos, receio que o novo regime fundacional não fará grande diferença ao dia a dia pantanoso do professor/investigador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-9034863772705821165?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/9034863772705821165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=9034863772705821165&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9034863772705821165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9034863772705821165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/04/burocracia.html' title='Burocracia'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6202525635898854235</id><published>2011-04-17T09:39:00.006+01:00</published><updated>2011-04-17T18:20:19.447+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Fórum Fundação</title><content type='html'>No Fórum promovido pelo reitor em Azurém na Quarta-feria dia 13, constatou-se mais uma vez o desinteresse da comunidade académica pelo tema Fundação (havia talvez umas 20 pessoas na sala). A apresentação do reitor foi longa e mais completa do que a da primeira vez, abordando em mais pormenor aspectos que não estavam claros, pelo menos para mim. Mesmo assim, como não tenho conhecimento do que tem sido a experiência de outras Universidades e sendo essa experiência curta, conto-me entre aqueles que não apoiando a Fundação também não a negam. Não havendo defensores da "não passagem" a Fundação que se tivessem manifestado no Fórum, não houve oportunidade para um ouvinte atento como eu de duvidar dos argumentos apresentados a favor da Fundação. Houve uma pergunta que coloquei sobre os empréstimos: Que regras havia (se algumas) para esses empréstimos, se não haveria o perigo de seguirmos o rumo que os demais organismos Públicos que podem recorrer a empréstimos, como autarquias e parcerias público-privadas, tinham seguido com endividamentos que dificilmente poderiam pagar. Foi respondido que não que este assunto estava regulamentado por decreto-lei e que também o reitor e demais órgãos (Conselho Geral?) teriam que seguir as directivas de defesa da instituição pública, havendo uma obrigação ética nesse sentido. Posta a questão por dois outros membros da Academia também presentes na sala se outros reitores no futuro o fariam a resposta foi de que o Conselho de Curadores não permitiria empréstimos que não fossem sustentáveis. Também foi referido que os empréstimos seriam mais para auxiliar a tesouraria de projectos de investigação e não para obras de raiz porque para esses haveria outros mecanismos de financiamento.&lt;br /&gt;Como ouvinte pareceu-me que o reitor estava muito seguro e confiante no "projecto" Fundação, eu diria, demasiado seguro. Pode-se interpretar isto de várias maneiras que deixo à consideração e imaginação de cada um, mas para mim foi em parte consequência do fracasso relativo da petição para um referendo com aproximadamente 200 pessoas a assinar. Não o beliscou nem um pouco, pelo contrário, tal como eu previa deu-lhe força para, podendo socorrer-se dos números, alegar que só uma minoria o contraria. Já o &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/04/inquerito-sobre-fundacao.html"&gt;inquérito&lt;/a&gt; (1º) promovido pelos funcionários mas dirigido também a docentes, e muito menos divulgado, tendo sido quase só exposto no blogue UM Para Todos, conseguiu resultados mais representativos, sendo que a maior parte das respostas foram no sentido de que os inquiridos não dispunham de dados suficientes para se pronunciarem. Até parece que estes estão a seguir o lema de uma astróloga da praça pública que diz sobre o seu método de previsão do futuro: "Não negue à partida uma ciência que desconhece". Assim é, e sem experimentar nunca se saberá. Afinal, pode-se sempre recuar após as próximas eleições para os órgãos da UM daqui a pouco mais de dois anos se a maioria o quiser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6202525635898854235?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6202525635898854235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6202525635898854235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6202525635898854235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6202525635898854235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/04/forum-fundacao.html' title='Fórum Fundação'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-9088629670662302242</id><published>2011-04-17T08:40:00.008+01:00</published><updated>2011-04-17T10:37:56.929+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Inquérito sobre Fundação</title><content type='html'>Divulgam-se os resultados dum inquérito dirigido a toda a Academia, efectuado pela equipa do blogue &lt;a href="http://www.umparatodos.com/index.php"&gt;"UM para todos":&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O UMPARATODOS conclui hoje a 1ª fase do Inquérito promovido para auscultar a opinião da comunidade académica sobre o processo em curso, desencadeado pela apresentação da proposta do Reitor ao Conselho Geral de alteração do regime jurídico da UMinho. &lt;br /&gt;O número de registos efectuados na consulta foi de 1 251. &lt;br /&gt;Apenas um número relativamente  reduzido de  inquiridos tem uma opinião conclusiva, quando confrontado com a concordância da passagem a fundação. De estes, apenas 62 (4.94%) emite opinião favorável. Já 203 (16.16%) são inequivocamente  contra . &lt;br /&gt; A grande maioria dos inquiridos continua a  considerar que não tem informação suficiente, não se tendo registado qualquer alteração, no essencial, no número de respostas dadas face aos resultados apurados na passada semana.. &lt;br /&gt;Assim, 396 pessoas (31,53%) referem que não têm informação suficiente, sendo ainda esta a opção dominante. &lt;br /&gt;Segue-se, novamente, a que manifesta que “Talvez, mas não tenho informação suficiente” – 356 pessoas, perfazendo 28.34% dos inquiridos. &lt;br /&gt;O número dos que acha que "a informação que têm indica que é uma má opção" mantém-se inalterado em 115 (9.16%)  &lt;br /&gt;O mesmo acontece com aqueles que têm reservas, acham que o momento não é oportuno 28 (2,23%) , e os que não têm opinião 32 (2,55&lt;/em&gt;%)."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-9088629670662302242?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/9088629670662302242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=9088629670662302242&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9088629670662302242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9088629670662302242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/04/inquerito-sobre-fundacao.html' title='Inquérito sobre Fundação'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-276640345015581797</id><published>2011-04-10T19:27:00.014+01:00</published><updated>2011-04-10T22:47:31.508+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><title type='text'>Avaliação na Escola de Engenharia-documento final</title><content type='html'>O regulamento de avaliação de professores da Escola de Engenharia, o RAD-EEUM, entrará em vigor brevemente. Da discussão entre os vários departamentos e centros, resultou um regulamento de compromisso que tem a particularidade de ser efectuado através de um programa informático que facilitará a auto-avaliação e a própria avalaliação pelos avaliadores nomeados pela Escola, como por exemplo por facilitar a avaliação dos artigos científicos através ter uma ligação imediata ao ISO web-of-knowledge (wok), confirmando ou não a presença da revista nesse catálogo de prestígio que é o ISI-wok. O factor de impacto varia de área para àrea, sendo aquelas àreas com maior volume de publicações, as que têm maior factor de impacto e também maior número de citações, outro factor de avaliação. No entanto, penso que estas discrepâncias foram tidas em conta pela introdução de diferentes metas para os váris departamentos.&lt;br /&gt;No entanto alguns aspectos são preocupantes, noneadamente a equivalência de proceedings de conferências a revistas científicas, só pelo facto de figurarem no ISI-wok. Uma coisa são artigos que são muito consultados e citados, e por isso têm um grande factor de impacto, outra coisa são conferências em que não se indica o factor de impacto e que podem só fazer parte do ISI-wok porque houve um número grande de atendimento nessas conferências e em que algumas apresentações que figuram nos proceedings foram citadas por essa razão em revistas científicas ou mais provavelmente em compilações ou "reviews". Aliás, os proceedings no ISI-wok tal como acontece nas publicações, têm um factor de impacto muito dependente da quantidade de investigadores que a "frequentam". Quanto mais abrangente a àrea de investigação maior o impacto e no entanto em algumas áreas muito específicas, há conferências que não figuram no ISI-wok por serem muito restritas, e que têm os melhores especialistas a apresentar trabalhos de I&amp;D de grande relevo. &lt;br /&gt;A pontuação duma comunicação numa conferência pode assim ser equiparada a um artigo científico e obter a mesma pontuação, bastando para isso que tenha sido recomendada pelo Centro de Investigação respectivo e figure no ISI-wok. Esta equivalência, tanto como me foi possível aperceber, originou de uma &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/plenario-da-escola-de-engenharia-sobre.html"&gt;proposta por parte do departamento de Informática&lt;/a&gt;, por argumentar que no caso da sua área muito específica, eram mais importantes os proceedings de conferências e a base de dados SCOPUS que artigos científicos e que o ISI-wok. Sabemos que a Informática é um caso à parte, mas daí a imporem o seu sistema de avaliação ao resto da Escola de Engenharia é no mínimo estranho, uma vez que a informática não é representativa em termos científicos do resto da Engenharia. Seria interessante saber se noutras Escolas de Engenharia do País, também foi feita a equivalência entre proceedings de conferências e artigos científicos, numa confusão de critérios que confunde o que à partida era uma óptima ferramenta de avaliação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-276640345015581797?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/276640345015581797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=276640345015581797&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/276640345015581797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/276640345015581797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/04/avaliacao-na-escola-de-engenharia.html' title='Avaliação na Escola de Engenharia-documento final'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-330468191886459101</id><published>2011-04-03T09:24:00.006+01:00</published><updated>2011-04-10T22:49:12.116+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Fundação: carne ou peixe?</title><content type='html'>O regime fundacional para as Universidades é algo que ninguém sabe muito bem o que é. Parece que é um misto de privado e público, isto é, como o povo diz, "Nem é carne nem é peixe". Têm-se multiplicado intervenções na UM sobre os benefícios ou os malefícios do regime fundacional. Normalmente os benefícios estão relacionados com os méritos das instituições privadas, ou seja, menos burocracia e mais flexibilidade na gestão de verbas. Os malefícios são também associados aos das empresas, ou seja, mais facilidade de despedimentos, maior diferença de salários entre os de topo e os outros. A maior autonomia serve para ambos os lados: menos dependente do Estado, gostam os que preferem menos Estado, não gostam os que privilegiam a segurança do emprego e os benefícios que ainda existem (ADSE, por exemplo). &lt;br /&gt;Embora a curto prazo a componente privada seja muito pequena, depressa se desenvolverá e em 10 ou 20 anos será a predominante, uma vez que á medida que os docentes e funcionários se reformam, os que os vão substituir já entram com o novo regime, o que em alguns casos não será muito diferente do que já acontece (contrato por tempo indeterminado) mas noutros casos poderá ser um contrato a prazo. Assim, podemos dizer que este processo é um processo de privatização de médio-longo prazo, ou não podemos?&lt;br /&gt;O que é um facto é que não há certezas em relação ao regime fundacional. Por isso na UM surgem abaixo assinados a pedir um referendo, o que é natural, dada a incerteza que paira sobre todos nós. Embora não creio que seja um abaixo assinado a pedir um referendo que seja a solução, uma vez que penso que quase ninguém está suficientemente esclarecido para votar sim ou não à Fundação, só o facto dele existir deveria dar que pensar ao reitor e ao Conselho Geral, que é a quem é dirigido o abaixo assinado. Se eles (reitor e Conselho Geral) realmente acreditam na Fundação, devem esclarecer os membros da Academia, devem apostar o seu lugar nesta proposta, e se não forem eleitos nas próximas eleições (afinal faltará pouco mais de dois anos), pelo menos os membros do CG que restarem para se candidatarem de novo, devem-no fazer com base na experiência entretanto adquirida. Talvez assim nas próximas eleições os eleitores estejam finalmente esclarecidos para votarem Fundação ou não. Afinal todos dizem que se pode voltar atrás, o que neste caso seria recuar, porque a experiência seria só o arranque.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-330468191886459101?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/330468191886459101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=330468191886459101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/330468191886459101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/330468191886459101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/04/fundacao-carne-ou-peixe.html' title='Fundação: carne ou peixe?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3106198336037858014</id><published>2011-03-27T10:29:00.008+01:00</published><updated>2011-04-11T21:39:06.406+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cursos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>Contrato de Confiança: possíveis consequências na progressão da carreira</title><content type='html'>Assistimos no ensino secundário ao facilitismo, tanto para os professores como para os alunos. Para os professores do ensino secundário, com a queda no Parlamento do modelo de avaliação em vigor e a fraca probabilidade de outro modelo credível ser implementado no curto/médio prazo, vai ser possível progredir na carreira sem qualquer controlo, tal como o fizeram no passado, somente com base na antiguidade. No caso dos alunos, não há provas de aferição até ao 9º ano. Veja-se o caso do aluno que apareceu numa reportagem que só sabia escrever o seu nome e nem sabia a data em que fazia anos, algures no interior do País, e que frequentava o 8º ano.&lt;br /&gt;No caso do Ensino Superior, com o novo contrato de confiança entre Governo e Universidades, multiplicam-se nas Universidades os cursos, nomeadamente os noturnos, para conseguirem novos alunos e assim justificarem as verbas que recebem do Ministério. Serve a declaração de voto que sustenta a posição que defendi em reunião do meu departamento (Engenharia Têxtil), para exprimir o que penso serão os riscos desta multiplicação de cursos. Embora se reporte a um curso em particular e possa não representar outras situações de outros cursos a serem propostos por outros departamentos da Escola de Engenharia ou de outra Escolas, é obviamente uma situação que me preocupa em relação ao meu departamento mas também ao que possa estar a acontecer  na Universidade do Minho e noutras Universidades, fruto da pressão a que estarão sujeitas com as regras do Contrato de Confiança Governo-Universidades. È caso para perguntar: contrato de Confiança ou de Desconfiança (na Qualidade futura da Universidade)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Declaração de voto Reunião dia 24 de Abril 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho explicitar a minha declaração de voto ao votar NÂO à proposta de um curso pós-laboral idêntico ao curso diurno de Design e Marketing de Moda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) O número de designers "puros" no departamento é oficialmente de 1 e não é doutorado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) O número de docentes que fizeram doutoramentos em Design e Marketing não o fizeram na componente de Design e Marketing de Moda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Mesmo considerando os docentes mencionados em 1 e 2 e juntar todos os outros que se "converteram ao Design" com cursos curtos intensivos , verifica-se que o número de horas para cada docente é suficientemente elevado para não ser necessário mais horas para estes docentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Ao trazer outros docentes de outras áreas para o Design, mesmo com a conversão referida em 3), iludem-se os alunos que esperavam que o curso fosse de realmente de Design e Marketing de Moda e não de Tecnologia Têxtil, nome que aliás não consta do título do curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) É claro que deriva dos pontos anteriores que os outros docentes que não são da área do Design beneficiarão muito pouco deste curso, e são os que menos horas têm neste momento (Química Têxtil por exemplo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) A competência científica, que deveria estar associada à componente pedagógica, pelo menos nos casos das Research Universities, deve estar em sintonia. No caso do Designers basta analisar os últimos relatórios do Centro para verificar que a componente científica dos Designers mencionados em 1 e 2 está muito pobre. Os outros de outras áreas que têm vindo a cumprir as tarefas burocráticas deste curso também são penalizados. Será difícil esta situação se inverter carregando-os com mais um curso. Em termos científicos o Departamento será penalizado. Os docentes serão penalizados na progressão na carreira. Por outro lado os docentes com menos aulas das outras áreas, terão mais tempo para se dedicarem à investigação. Teremos assim, um conjunto de docentes que progride mais rapidamente que outros ou por opção ou por incapacidade. Resta saber se alguns docentes se refugiam nas aulas e funções administrativas para não fazerem investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Há nitidamente uma tendência para a Moda e o Design, e cada vez a concorrência de outras Universidades e Institutos será maior. As empresas por outro lado saturarão, por serem na sua grande maioria só algumas com dimensão suficiente para terem um designer, sendo a maior parte PMEs. Haverá no futuro próximo, não tenho dúvidas, uma componente de empregabilidade na avaliação dos números clausus dos cursos. Poderá portanto ser um projecto só para o curto/médio prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guimarães, 24 de Abril de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime I. N. Rocha Gomes&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3106198336037858014?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3106198336037858014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3106198336037858014&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3106198336037858014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3106198336037858014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/03/contrato-de-confianca-ou-de.html' title='Contrato de Confiança: possíveis consequências na progressão da carreira'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1193327158534420134</id><published>2011-03-20T16:43:00.010Z</published><updated>2011-04-11T21:41:10.104+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='investigação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'>Geração à rasca</title><content type='html'>Nas manifestações de rua da auto-denominada "geração à rasca", ouvimos entrevistas de rua em que muitos dos entrevistados não só tinham a licenciatura mas tinham doutoramento e não arranjavam emprego. A manifestação que envolveu mais de cem mil pessoas, é um grito de revolta. No entanto fica também a ideia que o governo é responsável e poderá resolver-lhes a vida. Infelizmente o governo não pode dar emprego a quase ninguém por ter decidido congelar as contratações para a Função Pública, ao invés, continua a dispensar pessoal da Função Publica, seja por reformas antecipadas seja por outros meios. Quem pode empregar obviamente são as empresas. Mas as empresas e os empresários são um alvo difícil de identificar e não é popular culparem a falta de inovação e crescimento das empresa nos empresários. Os empresários, deviam por exemplo ser obrigados a contratarem x licenciados, y mestres e até alguns doutores, dependendo da sua dimensão, e não se permitir que lucrem com base em salários baixos de trabalhadores indiferenciados. Quem pode exigir? O governo. E a que empresas? Às que recebem subsídios do governo obviamente. Mas como este tipo de ideias é demasiado arrojado para qualquer governo, é melhor esquecer.&lt;br /&gt;A ingenuidade da juventude e o desespero leva-os a culparem o óbvio e mais distante, e a não analisarem aqueles com quem mais de perto conviveram durante as sua vida de estudante: os seus pais e os seus professores e os que lhes concederam as bolsas para estudarem e os lugares para investigarem. Infelizmente os pais com as melhores das intenções, muitas vezes cederam à ambição de terem filhos doutores, não interessava muito em quê, desde que pudessem dizer à família, vizinhos e colegas que os filhos eram doutores. Muitas destas famílias viviam, e vivem, com dificuldades e trabalharam uma vida inteira para que não faltasse aos filhos o que lhes faltou a eles e em contrapartida os jovens esforçam-se e entram no Ensino Superior ou mediante um sistema de facilitismo, mesmo sem esforço entram para as Universidades, Politécnicos ou Institutos. No pico desta enchente até entravam com notas negativas. Agora entram com notas positivas mas inflacionadas porque as estatisticas assim o exigem. Assim muitos avançam pelos cursos. Os melhores continuam para mestrados, doutoramentos e pós-doutoramentos, candidatando-se a bolsas de Universidades e Institutos que muitas vezes são até reconhecidos como excelentes. O problema é que estes institutos funcionam em circuito fechado. Alimentam-se dos trabalhos dos estudantes para com esse trabalho científico terem verbas para sobreviverem e até crescerem. Não há dúvida que alguns produzem trabalho científico de qualidade com estes bolseiros, e que é divulgado e até pavoneado pelos seus superiores nos media. Mas uma vez acabada a bolsa são descartados e os seus superiores continuam com outros bolseiros na mesma senda do auto elogio e do percurso mediático que alimenta o seu ego. Estes empregadores que pagam bolsas e recibos verdes deviam, a meu ver, ser honestos para com os candidatos e avisarem-nos que uma bolsa de pós-doutoramento, e mesmo de doutoramento, não dá emprego, pelo contrário só dificulta. &lt;br /&gt;A outra frase muito vulgar nas entrevistas e já gasta é a de emigrarem para outro País onde as probabilidades de emprego são melhores. Mais uma falácia. Países onde as probabilidades são melhores, tais como os Estados unidos, também são os Países onde há mais concorrência. Há milhares de indianos e chineses com excelentes currículos a candidatarem-se a esses lugares. Mas mesmo que se consiga um bom lugar permanente numa Universidade ou mesmo numa grande empresa, não é a mesma coisa (anúncio da zon…podia mas não era a mesma coisa). Fica a família para trás, ficam os amigos. Por outro lado, os jovens com boas qualificações que foram formados em Portugal têm uma dívida para com o País. Gastou-se dinheiro, criaram-se expectativas para o País, reveladas em estatísticas emanadas constantemente pelo Ministério de Mariano Gago, em nº de doutoramentos obtidos (sempre a crescer). Seria interessante se o Ministério fizesse um apanhado sobre o percurso desses doutorados nos anos subsequentes ao doutoramento! Talvez fosse menos triunfalista em relação a estes números!&lt;br /&gt;Há males que vêm por bem. Talvez a crise nas finanças dos ministérios, inclua o abrandamento neste frenesim e nesta corrida sem fim á vista.&lt;br /&gt;Financiar estágios remunerados acompanhados pelas Universidades em vez de bolsas seria um começo. E não só mil estágios como já o fizeram nos dois últimos anos. Vinte, trinta, quarenta mil, gastando tanto como têm gasto com os Institutos de investigação em actividades que muitas vezes são notícia mas não dão emprego a ninguém!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1193327158534420134?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1193327158534420134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1193327158534420134&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1193327158534420134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1193327158534420134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/03/geracao-rasca.html' title='Geração à rasca'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5123303195351725757</id><published>2011-03-12T17:26:00.007Z</published><updated>2011-04-10T22:50:05.840+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Fundação: o último debate</title><content type='html'>Mais um debate, o último, sobre a Fundação. Mais do mesmo a acreditar nos relatos disponíveis. De um lado a defesa de maior autonomia; do outro, a falta de confiança nas promessas vindas dos defensores do regime fundacional. Só tive ocasião de ver dois interveniente, Machado dos Santos e Jorge Pedrosa. Como moderador Machado dos Santos com uma intervenção pouco elucidativa, falando mais do passado que do presente. Jorge Pedrosa não trouxe também nada de novo ao debate. E esse é o problema nos debates. Não há nova informação que permita que se faça um juízo sobre o assunto. Não vale a pena falar em mais autonomia sem dizer como, nem falar em mais verbas se não se disser como as vão investir. Não há qualquer plano. É como ir ao banco, pedir um empréstimo e não dizer como vai haver retorno do dinheiro emprestado. Porque se a Universidade pedir empréstimo, outras das vantagens anunciadas, terá que o pagar de volta e para isso terá que ter um plano, coisa que o reitor não apresentou nem sequer referiu nos debates. &lt;br /&gt;Também não é razoável estar totalmente contra o regime fundacional sem saber exactamente o que isso implica. Não basta dizer que isso implica a politização da Universidade através dum Conselho de Curadores. A Universidade já está dependente do Ministério por depender da tutela para o seu financiamento. Com a Fundação não me parece que mude algo nesse sentido. Os curadores são propostos pelo reitor e não pelo governo. Por sua vez o reitor continua a ser eleito pelo Conselho Geral.&lt;br /&gt;O que me parece é que em todo este processo, tem havido muita pressa em avançar para este regime, como se o fim em vista fosse mais importante que os meios para o alcançar. Os debates mais parecem uma forma de legitimar todo o processo. No fim dir-se-á que afinal o assunto foi amplamente debatido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5123303195351725757?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5123303195351725757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5123303195351725757&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5123303195351725757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5123303195351725757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/03/fundacao-o-ultimo-debate.html' title='Fundação: o último debate'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3497722110558022616</id><published>2011-03-05T08:02:00.005Z</published><updated>2011-04-10T22:50:33.961+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Em que nos vamos (vão) meter?</title><content type='html'>Os debates sucedem-se sobre a Fundação. É um desfilar de personagens que vêm testemunhar sobre o regime fundacional, principalmente a favor. Uma excepção foi o então reitor da Universidade de Coimbra, o Seabra Santos, que em Azurém fez alguns comentários que poderiam ser interpretados como críticas ao processo, como por exemplo: "Não vão em modas".&lt;br /&gt;Eu tive alguma incerteza na interpretação deste comentário mas percebi o seu alcance. Se é moda, é passageira. Também foi referido pelo mesmo, que uma Fundação não se pode desfazer depois de feita com a facilidade que alguns defensores do regime fundacional têm afirmado, nomeadamente o reitor e o Vital Moreira. Portanto há que ter muito cuidado porque uma vez que se entra neste regime, ele é para durar.&lt;br /&gt;Por esta razão, devem os responsáveis por esta iniciativa, nomeadamente o reitor, pôr em cima da mesa todos os dados de que dispõem sobre este regime e também as suas intenções, ou seja um plano, de como tencionam investir as verbas recebidas do ministério para a instalação do novo regime e das verbas conseguidas com a alienação do património. Se não o fizerem, que garantia temos nós que essas verbas não serão desperdiçadas? Um novo regime implicaria um novo fôlego para a UM, segundo o que tem vindo a ser afirmado. Como? Isso é o que queremos saber!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3497722110558022616?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3497722110558022616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3497722110558022616&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3497722110558022616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3497722110558022616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/03/em-que-nos-vamos-vao-meter.html' title='Em que nos vamos (vão) meter?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2125227747861694594</id><published>2011-02-19T07:55:00.008Z</published><updated>2011-04-10T23:01:33.078+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><title type='text'>Spin-offs ou show-offs?</title><content type='html'>Na cerimónia do dia da UM, na qual não particiei, por razões que não consigo explicar (desinteresse, desenquadramento, falta de paciência para "show-off", incómodo de estar sentado por mais de duas horas em cadeiras pouco confortáveis?), soube que a oração de sapiência incidiu sobre o tema da inovação, empreendedorismo e principalmente spin-offs. Na realidade, antes de ler o conteúdo da mesma, fiquei a pensar que finalmente a instituição iria enveredar por um apoio à formação e sobrevivência nos primeiros tempos de spin-offs, através de uma apologia por parte da oradora nesse sentido. Puro engano. Ao ler a apresentação, constatei uma vez mais que se fala muito e pouco se faz neste sentido. O historial e a análise da situação actual de spin-offs será um estudo interessante, mas académico. Talvez sirva para dar umas aulas sobre o assunto. Mas em que ajuda aos académicos que pretendem enveredar por essa via? Quais os apoios? Nem o novo estatuto das Universidades, o RJIES, nem o novo ECDU, nem o regulamento da própria UM ou das suas Escolas ou interfaces, encorajam a formação de spin-offs. No entanto discursa-se como se de facto houvesse qualquer intenção de mudar este estado de inércia institucional. No caso do RJIES, permite-se por exemplo que um docente, por um determinado período de tempo, em vez de leccionar se dedique a outras actividades, nomeadamente à investigação, desde que tenha a autorização institucional, mas no entanto não incentiva no sentido específico de formação de spin-offs, nem com condições financeiras, como o faz por exemplo aos directores de Unidades Orgânicas e mesmo de sub-unidades, nem com outras. Podia por exemplo atribuir o estatuto a um docente que pretendesse enveredar por esse caminho, equivalente a de um director de uma sub-unidade, com autoridade para escolher outros membros do sua sub-unidade orgânica para o acompanharem nesse empreendimento. O ECDU também não ajuda, valorizando mais as comunicações e os artigos científicos do que este tipo de actividade. Pelo contrário, impede que por exemplo o docente acumule vencimentos de eventuais salários na spin-off com o seu salário da Universidade, e mais ainda impede trabalho mesmo que não seja remunerado, como sendo por exemplo a gerência da spin-off, por via da cláusula da exclusividade. O regulamento da UM também não adianta nada ao RJIES nesta área e podia tê-lo feito. &lt;br /&gt;Agora que o reitor propõe a mudança para o regime fundacional, ele e os seus defensores apresentam argumentos como a maior autonomia financeira e com a maior captação de fundos, através de empréstimos e venda de património. Mas nem uma palavra para o empreendedorismo e criação de spin-offs, e muito menos de apoios financeiros nesse sentido. Para quê então captar essa verba inicial se não é para permitir algo diferenciador? Se é para gastar no habitual como seja mais contratações, mais obras, mais show-off, então é melhor não gastarem energias (as deles e as dos opositores ao regime fundacional), nem esgotarem a paciência de quem já viu este show-off demasiadas vezes!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2125227747861694594?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2125227747861694594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2125227747861694594&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2125227747861694594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2125227747861694594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/02/spin-offs-ou-show-offs.html' title='Spin-offs ou show-offs?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4208387005015610978</id><published>2011-02-12T21:01:00.008Z</published><updated>2011-04-10T22:51:08.465+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Estratégia para UM: Conselho Geral refém da maioria?</title><content type='html'>Durante o debate sobre o regime fundacional, concorde-se ou não com esse regime, o que é um facto é que pelo menos deu para perceber que o Conselho Geral estará refém da sua própria génese, nascido que foi de uma lista maioritariamente afecta ao reitor. Assim, aparentemente, aquilo que o RJIES estipulava que fossem as competências do CG, aprovar a estratégia para a Universidade, está condicionado pela forma como o sistema funciona. Senão veja-se: o CG é eleito pelos vários constituintes da Academia que são os seus professores, investigadores, alunos e funcionários e de facto todas as listas concorrentes apresentam uma estratégia para a Universidade. O CG elege o reitor e se um candidato a reitor lidera ou faz parte de uma das listas e essa lista ganha, naturalmente esse candidato vai ganhar as eleições e vai condicionar toda a acção do CG durante o seu mandato, apoiado pelos que o elegeram. A democracia tem destas coisas. É um pouco como o primeiro-ministro e a Assembleia da República. Uma vez eleito, normalmente tem o apoio da maioria da Assembleia da República. O que fazem os partidos representantes na Assembleia é muito virado para os eleitores, como se estivessem em permamente campanha eleitoral, pois sabem que não conseguem influenciar o primeiro-ministro e por isso aguardam. Talvez seja esse o percurso dos membros não afectos à lista  apoiante do reitor, ganhar posição para futuras eleições. Se o projecto Fundação não for bem sucedido ou não tiver o suporte da Academia, o  reitor arrisca não ser eleito em futuras eleições. E isto também é democracia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4208387005015610978?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4208387005015610978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4208387005015610978&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4208387005015610978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4208387005015610978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/02/conselho-geral-refem-da-maioria.html' title='Estratégia para UM: Conselho Geral refém da maioria?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1198271930641861296</id><published>2011-01-28T21:06:00.009Z</published><updated>2011-04-10T22:51:37.681+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Fundação "regionalizada" com Escola Piloto?</title><content type='html'>Num debate sobre o regime fundacional, em que os oradores eram ambos a favor desse regime, Vital Moreira o "pai" do RJIES e Alberto Amaral, ex-reitor da Universidade do Porto e actualmente responsável por um organismo de avaliação das Universidades, segundo explicou o próprio. Foi uma apresentação por parte de Vital Moreira muito completa em que se ouviram comentários como "des-estatização" da Universidade, ou seja mais autonomia, Conselho de Gestão na dependência directa do Conselho de Curadores. Outras afirmações que tinham como intenção sossegar os mais preocupados em relação à segurança de emprego, tais como a explicação já conhecida que os actuais docentes e funcionários permanecem no mesmo regime se assim o quiserem e que se por acaso a Universidade não quiser continuar nesse regime, pode voltar atrás. Neste ponto surgiu-me a dúvida de como ficariam aqueles novos docentes e funcionários que teriam sido contratados noutro regime, ou seja, com contratos a termo e de estrutura e valores diferentes dos das carreiras da função pública, quando a Universidade voltasse a ser uma instituição pública. Colocada a questão ao Professor Alberto Amaral, uma vez que o Dr. Vital Moreira teve que se ausentar, não obtive resposta a esta questão, talvez porque demorou muito a responder à outra questão que coloquei, um pouco a jeito de provocação (admito): Se a Universidade pode no regime fundacional alienar o seu património, e grande parte do seu património é a sua "massa cinzenta", será expectável que aliene docentes de cursos que vai fechar por não corresponderem às necessidades de mercado? Talvez devido à sua actual actividade (avaliação de cursos) a pergunta foi levada a sério e foi afirmado se fosse por ele muitos cursos já não existiam, por haver cursos a mais em determinadas áreas (foi dado o exemplo da formação deprofessores). Pelos vistos a resposta à minha pergunta é que sim, que será essa a tendência, uma vez que a Universidade estará mais virada para o mercado que para a formação da população, segundo os seus desejos. Aqui põe-se a questão: como se vai saber das necessidades do mercado? E os cursos de Filosofia por exemplo, desaparecerão? Quem decide, o Conselho de Curadores que será constituido por personagens ligados ao exterior, supostamente conhecedores do que o mercado quer, ou o Conselho Geral, que também tem um conjunto de personalidades do exterior mas que é maioritariamente constituído por representantes dos Professores? Se for o mercado a decidir por intermédio do Conselho de Curadores ou por influência dos membros co-optados do Conselho Geral, ou por ambos, então pode-se depreender que muitos cursos de áreas das humanidades terão os dias contados, uma vez que a via do ensino, como nos informou o Professor Alberto Amaral estará superlotada por muitos anos. Nesse caso quem quer saber se a lingua portuguesa é importante para podermos comunicar uns com os outros com o mínimo de qualidade? Ou se a literatura portuguesa faz parte da nossa história e distingue-nos das outras culturas, o que faz de nós um povo independente e único? Se a Filosofia pode-nos dar uma visão diferente e estimulante do dia a dia? Se as línguas francesa e principalmente a inglesa, nos fornecem profissionais que fazem a ponte com outras civilizações do nosso continente e de outros continentes, tão importante no mundo global? Já para não falar de áreas marginais em termos de alunos, como a música e as artes, que nos fornecem sensações únicas?&lt;br /&gt;Temo sinceramente pela evolução destas áreas, já para não dizer pela sua sobrevivência.  Afinal de contas, qual será a diferença entre a Universidade Fundação e uma Universidade privada daqui a 30 anos? Todos os membros da Universidade que cá estão, estarão fora do sistema (reformados) e os novos terão sido todos contratados segundo as regras do sector privado. E veja-se que cursos as Universidade privadas têm para se poder ter uma ideia de como será a Universidade Fundação daqui a uns anos (talvez não seja necessário esperar 30 anos).&lt;br /&gt;Dito isto, não sou contra a Fundação, mas penso que o essencial do ensino público deve também ser preservado, independentemente das necessidades presentes do mercado de trabalho. Por isso defenderia por exemplo a Fundação para as Escolas de Engenharia, Ciências, Direito e Gestão, mas não para as Humanidades. Há outra razão para se distinguir entre umas e outras áreas, ou seja, o facto dum dos critérios ser a captação de verbas próprias de 50%, o que não será possível nas Humanidades. Quanto a mim, as Escolas deviam decidir separadamente, e aquelas que sentem que têm condições para avançar e vontade de o fazer, que o fizessem. Está aliás previsto no regulamento (RJIES) esta possibilidade. Haja bom senso e menos pressa, é o que se pede, e faça-se por exemplo o que se propõe para a Regionalização que também ninguém sabe no que vai dar: uma Escola-Fundação piloto à qual se seguiriam outras, caso a experiência fosse globalmente positiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1198271930641861296?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1198271930641861296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1198271930641861296&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1198271930641861296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1198271930641861296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/01/fundacao-regionalizada-com-escola.html' title='Fundação &quot;regionalizada&quot; com Escola Piloto?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-210775869447684659</id><published>2011-01-20T20:17:00.007Z</published><updated>2011-04-10T22:52:05.225+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>As sessões de esclarecimento sobre o regime fundacional, quem esclarecem?</title><content type='html'>Foram anunciadas várias sessões de esclarecimento sobre o regime fundacional, promovidas pelo Conselho Geral. É sem dúvida uma contribuição importante para o esclarecimento da Academia sobre este importante passo da UM. Mas há algo que não bate certo: Sessões de esclarecimento com que finalidade? Convencer quem? Afinal quem vai votar é o Conselho Geral, não o professor, funcionário ou investigador. No entanto são estes que são o alvo destas sessões. Talvez o que se devia fazer seria uma "formação" para os membros do Conselho Geral nas instituições que já passaram a fundações. Seria interessante que o Conselho Geral auscultasse não só a reitoria e o Conselho Geral dessas instituições, mas também auscultasse o Conselho de Gestão sobre as contas da instituição em causa, auscultasse os professores da instituição, os funcionários e eventualmente os investigadores. Talvez assim os membros do CG ficasssem com uma ideia de como iriam votar quando fossem chamados a isso, já que o fariam com algum conhecimento de causa. Doutra forma, o que se vai discutir nas sessões anunciadas será quase tudo teórico e como todos os que fazem investigação sabem, a teoria nem sempre se confirma na prática.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-210775869447684659?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/210775869447684659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=210775869447684659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/210775869447684659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/210775869447684659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/01/as-sessoes-de-esclarecimento-sobre-o.html' title='As sessões de esclarecimento sobre o regime fundacional, quem esclarecem?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3777283076959231190</id><published>2011-01-15T18:07:00.019Z</published><updated>2011-04-11T21:41:44.356+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'>Nas obras públicas o norte é o Porto?</title><content type='html'>Recentemente o Presidente da Câmara do Porto tem vindo a público sugerir que o que se ia (vai) gastar com o TGV do Porto a Vigo, devia-se gastar com o Metro do Porto para compensar o "norte" pela perda que se vai suportando em relação às diferenças de critério entre os investimentos na região de Lisboa e o Norte do País. Aproveitou o sr. Rui Rio uma informação da CE sobre a possibilidade da reafectação de fundos para o Metro do Porto, conforme vem referido em &lt;a href="http://jornal.publico.pt/noticia/15-01-2011/governo-so-nao-canaliza-verbas-do-tgv-para-metro-do-porto-se-nao-quiser-diz-rui-rio-21024717.htm"&gt;notícia do jornal Público&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;É do conhecimento geral, que o TGV Porto-Vigo parava em Braga e não havendo TGV, Braga fica a perder muito em termo de ligações rápidas a Lisboa e Vigo. No entanto, mais uma vez, o norte para muita gente é o Porto e o Rui Rio assim o diz, conhecendo o receio que os governantes têm de melindrar o "norte", enterrando como o têm feito verbas nas extensões do metro do Porto, um buraco financeiro sem fim. Na perspectiva do Governo será uma boa medida para calar os que mais berram, entre eles o sr. Rui Rio e o seu colega do Conselho de Administração do Metro do Porto, o major Valentim Loureiro. Enquanto isso, que reacção dos outros autarcas de cidades que serão prejudicadas com esta medida? Do Presidente da Câmara de Braga e de Guimarães (estando também prevista uma ligação do TGV a esta cidade)? Nenhuma! &lt;br /&gt;Estamos habituados a que em Lisboa o Porto seja considerada a cidade que representa o "norte"´e tem sido esse o critério na distribuição de verbas de obras públicas entre Lisboa e o norte. Não há cidadezinha ou vila no grande Porto que não esteja ligada por metro ao Porto. No entanto não há ferrovia entre Braga e Guimarães, as duas maiores cidades do "norte" logo a seguir ao Porto, que até partilham uma Universidade,a Universidade do Minho, prejudicando-a e de uma maneira mais acentuada o seu pólo mais pequeno, o de Azurém em Guimarães, nomeadamente os seus alunos que viajam diariamente entre as duas cidades. Não é isto de estranhar ? Já para não dizer que entre Viana do Castelo, capital do Alto Minho e Braga, a maior cidade do Minho, também não há ferrovia. Não será isto uma discriminação entre o que se tem investido no Porto e o que se tem investido no resto do "norte"? Estas duas cidades, Braga e Guimarães procuram afirmar-se como cidades intermédias numa região que tem a sua própria história e identidade. No entanto, quando se trata de infraestruturas, ou são as próprias a arcar com as despesas, ou são as empresas privadas que as constroem e que cobram os custos, como foi e é o caso das auto-estradas que ligam estas cidades ao Porto e entre Braga e Guimarães, e entre Braga e Barcelos/Esposende. Só recentemente se paga portagem nas auto-estradas que entram e saem do Porto, as chamadas SCUTS, e vejam os protestos que isso gerou (ver "&lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/as-scuts-e-ferrovia-no-minho.html"&gt;As SCUTS e a Ferrovia&lt;/a&gt;"). E não nos admiremos se mudando o governo, por uma questão de eleitoralismo, o novo governo não voltará atrás e repõe a situação anterior. Assim tem sido em tempos normais, o que um governo faz o outro desfaz, mas em tempos de crise talvez não o faça e será essa a única razão. Porque o "norte" , para os media é o Porto e não se pode deixar que Lisboa fique com todos os fundos, sejam eles da CE ou não. E voltando ao metro, não se olhará ao facto da gestão do metro ter sido ruinosa, e reverterão os fundos para o Metro, muito devido ao populismo de certos governantes locais , como o sr. Rui Rio, e à cedência eleitoralista dos governos a este populismo. Como termo de comparação só temos o Alberto João Jardim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3777283076959231190?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3777283076959231190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3777283076959231190&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3777283076959231190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3777283076959231190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/01/nas-obras-po-norte-e-o-porto.html' title='Nas obras públicas o norte é o Porto?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2619560026268347609</id><published>2011-01-08T18:53:00.008Z</published><updated>2011-04-10T22:52:38.066+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Fundação e Universidade de direito Público: Diferenças previsíveis</title><content type='html'>O Sr. Reitor defende a passagem da UM a Fundação com base em alguns argumentos, nomeadamente a flexibilidade na gestão dos recursos e na contratação de pessoal, mais com base nas limitações actuais da UM do que propriamente nos méritos absolutos da nova estrutura fundacional. Deu-se como exemplo a alienação de património, como por exemplo o edifício do Castelo em pleno centro de Braga. No entanto segundo o RJIES (artº 109) as Universidades podem alienar parte do seu património, bastando para isso o parecer positivo do Ministro da tutela e do Ministro das Finanças. Não será muito diferente para as Universidades-Fundação, com a diferença que, tal como todas as outras questões estratégicas passam por um Conselho de Curadores. Na realidade o que diferencia a Fundação será a possibilidade de ter uma classe de professores e de funcionários paralela à existente, uma vez que, tanto quanto nos é dado a perceber pelas escassas informações referentes ao novo estatuto fundacional, os novos membros da Universidade poderão ter um estatuto diferente, sendo que os Professores não terão que obedecer ao ECDU e os funcionários não seguirão as carreiras estabelecidas para a Função Pública nem serão avaliados nem promovidos segundo o SIADAP, pelo menos segundo o que podemos depreender no artigo 134 do RJIES. As remunerações poderão ser também completamente diferentes das actuais, obviamente com tendência para serem mais altas, com o argumento de se aliciar os melhores profissionais. Poder-se-á argumentar que os que já cá estão também poderão optar por este novo estatuto. Mas isso não está estabelecido em parte alguma do RJIES e seria complicado se todos optassem por passar para um nova carreira, tanto para a Universidade que não comportaria as despesas previsivelmente superiores com os salários, como para os próprios funcionários e professores que já cá estão, por não terem uma informação clara sobre os seus direitos respeitantes à sua estabilidade desemprego e a outras questões de natureza contratual como as consequências em relação à reforma, etc. Portanto, todo este processo se revela complicado e especialmente desajustado à situação actual que a Universidade vive, em período de mudança e de implementação dos estatutos do RJIES e na actual conjuntura económica em que o País se encontra e principalmente nas dificuldades orçamentais que os organismos públicos depararão a partir deste ano de 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2619560026268347609?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2619560026268347609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2619560026268347609&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2619560026268347609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2619560026268347609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/01/fundacao-e-universidade-de-direito.html' title='Fundação e Universidade de direito Público: Diferenças previsíveis'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2192908346485481209</id><published>2011-01-02T16:10:00.010Z</published><updated>2011-04-11T21:45:00.748+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='investigação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>A Ciência  em números- um passado recente de abundância..sem retorno?</title><content type='html'>Podemos ler na revista do DN de hoje, os avanços de Portugal em números nos últimos anos: mais de 1534 novos doutoramentos, mais de 4500 bolsas de formação avançada no estrangeiro, 8,2 investigadores por mil pessoas activas em 2009 (valor superior à média europeia), 3310 projectos da FCT. Em valor a FCT beneficiou de 60 milhões de euros, 5 vezes o que se investiu em 2000, sendo o total do investimento em I&amp;D de 1,7% do PIB nacional, muito acima dos 1% que se falava como sendo o mínimo há uns anos atrás. Só em patentes registadas é que não nos aproximámos da média Europeia, sendo de 83 o total anual de pedidos, uma mísera percentagem de 0,05% do total dos pedidos na União Europeia com um total de 150 000 pedidos. Que conclusões podemos tirar destes números? Porquê que todo este investimento não se repercute no número de patentes registadas? Talvez seja sintomático o valor investido na Agência Espacial Europeia: 111,5 milhões! Com que resultado? Parece que de facto investiu-se muito na Ciência mas passados 10 anos não se vêm resultados palpáveis. As patentes não são o único indício, mas até quando se continua na I&amp;D sem objectivos? E quando pensamos em objectivos, pensamos nos nossos objectivos como Nação, não nos objectivos de fachada, em que se enaltece o número de investigadores estrangeiros que decidiram vir para Portugal investigar e não se põe no outro prato da balança os portugueses que tiveram que ir para o estrangeiro porque depois de um primeiro projecto de investigação em Portugal, não têm forma de prosseguir a sua investigação no seu País e muito menos emprego. A razão é que não temos indústria à altura da sua investigação ou que possa aproveitá-la. Porque então se prossegue nesta política de troféus de I&amp;D (nº de doutorados, nº de "papers", nº de investigadores, prémios  obtidos, etc)? Talvez por uma questão de auto-estima? Nós temos dos melhores laboratórios bio- mas não temos mais que uma empresa nacional farmacêutica que detenha know-how próprio, e mesmo essa, a Bial, só tem uma patente internacional de um medicamento relevante. Este desajuste entre a oferta de I&amp;D e a procura de investigadores já formados tem origem em quê? Talvez no facto de termos um Ministério da I&amp;D e do Ensino Superior desligado do Ministério da Economia. Como se a I&amp;D fosse algo que não tem que ter consequências...como se fosse um hobby. Mas se em tempos idos a I&amp;D em países como o Reino Unido era só para alguns e muito como é agora em Portugal só para engrossar estatísticas, nas últimas décadas tem sido muito mais orientada para a indústria, muito como nos EUA. Mas dirão alguns como também já referi  em cima, que não temos indústria à altura de absorver a investigação de topo que já se faz em Portugal,é caso para perguntar: o que vem primeiro, o ovo ou a galinha? Começar com a I&amp;D e esperar aque a indústria se desenvolva, ou começar pela indústria? Talvez agora com a crise económica se comece pelo menos a ser mais pragmático e se pense em conciliar estes dois mundos, o da ciência e o da indústria, sem começar um sem o outro. Mas a começar por um deles, seria a indústria e não como se tem feito até agora, começar pela I&amp;D. Como, não sei, mas talvez os 116 milhões que irão nos próximos dez anos para a agência espacial europeia pudesse servir para criar pelo menos indústrias que absorvessem uma parte dos investigadores, nem que se pagasse a essas indústrias que estão lá fora licenças para produzirem cá os produtos de topo que produzem em países desenvolvidos, sob pena dos nossos investigadores, com quem se gastou mais de 60 milhões de euros no ano passado, emigrarem para esses países onde estão essas indústrias. Quanto à Agência Espacial Europeia, penso que sobreviverá sem a nossa participação.!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2192908346485481209?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2192908346485481209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2192908346485481209&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2192908346485481209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2192908346485481209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2011/01/ciencia-em-numeros-um-passado-recente.html' title='A Ciência  em números- um passado recente de abundância..sem retorno?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5794533066463848272</id><published>2010-12-26T15:46:00.004Z</published><updated>2010-12-26T16:49:27.532Z</updated><title type='text'>Dar um pontapé no pessimismo e acreditar no novo ano</title><content type='html'>Hoje, dia 26 de Dezembro, já podemos esquecer o ano que passou como um dos piores, e pensar no próximo ano que dizem que ainda vai ser pior. Estou a pensar no que se diz por aí porque o que também sabemos é que a vida tem formas de nos surpreender. Como Nação temos a mania de pensar sempre o pior. As estatísticas provam-no. Somos dos povos mais pessimistas da Europa. Dizem que um cão cheira o medo das pessoas e por isso as ataca. Assim parece ser o que se passa com os mercados. Parece que cheiram o pessimismo e o ranking vem por aí abaixo. O ministro Teixeira dos Santos não compreende como é que o rating já baixou para os A+, perdendo os dois AAs. Pois é como lhe digo sr. ministro: é o pessimismo que transpira dos poros de todos nós que causou essa baixa no rating. Há países que têm um défice e uma dívida externa superior à nossa mas tem um rating melhor (penso que é o caso do Reino Unido mas mesmo que não seja o caso, haverá uma dúzia deles fora do euro que o são). Porquê? Transpiram optimismo. E isso só por si convence os mercados. Os economistas dizem que não produzimos o suficiente para mantermos o nível de vida a que estivemos habituados. Pode ser o caso. Mas esquecem-se de acrescentar que tivemos sempre um atraso no nível de educação dos jovens e isso repercute-se na produtividade das empresas e no nível de tecnologia a que o País tem acesso. É aqui que segundo as estatísticas evoluímos, na educação. Segundo o DN de hoje, o ensino pré-escolar subiu em dez anos para níveis que ultrapassam a média da Comunidade Europeia (83%). Há pois esperança pelo menos a médio-longo prazo. Embora inferior á média europeia, 32% dos trabalhadores portugueses têm o ensino secundário e 15% o ensino superior completo o que também nos dá algum alento para o curto prazo.&lt;br /&gt;Se não fossem os erros cometidos pelas políticas agrárias, podíamos estar também numa situação muito melhor em termos de auto-suficiência de bens alimentares. Mas mesmo aí há indícios de melhoria. Já se vê mais fruta portuguesa nos supermercados e o que é um facto é que é mais saborosa que a fruta estrangeira (ambora seja também uma questão de gosto pessoal...). Quanto à indústria, anos de investimento estrangeiro em mão-de-obra-barata com o apoio de incentivos por parte dos sucessivos governos, deixaram vilas inteiras e até cidades à beira do colapso social. Veja-se o drama que o fecho da Quimonda provocou em Vila do Conde, e a Delphi no norte do País e depois no sul do Páis, em zonas do interior que não têm alternativas de emprego. Felizmente com indústrias ditas tradicionais, como a do calçado e os têxteis, quando uma multinacional se vai embora, caso da Clarkes e da Aerosoles (portuguesa mas com pretensões de multinacional), a mão-de-obra é absorvida localmente por empresas do mesmo sector maioritariamente em mãos de empresários portugueses. A razão é porque estas indústrias estão a exportar mais e estão a crescer. As exportações estão aliás a crescer em todos os sectores e este incremento pode-se prolongar se acreditarmos nas nossas capacidades. E isso é meio caminho andado para vencer esta crise. &lt;br /&gt;E assim desejo um próspero ano de 2011 para todos os que acreditam ( e para os outros também)!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5794533066463848272?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5794533066463848272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5794533066463848272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5794533066463848272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5794533066463848272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/12/dar-um-pontape-no-pessimismo-e.html' title='Dar um pontapé no pessimismo e acreditar no novo ano'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-9025628377961599926</id><published>2010-11-28T16:16:00.006Z</published><updated>2011-04-10T22:52:59.863+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>A Fundação, as eleições e o FMI</title><content type='html'>Há já uma movimentação por parte da reitoria para a passagem a Fundação. A máquina está em movimento. A imprensa local já foi informada. A proposta da reitoria já está no Conselho Geral para avaliação. Tudo para, segundo o reitor, estar tudo pronto em Junho. Porquê? Podemos pensar que será para não perder mais tempo porque já se perdeu muito tempo. Mas também sabemos que por essa altura será muito provável que o actual governo e o ministro da tutela não sejam os mesmos, uma vez que o governo estará a prazo com a mais que previsível renovação do mandato do actual Presidente da República e a marcação de eleições legislativas antecipadas. Será pois o agora ou nunca? Provavelmente: o futuro ministro poderá não alinhar com o actual RJIES e principalmente com a passagem a Fundação de entidades públicas. Ou talvez não. Poderão ir até mais longe e fazer um novo estatuto que seja mais liberal e permita dispensar funcionários públicos e nomeadamente professores. Com o FMI será quase uma certeza que os cortes também passarão por despedimentos de funcionários públicos, como o foi na Irlanda. Por isso, porque não esperamos para ver? Podemos estar a anticiparmo-nos a um novo estatuto que vem aí e que vai nos apanhar no meio de uma transição para Fundação, o que só deve complicar tudo. Pode até parecer que a passagem a Fundação agora seja uma fuga para a frente com medo do que vem aí. Penso que é um passo demasiado importante para todos nós para ser tomado nestas circunstâncias, sem saber as medidas que vêm aí para o sector público com o novo governo e/ou com o FMI. Ás vezes é melhor estar quieto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-9025628377961599926?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/9025628377961599926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=9025628377961599926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9025628377961599926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/9025628377961599926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/11/fundacao-as-eleicoes-e-o-fmi.html' title='A Fundação, as eleições e o FMI'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6635477349849608983</id><published>2010-11-18T12:17:00.013Z</published><updated>2011-04-10T22:53:24.390+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Fundação: As perguntas ainda sem resposta</title><content type='html'>Na sessão em que o sr. reitor falou em Guimarães, e já &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/11/inevitabilidade-do-desfecho-final-no.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; referida, houve um debate surrealista sobre uma figura que ninguém sabe o que é: Uma Fundação de direito privado mas que se rege parcialmente por regras do Estado. Essas regras do Estado, como seja o Estatuto da Carreira Docente Universitária, ECDU, segundo o reitor, não se aplicarão aos docentes que serão contratados a partir da implementação do regime Fundacional. Estes serão contratados por contratos por tempo indeterminado ou tempo certo. Mas isso já é assim com o RJIES...a diferença, segundo percebi, é que os vencimentos também poderão ser diferentes daqueles estabelecidos pelo Estado, podendo ser superiores e independentes da categoria que um candidato a docente terá. Por exemplo, se um doutorado sem agregação nem experiência, tiver alguns artigos oublicados e aquilo que se pode definir vagamente como "um grande potencial", poderá ganhar tanto como um Professor Catedrático que já faz parte do quadro da UM. Ora se isto é assim, podemos cair na arbitrariedade, o que poderá trazer consequências para a organização da Universidade, em termos de ECDU, e descontentamento e desmotivação para queles que já cá estão trabalharem para a sua promoção na carreira. Parece que a Universidade poderá optar por se reger pelas normas do ECDU e das remunerações da Função Publica e não pelo regime livre de contratações. Mas, nesse caso, qual será a diferença de passar a Fundação no que respeita aos funcionários e docentes? Restará o que foi referido pelo reitor como sendo uma maior autonomia no que respeita à alienação de património e à gestão de verbas, podendo até recorrer ao Banco Europeu para empréstimos. Quanto ao património, nem quero pensar no que será uma negociação com o engº Mesquita Machado e os empreiteiros da cidade respeitante ao edifício do castelo e dos congregados. Se a Quinta dos Peões na altura longe do centro da cidade foi o que foi, e diga-se de passagem que resultou em enormes prejuízos para a Universidade em termos de perda de um lugar privilegiado mesmo em frente ao campus de Gualtar para onde se poderia alargar o campus, que a Universidade deixou escapar para privados, então para estes dois edifícios mesmo no centro de Braga, que aparentemente não têm interesse para a UM em termos de expansão do campus, a UM não fará um melhor negócio com certeza do que fez com a Quinta dos Peões. Até porque, com o devido respeito, não será o futuro Conselho de Curadores, ou o reitor, ou o Conselho Geral, que não têm ao que se sabe pergaminhos no que se refere a mediação imobiliária, que irão conseguir um bom negócio para a UM. &lt;br /&gt;Em relação às novas contratações, mesmo que se opte por seguir as regras do ECDU e das remunerações da Função Pública, resta saber se para os funcionários as regras serão diferentes do que para aqueles que já cá estão. Se forem, até se pode argumentar que poder-se-á contratar bons gestores que doutra forma não viriam para a UM. Mas por outro lado, também se poderão contratar funcionários administrativos a valores exagerados, sem que haja aparentemente qualquer tecto salarial. Não será isto uma porta aberta para conflitos entre os que forem contratados de novo e os que já cá estão e uma maior desmotivação para estes?&lt;br /&gt;Outa questão é a da sustentabilidade. A Universidade passará a ter uma parte em que se rege pelas regras do mercado que são as o número de alunos e as receitas próprias. É principalmente destas duas fontes que vêm as receitas. A partir do número de alunos que a Universidade é financiada pelo Estado, segundo uma fórmula a que não se pode fugir que estabelece a proporcionalidade entre as receitas e o número de alunos. Se o número de alunos baixar significativamente, baixam as receitas. O que acontece neste caso? Ou sobem as receitas ou corta-se em algum lado. Onde se mais de 90% das despesas são com salários? Não podendo cortar nos salários, só restam as receitas próprias? Quando houve há uns dois anos atrás Universidades que não tinham dinheiro para pagar salários e o 13º mês, ao Ministério socorreu-as. E se a Universidade for Fundação? Socorre também ou não? Se o Estado não socorrer , e com a crise em que o País está, será o mais provável, e o património da UM já tiver sido vendido, e as receita próprias tiverem diminuido (o que é provável também devido à crise), o que faz a UM? Recorre a um empréstimo ao Banco Europeu? E como e quando o paga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são algumas das perguntas ainda sem resposta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6635477349849608983?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6635477349849608983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6635477349849608983&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6635477349849608983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6635477349849608983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/11/fundacao-as-perguntas-ainda-sem.html' title='Fundação: As perguntas ainda sem resposta'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6543753395479446759</id><published>2010-11-11T15:06:00.005Z</published><updated>2011-04-10T22:53:47.863+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Porquê agora a decisão de passar a Fundação?</title><content type='html'>No seguimento do meu último blog, reafirmo o título da "Inevitabilidade do desfecho final" no que respeita a passagem ao regime Fundacional.&lt;br /&gt;Tudo isto sem uma auscultação real à Academia como um referendo, ou sem aguardar pelo próximo acto eleitoral para o CG. Podem dizer que é muito tempo esperar até ao próximo acto eleitoral, mas o que é que mudou desde as eleições para o CG em relação ao que sabemos sobre o regime Fundacional? O que sabemos é  que estamos numa grande crise e cortes na Educação e que a protecção do Estado desaparece, pelo menos parcialmente, com o regime Fundacional, sendo a Fundação obrigada a gerar pelo menos 50% de receitas para ser Fundação e previsivelmente manter essa receita(difícil de conseguir em tempos de crise). Por isso eu diria que Fundação fazia sentido há uns dois anos atrás quando das eleições para o CG, mas agora não sei, por isso não se percebe porque o reitor não avançou na altura com uma proposta para passagem a regime Fundacional e quer avançar agora!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6543753395479446759?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6543753395479446759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6543753395479446759&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6543753395479446759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6543753395479446759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/11/porque-agora-decisao-de-passar-fundacao.html' title='Porquê agora a decisão de passar a Fundação?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4572734769842695415</id><published>2010-11-06T15:14:00.014Z</published><updated>2011-04-10T22:56:32.742+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>A inevitabilidade do desfecho final no que respeita à Fundação</title><content type='html'>A crise desperta nas pessoas um sentimento de nada se poder fazer quanto ao destino do País e das suas instituições. As pessoas deixam de lutar e de prosseguir com os seus sonhos, acomodando-se. Deixam de lutar pela justiça e em vez disso deixam que os outros mais bem colocados o façam por eles. Não participam. No Ensino Superior já estamos habituados a essa atitude mas agora está ainda mais patente. Uma questão importante como a passagem da instituição a Fundação não merece mais do que um encolher de ombros. Presenciei numa sala quase vazia a exposição do reitor sobre a passagem da UM a Fundação. Será que os membros da UM, docentes e funcionários, não têm e não querem ter opinião sobre esta mudança? A resposta está talvez no sentimento que têm da inevitabilidade do processo se desenrolar para um desfecho previsível com ou sem a participação deles. É um pouco o que se passa com a dívida portuguesa. Já &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/09/fundacao.html"&gt;aqui &lt;/a&gt;disse que teria tido mais legitimidade se o reitor se tivesse candidatado com uma propositura que indicasse claramente que defendia a passagem da UM ao regime de Fundação. Não é que não se adivinhasse, tanto assim é que para aqueles mais atentos lembrar-se-ão que quando era Presidente da Escola e Engenharia defendeu em debates públicos a sua passagem a Fundação, baseando-se nas receitas próprias da Escola, que ultrapassavam os 50%. Nas eleições para o Conselho geral a sua lista também não apresentou esta medida. O Conselho Geral elegeu o reitor por a sua lista para o CG ter obtido a maioria. Mas a margem não foi grande e talvez na altura não conviesse testar a sua sorte com propostas fracturantes, como a de passagem da UM a Fundação. Havia uma outra lista, da qual eu fazia parte, que defendia que se devia considerar esta hipótese por trazer vantagens, nomeadamente aquelas que o reitor vem agora enumerar: maior flexibilidade na gestão e maior autonomia. Mas o que nós defendíamos também era que fosse considerada e estudada essa hipótese, analisando os prós e contras, e não avançar cegamente para esse objectivo. Porque, ao contrário do que o reitor disse, a passagem a Fundação não traz só vantagens. Em todos os processos de transformação há também desvantagens e seria importante também analisá-las. Se os debates tivessem consequências, como teriam tido na altura das eleições para o Conselho Geral, talvez houvesse mais participação por parte dos membros da Academia e os prós e contras seriam devidamente discutidos. Assim fica a dúvida se todo este processo de consulta não será um exercício inútil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4572734769842695415?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4572734769842695415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4572734769842695415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4572734769842695415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4572734769842695415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/11/inevitabilidade-do-desfecho-final-no.html' title='A inevitabilidade do desfecho final no que respeita à Fundação'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2156323455664878790</id><published>2010-10-30T15:37:00.007+01:00</published><updated>2011-04-11T21:45:25.917+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Os boys e os juízes</title><content type='html'>Os juízes perderam a compostura, pelo menos o responsável pelo sindicato, ao afirmar que o governo está a vingar-se por ter sido alvo de investigação em processos em que membros do partido do governo estariam envolvidos, com referências a compadrios ("boys") por parte do governo, e sem qualquer prova (isto vindo de um juiz que se deve basear sempre em provas anda é mais grave)! Não interessa qual o governo, poderia ser o de outro partido, que se estivesse no governo e cortasse nos benefícios dos srs juízes porventura receberia o mesmo tratamento (se não recebesse então poderíamos dizer que ainda seria mais grave esta intervenção, por ter cor partidária). A questão é esta, não há funcionários públicos mais privilegiados que os juízes: têm os melhores salários, sobem mais depressa na carreira ( a julgar pela amostragem de juízes que aparece em julgamentos divulgados na televisão), têm subsídio de renda(os professores do ensino secundário quando são colocados em escolas longe de casa não têm subsídio de renda e não ganham os que os juízes ganham), e têm dois meses de férias judiciais (de verão). Por outro lado os professores universitários nunca chegam a ganhar tanto como os juízes, porque as carreiras que estavam equiparadas, deixaram de o estar há uns anos atrás por...precisamente por pressão dos juízes sobre o poder político. As férias são de um mês para todos os outros funcionários públicos e a justificação que os juízes precisam de um mês para estudar e organizar os processos...pois então é por isso que temos o sistema mais lento da Europa, porque eles precisariam de três ou quatro meses para porem o serviço em dia e não um mês.&lt;br /&gt;Sou todo a favor dos sindicatos e já afirmei em posts anteriores que os professores do Ensino Superior deviam ser mais activos no seu sindicato. Mas daí a perderem o sentido da sua responsabilidade perante a sociedade, vai uma grande distância. Foi isso precisamente o que fez o senhor Martins do sindicato dos juízes. Quando a linguagem de taberna é utilizada por um juiz, responsável por um sindicato, vem dar razão àqueles que dizem que há profissões que devido ao seu carácter de responsabilidade para com a sociedade não deviam ter sindicatos; seria lógico que tal como a polícia e a GNR, os juízes também não deviam ter sindicatos. Eu não tenho opinião formada sobre esta questão, tal com muita gente, mas sinceramente para que serve este sindicato? Porque não fazem como os advogados e têm uma Ordem? Ao menos talvez não fossem tão desbocados, uma vez que parece que ser sindicalizado permite a qualquer um, seja funcionário camarário ou juiz, de utilizar a mesma linguagem. Não creio que seja essa a expectativa de quem é presente a tribunal perante um juiz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2156323455664878790?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2156323455664878790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2156323455664878790&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2156323455664878790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2156323455664878790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/10/os-boys-e-os-juizes.html' title='Os boys e os juízes'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2780526682921759643</id><published>2010-10-21T10:58:00.003+01:00</published><updated>2011-04-11T21:51:19.822+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>A crise exige</title><content type='html'>A crise exige que se façam cortes. O Governo está prestes a fazer aprovar um programa que no mínimo vai afectar todos os funcionários públicos ao cortar nos seus salários, na ADSE e nos aumentos para as contribuições para a Caixa de Aposentações. Provavelmente vão aumentar os impostos se não houver acordo com o maior partido da oposição. Outra área em que os dois maiores partidos se vão entender é a dos cortes nos Institutos, desaparecendo uns 50, nas parcerias público-privadas e na Educação. Portanto não nos admiremos se a Universidade do Minho vier a receber menos que esperava através do "contrato de confiança" que estabeleceu com o Governo. Seria de esperar que em consonância com este cenário a UM fizesse cortes nas suas parcerias público-privadas e nos seus institutos. A Fundação Lloyd Braga é um desses exemplos de um "instituto" que seria desnecessário, tendo em conta o seu historial. Não se sabe muito sobre as participações da UM noutras entidades e o custo dessas participações e quando se sabe é normalmente através da imprensa, dando uma imagem de despesismo que a UM não precisa. Seria pois boa altura para a Reitoria anunciar onde vai fazer cortes para contribuir para a racionalização de recursos, seguindo o exemplo do Governo e precavendo-se para os tempos de aperto que se adivinham.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2780526682921759643?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2780526682921759643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2780526682921759643&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2780526682921759643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2780526682921759643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/10/crise-exige.html' title='A crise exige'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5719522749011962180</id><published>2010-10-09T16:13:00.009+01:00</published><updated>2010-10-09T18:45:38.799+01:00</updated><title type='text'>A Teoria da conspiração sobre os alunos das Universidades</title><content type='html'>Vemos com preocupação que o desemprego dos licenciados é equivalente aos demais desempregados sem licenciatura. Há uns anos atrás uma licenciatura era a porta aberta para o emprego e quem não tinha licenciatura aguentava com salários baixos, ou estava desempregado ou então emigrava. Agora ouve-se da boca de licenciados, que trabalham em empregos precários e de baixos salários ou que estão desempregados. Alguns dizem que estão a pensar emigrar. Uma das razões apontadas para esta situação é a desarticulação entre os cursos e as necessidades das empresas. Como resolver esta desarticulação? Fazendo um inquérito às empresas? O problema é que o universo das empresas é constituído principalmente por pequenas, médias e micro empresas, e nessas empresas os próprios empresários não sabem o que querem, ou se sabem hoje o que querem, daqui a uns anos ou já preencheram as suas necessidades, ou a empresa foi à falência, ou já mudaram de ideias. Outra hipótese é a de fazer projecções, mas as projecções normalmente falham num mundo em constante mudança. Assim, resta a um candidato apostar pelo seguro e tirar um curso de banda larga que abranja inúmeras hipóteses, como um curso de gestão, por exemplo. Não é por acaso que estes cursos são dos mais populares e existam em várias universidades públicas e privadas. Nas engenharias o exemplo mais abrangente seria talvez a "engenharia de materiais". Nas ciências seria talvez um curso geral de ciências, em que se abordassem as várias áreas das ciências sem aprofundar nenhuma delas. As coisas vistas assim, chegamos à conclusão que pelo menos nos caso das ciências e das engenharias, estaríamos a falar de Bolonha e das novas licenciaturas de três anos. Tudo estaria portanto de acordo com o que seria melhor para o mercado. Mas o problema é que como sempre ninguém cumpre o que proclama. Os cursos que seriam generalistas acabam por ser especialistas, porque não foram concebidos por generalistas mas por professores de departamentos específicos. Os empresários (aqueles que estão dispostos a pagar o salário a um licenciado) com tanta oferta de candidatos preferem alunos mais qualificados, com o Mestrado. Os alunos com o mestrado ficam especializados demais e não haverá empresas para a sua especialidade e...voltamos ao mesmo problema. É uma pescadinha de rabo na boca e não há volta a dar. Para piorar a situação as Universidades quase que obrigam os alunos a continuar para Mestrado, através de Mestrados Integrados, para manterem os alunos mais tempo no ensino e justificarem o número de docentes que têm. Ou será que tudo isto foi uma conspiração para chegar onde chegámos? Até parece!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5719522749011962180?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5719522749011962180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5719522749011962180&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5719522749011962180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5719522749011962180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/10/teoria-da-conspiracao-sobre-os-alunos.html' title='A Teoria da conspiração sobre os alunos das Universidades'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4427057240209869673</id><published>2010-10-02T11:03:00.004+01:00</published><updated>2010-10-02T11:35:57.737+01:00</updated><title type='text'>A crise é para todos?</title><content type='html'>Numa altura que se pode dizer que todos os funcionários públicos sofreram com esta crise mais que os do sector privado, não se ouve por parte dos dirigentes do sector privado qualquer simpatia para com esta situação. Mas quando se repôs a diferença do que os funcionários públicos tinham perdido durante anos nos seus salários há uns dois anos atrás com um aumento de 2,9%, quase que caía o Carmo e a Trindade. O aumento dos impostos que estão anunciados, o IVA, afecta todos mas principalmente os mais pobres e mais uma vez os que ganham mais em empresas privadas ou participadas pelo Estado, não serão afectados, porque para eles uns 5 cêntimos a mais numa carcaça de pão não lhes faz diferença. Nos bancos, salvos da crise com o dinheiro de todos nós, terão uns pequenos impostos, ainda não se sabe quanto, mas já veio dizer a Caixa que quem vai pagar são quem tem empréstimos, ou seja, as prestações da casa, por exemplo, que vai fazer mais falta a quem tem menores rendimentos. Por isso quando ouvimos os economistas clamarem por mais cortes na despesa e menos nos impostos, em quem é que eles estão a pensar? Nos utilizadores do Serviço Nacional de Saúde que serão prejudicados? Na Educação? O salário mínimo a 500 euros, que eles rejeitam, seria uma forma de evitar a rotura em muitas família que vão sofrer com os cortes já feitos, e aqueles por fazer, mas isso não lhes interessa. O que interessa são números. Não falam em quebrar o sigilo bancário e evitar desta forma a fuga ao fisco de muitos daqueles que têm uma dívida para com o País que os fez progredir. Quem mais critica não haver cortes na despesa pública não fala em fazer um levantamento dos bens visíveis de alguns que não têm aparentemente um salário para os possuir. Não falam dos subsídios que as suas empresas receberam e continuam a receber do Estado, em percentagens que rondam os 50% em medidas como o QREN, e que não se sabe onde gastam esse dinheiro. Não falam que a verdadeira razão que dizem para se cortar na Educação é porque os seus filhos estão em colégios particulares sem qualquer sacrifício (sim porque ainda há pais que mesmo sem recursos insistem em colocar lá os seus filhos) e  que não usam o Sistema Nacional de Saúde mas clínicas privadas (muitas subsidiadas pelo Estado e com médicos formados pelo Estado). Meus senhores, cortar no TGV é uma coisa que podemos ou não concordar sem qualquer hipocrisia. Mas exigir cortar no Estado Social porque não o usam é de uma hipocrisia atroz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4427057240209869673?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4427057240209869673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4427057240209869673&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4427057240209869673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4427057240209869673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/10/crise-e-para-todos.html' title='A crise é para todos?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7815874959164784301</id><published>2010-09-26T11:03:00.012+01:00</published><updated>2011-04-11T21:52:00.915+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orgânica Universitária'/><title type='text'>Fundação Lloyd Braga- que papel deve ter?</title><content type='html'>Muito se tem dito do que o empreendedorismo é ou deve ser nas instituições de ensino superior. Tal como as patentes e os prémios recebidos pelos professores nesta ou naquela conferência, serve como marketing da instituição. Quando mais tarde outros se referem à Universidade do Minho, dizem que tem um dinamismo muito grande pois tem inúmeras patentes, empresas spin-off, prémios em várias áreas. Mas quando se pensa no professor que está por detrás de tais feitos, com algumas excepções daqueles que se põem em bicos de pés, não se sabe quem são e se foram posteriormente apoiados nas ideias que tiveram que deram origem a estes "notáveis"feitos. Nesse aspecto a Universidade assemelha-se muito às multinacionais, onde todos são anónimos, mas ao menos as multinacionais têm resultados práticos porque apostam forte nas novas ideias e têm financiamento para as levar por diante. As Universidades bem se podem queixar de não o terem. Mas se o tivessem, investiriam por exemplo nas spin-off como o fazem Universidades estrangeiras, como no Reino Unido a de Cambridge e a de Leeds, para mencionar duas que conheço? Não sei se o fariam ou se alguma o faz. Temos o exemplo da UM que investe em vários organismos que supostamente deviam ser activas no empreendedorismo, como a Fundação Lloyd Braga, participada a 100% pela Universidade e não o fazem. Para que serve esta Fundação? A Tecminho faz o seu papel de interface, mas como a designação "interface" indica, o seu objectivo não é o de participar em empresas, sendo ela própria "uma espécie" de spin-off de serviços da UM. Resta portanto a Fundação, entidade que noutras Universidades serve precisamente para isso, participar em empresas spin-off da UM. Fica aqui a sugestão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7815874959164784301?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7815874959164784301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7815874959164784301&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7815874959164784301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7815874959164784301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/09/fundacao-lloyd-braga-que-papel-deve-ter.html' title='Fundação Lloyd Braga- que papel deve ter?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5181917919135279634</id><published>2010-09-15T17:29:00.005+01:00</published><updated>2011-04-10T22:57:37.611+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundação'/><title type='text'>Fundação</title><content type='html'>Circulou um e-mail do sr.Reitor, convidando os docentes a se pronunciarem sobre a possibilidade da Universidade do Minho passar a Fundação, matéria que estará a ser objecto de estudo por parte do Conselho Geral. Ora embora esta seja uma atitude saudável e de saúdar, é de questionar porquê que na altura das eleições para o Conselho Geral a lista que apoiava o actual reitor não colocou esta questão fundamental para a UM no seu programa eleitoral. Dessa forma teria muito mais legitimidade para avançar com esse projecto. Doutra forma, conhecendo a apatia geral dos docentes em alturas fora dos actos eleitorais, será pouco provável que haja uma participação activa suficiente para legitimar esta decisão tão importante para o futuro da UM.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5181917919135279634?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5181917919135279634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5181917919135279634&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5181917919135279634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5181917919135279634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/09/fundacao.html' title='Fundação'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-134404695735082129</id><published>2010-09-05T16:09:00.005+01:00</published><updated>2011-04-11T21:58:16.077+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cursos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolonha'/><title type='text'>Os cursos e os diplomas pós-Bolonha:a análise que se impõe</title><content type='html'>Consta que com o processo Bolonha as licenciaturas passaram a Mestrados Integrados nas Engenharias por um golpe de mágica. Por outro lado as licenciaturas de menos de 5 anos não são aceites como tal, sendo o mais recente caso o do Bastonário da Ordem dos Advogados recusar a estágio diplomados com o curso de Direito (menos de cinco anos). Os cursos são curtos, os alunos não têm mais classificações ao entrarem para o ensino superior do que tinham antes de Bolonha, por isso é normal que os empregadores desconfiem que os alunos não saiam com o mesmo grau de conhecimento. Mas e os Professores? Estão conscientes da diferença? As razões da implementação do processo de Bolonha foi para fornecer o mercado de trabalho com profissionais rapidamente e para que os cursos fossem todos equivalentes na Europa. São razões lógicas. Mas o resultado é esse? Os Professores fizeram essa transformação nos cursos? Consta que não. O que aconteceu, ao que parece, foi a adaptação dos cursos de 5 para 3 anos, fazendo um corte-e-cose e uma compactação. O ensino teórico foi ainda mais compactado (ou truncado), pelo facto de grande parte das disciplinas (UCs) serem de projectos interdisciplinares que exige dos alunos um trabalho prático em grupo com uma apresentação de um relatório. Aliás o ensino com avaliação em trabalhos de grupos tem vindo a substituir a avaliação com base em testes escritos individuais o que implica uma avaliação niveladora, isto porque se verifica que as classificações são para o grupo, e mesmo entre grupos é difícil distinguir na avaliação obtida uma distinção real. Raros são os alunos que reprovam neste tipo de avaliação o que torna o ensino superior mais permeável a alunos "espertos" ou "penduras". Não se julgue que isto só se aplica ao ensino do 1º ciclo ou licenciatura. Os programas do 2º ciclo, Mestrado, e os novos programas doutorais vão também no mesmo sentido. Estes últimos encurtaram por um ano o tempo para a investigação, preenchendo o primeiro ano com UCs daquilo que se costuma designar por "encher chouriços", tais como Metodologias de Investigação e outras que o aluno dispensa, pois é o seu supervisor que teria obrigação de lhe transmitir essas "metodologias", ou então também não serve como supervisor/orientador.&lt;br /&gt;O outro lado da moeda, que é positivo, é a prática que os alunos adquirem do trabalho em grupo e alguns também desenvolvem aptidões tais como a de” tomar a iniciativa”. &lt;br /&gt;O que precisamos de futuro é de olharmos menos para dentro e olharmos mais para fora, procurando junto do meio empresarial saber o que se espera dos licenciados. Quais os conhecimentos, quais os "skills" e o perfil do licenciado que se pretende. Devia-se fazer uma auto-análise a todos os cursos e melhorar os aspectos negativos, nomeadamente a avaliação.&lt;br /&gt;Seria ainda preciso a meu ver não só auscultar mas também transmitir aos empregadores e às Ordens o essencial sobre cursos que a Universidade fornece, para assim se evitarem mal-entendidos e para que os nossos alunos não enfrentem a desconfiança que paira na sociedade em geral sobre os cursos pós-Bolonha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-134404695735082129?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/134404695735082129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=134404695735082129&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/134404695735082129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/134404695735082129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/09/os-cursos-e-os-diplomas-pos-bolonha.html' title='Os cursos e os diplomas pós-Bolonha:a análise que se impõe'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3276484646425681562</id><published>2010-08-31T16:49:00.015+01:00</published><updated>2010-09-03T22:18:27.910+01:00</updated><title type='text'>Regras de Concurso para Professores na UM: 2- Parametros de avaliação com limites pré-definidos</title><content type='html'>Ainda sobre o Regulamento para o concurso para Professores Catedráticos, Associados e Auxiliares (ver última mensagem) verifica-se que a reitoria da UM estabelece limites aos parâmetros de avaliação que por exemplo o Instituto Superior Técnico não estabelece mas antes deixa ao critério das Unidades Orgânicas (ver &lt;a href="http://drh.ist.utl.pt/files/legislacao/Desp_13071_2010_RegGeralConcursosRecruta.pdf"&gt;DR de 12 de Agosto passado&lt;/a&gt;). No despacho do reitor que precede a proposta de regulamento sobre a avaliação dos Professores alega-se que esta proposta é efectuada de acordo com o artigo 37, alínea r) dos Estatutos da UM. Mas esta alínea não é clara no que respeita a esta matéria como se pode ver no seu enunciado: artº 37: Compete ao reitor..r) aprovar os regulamentos previstos na lei e nos estatutos, designadamente os regulamentos gerais em matéria pedagógica, sem prejuízo do poder regulamentar das unidades orgânicas no âmbito das suas competências próprias;&lt;br /&gt;Pergunta-se: os concursos para o quadro são regulamentos gerais em matéria pedagógica? Penso que seria esticar muito o conceito de matéria pedagógica. …&lt;br /&gt;Já me pronunciei sobre o risco de subjectividade na avaliação pedagógica na mensagem anterior. Sendo assim agora pergunto porquê esta preocupação da reitoria (ou Pró-reitoria) em estabelecer limites que as Escolas poderão considerar excessivamente amplos para a componente pedagógica? Será porque a matéria que a alínea r) do regulamento explicita é pedagógica? Não haverá uma alínea para a matéria científica? Penso que este regulamento foi posto à discussão pública para nos pronunciarmos sobre ele. Assim, fica aqui o meu "pronunciamento" de que há uma grande confusão de quem legisla sobre o quê na UM e sobre o grau de autonomia das Unidades Orgânicas e sub-orgânicas. A meu ver, é por aí que se deve começar antes de legislar!&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3276484646425681562?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3276484646425681562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3276484646425681562&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3276484646425681562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3276484646425681562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/08/regras-de-concurso-para-professores2.html' title='Regras de Concurso para Professores na UM: 2- Parametros de avaliação com limites pré-definidos'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4391452427422312160</id><published>2010-08-25T16:31:00.011+01:00</published><updated>2011-04-10T23:02:38.910+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><title type='text'>Regras de Concursos para Professores 1- Avaliação pedagógica vs científica</title><content type='html'>Recebemos por e-mail a proposta proveniente da reitoria sobre regras dos concurso para os Professores da UM. Sem fazer uma análisa em tempo de férias (ainda) há uma ou duas questões que me preocupam. Uma é a quase equivalência nos pesos da investigação científica e da componente pedagógica na avaliação a que são sujeitos os candidatos (entre 35 e 50% para o desempenho científico e 30 a 45% para a capacidade pedagógica). Se por um lado no passado os concursos davam um peso muito maior ao desempemnho científico, talvez até de mais, agora estão equiparados, como se a compensar a preponderância da componente científica do passado. Pior a emenda que o soneto, como se costuma dizer. Mesmo sem entrar pela discussão sobre o que é mais importante para a Universidade (e para o País), se uma Universidade de Investigação ("research University") ou uma Universidade de Ensino ("teaching University"), há outras razões relacionadas com o resultado do concurso em si; a mais evidente é aquela que diz respeito à avaliação em si, muito mais subjectiva no caso da avaliação pedagógica do que na componente científica, podendo levar a injustiças na ordenação dos candidatos. Afinal quem avalia um texto pedagógico? Um artigo numa revista internacional passa pelo crivo duma avaliação dum painel de revisores, uma Acta de conferência internacional, embora não tenha o mesmo grau de avaliação, também passa por uma comissão científica da conferência. Mas um texto pedagógico, qual a avaliação a que é sujeito? Qual o critério?  número de páginas? A apresentação? A originalidade? Quem o avalia, o próprio júri do concurso? São perguntas que penso que ninguém tem ainda uma resposta que satisfaça cabalmente aqueles que defendem que a avaliação científica deveria predominar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4391452427422312160?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4391452427422312160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4391452427422312160&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4391452427422312160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4391452427422312160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/08/regras-de-concursos-para-docentes-1.html' title='Regras de Concursos para Professores 1- Avaliação pedagógica vs científica'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5018180012726461637</id><published>2010-08-17T20:11:00.009+01:00</published><updated>2010-08-22T14:27:05.924+01:00</updated><title type='text'>Verão Quente e as causas dos incêndios: esqueceram-se dos eucaliptos?</title><content type='html'>Como vem acontecendo quase todos os anos, os incêndios devoram as florestas. O Verão mais quente 5ºC que o habitual não ajuda mas o que realmente não ajuda são as políticas para a floresta que prevaleceram neste País nas últimas décadas, com o predomínio do eucalipto e do pinheiro nas nossas florestas. Pergunta-se porquê que esta situação se perpetua? A meu ver será a indústria de pasta de celulose (papel) uma das grandes culpadas. São indústrias que dizem ser exportadores e contribuirem significativamente para o produto interno bruto e para as exportações portuguesas. Pois pode ser que sim, mas a que custo? Alguém pesou os prós e contras da existência, apoio e incentivos que se dá a esta indústria? Não e penso que a razão será política. Os nossos governantes acham que não há indústria que possa substituir esta que obtenha os mesmos índices de exportação. A indústria de celulose tem outros malefícios a começar pela poluição, visível na Ria de Aveiro, por exemplo, e o cheiro, que quem passa na autoestrada A1 perto de Cacia bem conhece. Quem lá vive parece que já nem cheira, por tal cheiro estar de tal maneira entranhado que nem o sentem. Além do mais as indústrias de celulose têm acesso aos subsídios do Estado como qualquer outra indústria. Esta despesa, de todos nós, também devia ser contabilizada e adicionada aos outros custos já mencionados. Sem falar nos efeitos que os eucaliptos têm nos solos e na fauna. No caso dos solos, todos conhecem a expressão que "é como o eucalipto, seca tudo á volta" quando alguém se quer referir a um indivíduo que é prejudicial ao bom ambiente social. No que respeita à fauna, dizem que nem os mosquitos lá param o que é natural pois o óleo de eucalipto é utilizado como repelente. E então, porque se fala em limpar matas e não se fala em "limpar" eucaliptos? Mesmo o "povo" que combate os incêndios não fala nos eucaliptos. Porquê? Talvez porque para muitos deles é o seu sustento pelo que não seria de esperar que se queixassem. Preferem queixar-se da estratégia de combate aos incêndios e dos próprios bombeiros do que dos eucaliptos. As suas casas estão muitas vezes rodeadas de eucaliptos mas as culpas são dos bombeiros que não chegaram a tempo! Se fosse por mim, quem devia atacar o fogo seriam as empresas de celulose! Era mais lógico.&lt;br /&gt;Os eucaliptos também servem de rastilho para que outras espécies autóctones também ardam, como se pôde ver no Soajo. Em vez de estabelecer um perímetro á volta do Parque da Peneda Gerês em que nemhuma espécie que arda, seja eucalipto, pinheiro ou outras espécies exóticas como as acácias e as mimosas, seja plantada, não! O que fazem? Deixam essas espécies e até madeira já cortada e pronta para ir para os madeireiros e as empresas de celuloses rodear o Parque e como muitos testemunharam, dentro do próprio Parque. Depois choram lágrimas de crocodilo que o único Parque Nacional já ardeu em 40%. Neste País, há gente com vontade de mudar este estado de coisas, mas essa gente desiste após deparar-se com a inércia e mesmo a oposição das autarquias, dos governos e dos próprios moradores. Para o Verão há mais do mesmo, podem ter a certeza, a não ser que alguém de cima implemente um verdadeiro ordenamento das florestas, incentivando a sério a plantação de espécies autóctones e limitando a zonas isoladas os eucaliptos, de forma que não possa haver propagação provocada pelo fogo dos eucaliptos a outras espécies e a zonas povoadas. Podia-se fazer o mesmo para os pinheiros, mas estes sempre existiram e não havia incêndios no tempo do rei D. Dinis, que se saiba, por isso desconfio que é a sua mistura com eucaliptos que provoca a sua ignição. Ou então...cimentem o País todo no local onde estão eucaliptos, pintem de verde, porque a diferença em termos da influência noutra flora e em relação à fauna seria o mesmo, o aspecto não seria pior e pelo menos não ardia de certeza!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5018180012726461637?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5018180012726461637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5018180012726461637&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5018180012726461637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5018180012726461637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/08/verao-quente-e-as-causas-dos-incendios.html' title='Verão Quente e as causas dos incêndios: esqueceram-se dos eucaliptos?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1690840077985398540</id><published>2010-08-15T12:39:00.017+01:00</published><updated>2010-08-17T14:05:13.480+01:00</updated><title type='text'>Crónica de viagem de férias-15 minutos que marcam</title><content type='html'>Todos os anos vou ao Algarve mas ao contrário de muitos portugueses só vou por 3 ou 4 dias, para dar uns mergulhos na água mais quente de Portugal e para rever amigos e familiares que por lá também andam. Já lá vão os tempos em que passava duas semanas de praia intensa, normalmente em Cabanas de Tavira. Gosto mais daquele lado do Algarve por ter a Ria Formosa pelo meio, o que nos obriga a atravessá-la de barco para chegar à costa, em si uma experiência agradável. Nos últimos anos alternei com a Manta Rota, para não perder tempo a atravessar a Ria e para não ter que esperar pelo barco. Embora esta praia seja também muito agradável com água a temperaturas muito confortáveis, a muita gente que lá vai, faz desta praia uma espécie de aglomerados de corpos dispostas entre as zonas concessionadas como se fossem sardinhas em lata. Claro está que eu ia para a periferia destas zonas mas mesmo assim tinha que colar-me aos guardas-sol num dos lados. Não sei como celebridades como o Passos Coelho escolhe esta praia para passar férias mas suponho que não terá que ir para a periferia das zonas não concessionadas para espetar a sua sombrinha ou guarda-sol.&lt;br /&gt;Este ano decidi voltar a atravessar a Ria, desta vez na Fuseta (ou Fuzeta) uma vez que a travessia é muito rápida e os barcos partem todos os 15 minutos e demoram também 15 minutos a atravessar a Ria. A praia, que eu não conhecia, é excelente e melhorou muito desde que as casas e barracos forma deitados a baixo pelo temporal e agora pelos bulldozers. Recomendo vivamente esta praia a quem não procure celebridades, porque não as há. Ora os 15 minutos fazem-me ainda lembrar o bocado das férias que se seguiu que era um viagem à Escócia, aproveitando umas milhas e fazendo as reservas em hotéis pela internet, portanto umas "self-catering holidays" duma semana.&lt;br /&gt;Acontece que os bilhetes foram marcados para Londres com mudança em aeroportos diferentes, Heathrow e Gatwick, para seguir para Edinburgo. O vôo chegou atrasado a Heathrow e o tranfer seria por nossa conta, tendo eu que adquirir os bilhetes num guiché da National Express, perdendo algum tempo para tal e correr para o autocarro que partia todos os 15 minutos. Claro que quando chegámos a Heathrow o check-in já tinha fechado há 15 minutos. Felizmente "deram-nos" bilhetes para o vôo seguinte.&lt;br /&gt;Sobre as férias não vou dizer muito somente referir que gostei bastante o suficiente para querer voltar. Além de Edinburgo ser um cidade espantosa, toda em pedra sem edifícios como as Amoreiras em Lisboa a estragar a fotografia, havia o "Fringe Festival de Edinburgo" que dá para todos os gostos (fomos só ver uma peça de teatro mas há quem vá todos os dias a mais que um espectáculo).O único senão é a multidão, muito como na Manta Rota, só que vestida e entalada numa Avenida conhecida pro Royal Mile, em vez de entalada entre zonas concessionadas de "Royal Sand" (único sítio onde se vê areia). Á volta partimos para Londres-Heathrow e chegámos atrasados 15 minutos. Foi o suficiente para perder o autocarro que nos levara a Gatwick porque mesmo com o bilhete pré-comprado obrigaram-me a ir para a fila comfirmar o lugar, quando não havia lugares marcados! O autocarro que apanhámos ia vazio o que significa que o exercício de marcar o lugar foi dispensável. Quando chegámos a Gatwick a mesma história: perdemos o avião, por 15 minutos (a funcionária disse que o check-in tinha fechado há 20 minutos, mas eu quero crer que sendo sexta feira 13, tinha sido mesmo há 15 minutos). Depois de muito argumentar, emitiram novos bilhetes para o dia seguinte, mas não deram voucher para o hotel argumentando que 3 horas é tempo suficiente para mudar de aeroporto. Gostaria que alguém da TAP fizesse o exercício de mudar de aeroporto nas circunstâncias que enfrentámos para provar que é possível. A propósito a TAP não permite fazer o check-in directo de Edinburgo para o Porto, porque não se responsabilizam da bagagem chegar a tempo na mudança de aeroporto! Mas para os passageiros já admitem que é perfeitamente possível. Façamos as contas: a viagem leva 1 hora e meia de autocarro; o check-in tem que ser pelo menos meia hora antes. Esperar pela mala, ir para a fila confirmar o bilhete, outra meia hora. Resta-nos meia hora de corrida entre terminais, isto se não houver atrasos nos aviões, o que no nosso caso aconteceu, tanto na ida como na vinda.&lt;br /&gt;Mas resta-nos a consolação que nos puseram sempre no voo seguinte, o que não me aconteceu quando viajei com a Easy-jet, pelo simples motivo que as low-cost estão sempre cheias. Dessa vez, em Junho, fiquei em terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1690840077985398540?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1690840077985398540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1690840077985398540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1690840077985398540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1690840077985398540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/08/cronica-de-viagem-de-ferias-15-minutos.html' title='Crónica de viagem de férias-15 minutos que marcam'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1411488016563793697</id><published>2010-07-25T08:45:00.015+01:00</published><updated>2011-04-10T22:58:30.781+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><title type='text'>Avaliação de docentes na Escola de Engenharia: recuo nos avaliadores e "ponderação" ao estilo de Bolonha</title><content type='html'>Após discussão em plenário e análise de propostas de alteração, a Escola de Engenharia propôs outro documento em que se nota que houve um recuo na divergência que havia com o documento geral de avaliação, o RAD-UM, que serviu de base à elaboração do RAD-EEUM, nomeadamente no que respeitava aos avaliadores. O bom senso prevaleceu e já não são os Directores de departamento que avaliam os docentes. Tal como já foi aqui escrito, seria também uma aberração em termos de ECDU, uma vez que os Directores de Departamentos, poderiam não ser da mesma área específica do avaliado e poderiam ter um grau inferior ao avaliado. Os avaliadores são agora, tal como estipula o documento de base, o RAD-UM, Professores catedráticos nomeados pela Comissão avaliadora. Espera-se que agora o documento seja rapidamente homologado, uma vez que não há discrepâncias de maior com o documento base, o que será positivo para os docentes que já estão há muito à espera da subida de escalão, congelada que foi durante anos pelo senhor Ministro da tutela. A nova condição para a mudança de escalão é que tenham excelente durante duas avaliações consecutivas ou quando somarem 9 pontos, que será na maior parte dos casos obtida em três avaliações consecutivas (antes a subida era automática). &lt;br /&gt;A ponderação também foi alterada em alguns critérios, sendo aqueles que provocaram mais discussão no plenário os que mais se alteraram. Assim, no que respeita ás publicações científicas, o número de autores tem mais peso na alteração da pontuação que antes, chegando aos 50% de ponderação para 4 autores o que estará mais de acordo com o que de facto acontece, uma vez que com mais de dois autores, um sendo o autor e o outro o "supervisor", o trabalho de todos dificilmente terá o mesmo grau de empenho e execução, para não falar de iniciativa e grau de dificuldade, que o trabalho de um só autor. Haverá sempre um grau de injustiça quando um autor trabalha mais que os outros e todos são contemplados da mesma forma, mas cabe ao autor principal evitar que isso aconteça, não recorrendo a terceiros que exijam que o seu nome faça parte da publicação. Cabe também ao supervisor não fazer esse exercício de trocar nomes entre equipas, só com o intuito de multiplicar o número de publicações. Essa prática tem vindo a ser mais comum nos últimos anos em grandes equipas, com a consequente inflação de publicações para alguns, que aparecem com centenas de publicações sem muitas vezes terem tido qualquer interferência no trabalho. Seria até mais justo que a ordenação dos autores pesasse na classificação final. Por exemplo, seguindo a norma instalada que o primeiro da lista de autores foi quem fez grande parte do trabalho e o último é o supervisor ou o "chefe" da equipa, o primeiro autor teria o uma ponderação de 50%, o último (supervisor que supostamente teve a ideia do trabalho e orientou) 25%, e os restantes 25% seriam divididos pelos restantes autores. Mas enfim, a proposta já é bastante mais justa do que anteriormente, e quanto mais "entropia" se mete no sistema mais complicado se torna, e isso também não ajuda nada à distinção entre quem realmente vale uma classificação de "excelente" e quem através de uma infinidade de critérios conseguiu lá chegar, sem realmente o merecer. Isto é o que acontece, após Bolonha, cada vez mais na avaliação dos alunos com a proliferação de trabalhos em detrimento de testes e exames. Há uma maior subjectividade na análise de trabalhos (dissertações) do que em testes e exames, disso não há dúvida, e com todas as componentes que constituem a avaliação, incluindo a autoavaliação dos alunos, a dissertação em si, a apresentação, "a presença em palco" e outras componentes que os docentes se lembrem de introduzir, acabam quase todos por ter a mesma nota. Na Avaliação dos docentes com tantas componentes pode acontecer o mesmo, com quase todos os docente nivelados (por cima ou por baixo, mas desconfio que será por cima). Por exemplo na componente de investigação há 15 possibilidades de pontuação, havendo mesmo equivalências estranhas, como a equiparação dum artigo  numa publicação internacional a um "artigo" numa publicação dum livro de Actas duma conferência internacional, desde que estejam ambas no ISI web of knowledge, como se um artigo que é examinado por vários "referees" ao pormenor se comparasse com uma apresentação numa conferência, transcrita para um livro da Actas, em que na maioria dos casos a Comissão Científica da conferência limita-se a verificar a relevãncia do "abstract" para o tema da conferência e a confirmar idoniedade dos autores. No caso dos docentes ainda há a possibilidade de alternativa de escolha na ponderação (ensino/investigação é a mais óbvia, sendo que o docente escolhe aquela que mais lhe convém), o que "corrige" desvios para classificações inferiores.&lt;br /&gt;Mas enfim, podemos dizer que o Ministro teve aquilo que merecia, ao retirar a subida de escalão automática de escalão por razões economicistas, pois quem faz a avaliação não está a pensar nesses termos, mas tão só em passar por mais esta burocracia sem fazer "muitas ondas".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1411488016563793697?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1411488016563793697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1411488016563793697&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1411488016563793697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1411488016563793697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/avaliacao-de-docentes-na-escola-de.html' title='Avaliação de docentes na Escola de Engenharia: recuo nos avaliadores e &quot;ponderação&quot; ao estilo de Bolonha'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6600735853710338907</id><published>2010-07-20T13:41:00.006+01:00</published><updated>2011-04-10T23:03:07.120+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><title type='text'>Plenário da Escola de Engenharia sobre Regulamento de Avaliação dos Docentes</title><content type='html'>Ontem, segunda-feira, houve um plenário para apresentação e colocação de questões sobre o RAD-EEUM, o regulamento da Escola de Engenharia para a Avaliação dos docentes. O documento é extenso e bastante completo no que respeita a fórmulas de cálculo e o tipo de produção científica, pedagógica e de extensão universitária, que poderá ser apresentada como currículo (curiosamente o único tipo de produção científica que não é considerado é a publicação em livros e revistas nacionais, o que diz muito sobre a nossa auto-estima). Pode-se dizer que quem fez o documento teve a preocupação da objectividade  e o resultado poderia ser realmente uma avaliação objectiva, uma vez que tudo tem uma classificação, desde o artigo numa revista internacional de grande prestígio à apresentação em conferências internacionais, desde que faça parte das Actas de conferência ( proceedings). O problema é que, segundo o que percebi quando coloquei uma questão sobre ponderação e um comentário sobre actas (proceedings), toda esta objectividade cai por terra quando se abre a malha e se permite que a ponderação seja à medida do freguês (em linguagem de merceeiro, já que as fórmulas também são de "papel e lápis"). Salvaguardando a minha possível má interpretação, percebi que o mais importante em todo este processo, não era avaliar rigorosamente o docente, mas antes avaliar a auto-avaliação do docente, que não é exactamente a mesma coisa. Assim, foi exemplificado que se um docente é mais forte numa determinada componente da avaliação, ele próprio confere a ponderação máxima a essa componente para assim obter a pontuação máxima. Por exemplo, a ponderação da componente científica vai de 20% a 60% e a componente pedagógica também vai de 20% a 60%. Um docente que tenha muitas aulas, tenha feito uns textos pedagógicos (ou copiado os antigos pois não há um controle em relação a isso) e tenha uma avaliação dos alunos muito positiva (poderá até ser por ter distribuído notas altas a todos antes de ser avaliado), mas não tem qualquer publicação científica em três anos e terá um ou dois proceedings e umas presenças em júris do 2º e 3º ciclo (até poderá ser por nomeação..), escolherá a ponderação 20% para a componente científica e 60% para a componente pedagógica. Outro docente que seguindo as regras actuais (e não as que são propostas pela Informática de equiparar alguns proceedings a publicações em revista internacionais) e tem vários artigos em revistas internacionais, deu as suas aulas que tem que tal como o colega do exemplo anterior, fez os apontamento tal como o colega, mas não relevou esta componente porque acredita que a excelência está na componente científica e não no que é pago para fazer (ensinar), porá a ênfase nesta componente atribuindo à componente científica 60% e à pedagógica 20%. Considerando que a outra componente de gestão e extensão universitária será equivalente para ambos os casos, e que seja relevante, podemos ter a mesma classificação de excelente para os dois casos.&lt;br /&gt;Mesmo considerando que a componente pedagógica é tão importante como a científica, só o facto de ela não poder ser objectivamente avaliada, pelas razões já apontadas (entre parêntesis), seria razão suficiente para não considerá-las da mesma forma. Outra razão seria a de que um docente é pago para dar aulas e pode passar uma carreira inteira, desde que tenha conseguido a nomeação definitiva, sem fazer qualquer investigação podendo mesmo não pôr os pés na Universidade indo para casa ou para outras actividades, logo após as aulas. No entanto pode por este processo de avaliação ter uma boa classificação, eventualmente excelente, e ultrapassar na promoção de escalões outros que fazendo investigação e dando aulas, não foram tão inventivos em relação à apresentação da componente pedagógica nem tiveram tantos lugares em júri atribuído pelo director de curso, por exemplo. &lt;br /&gt;Se a Escola de Engenharia pretende como foi apresentado no programa eleitoral ser uma das melhores do País, não pode seguir por esta via da Avaliação dos docentes, pela simples razão que está a retirar o incentivo à investigação científica e a pactuar com os que se refugiam em inúmeras tarefas ditas pedagógicas por não terem iniciativa nem capacidade para fazer investigação. Alguns destes estarão já em lugares que influenciam a decisão sobre o regulamento, deturpando todo o processo à nascença e conforme a sua medida. O facto da avaliação dos docentes da Escola ser proposta para ser efectuado pelos Directores dos Departamentos, fazendo tábua rasa do ECDU e do próprio regulamento geral da UM, o RAD-UM, que estipula que se siga a hierarquia e que sejam os mais graduados (neste caso os Professores  Catedráticos), a avaliar os outros, vai no mesmo sentido, e desconfio que foi proposto pelas mesmas pessoas que sugeriram que a componente pedagógica fosse tão relevante como a componente científica, porque quem fez as duas propostas, será sempre alguém que não segue o  ECDU, e muito provavelmente será alguém, que não sendo Professor Catedrático, ocupa um lugar relevante da orgânica da Escola. Os Professores Catedráticos devem ser avaliados tal como todos os outros, isso não está em causa. O que está em causa é que para todos os docentes, a avaliação deve ser feita por um especialista na matéria que tenha dado provas que o é, seja Catedrático ou não, e não por alguém que se limita a fazer as contas e a atribuir uma classificação segundo as fórmulas, mas alguém que entenda se uma revista científica é relevante, se uma acta (proceedings) é duma conferência de prestígio e se o assunto que o docente foca é relevante e está enquadrado na linha de investigação do Centro e na componente pedagógica saber avaliar se os textos pedagógicos são novos e de boa qualidade. Claro que as revistas e as conferências que aparecem no ISIS com um factor de impacto razoável, podem ser também “somadas” por quem se limita a fazer as contas. Mas mesmo assim há um factor de correcção, que deve ser atribuído pelo docente mais graduado nessa área. No caso da proposta da Escola de Engenharia, existe esse factor, que pode ser uma multiplicação por 1,15, mas também é atribuído pelo Director de Departamento!&lt;br /&gt;È compreensível que a classificação dos docentes não deve ser utilizada para penalizar os docentes na sua progressão pelos escalões remuneratórios e por isso compreende-se que se dê muita atenção à auto-avaliação feita pelo próprio. No entanto, o avaliador deve fazer o seu papel, tendo em conta não só a avaliação do candidato mas os seus próprios critérios. Senão a avaliação em vez de permitir que os docentes progridem, terá o efeito de quase todos serem excelentes e o resto muito-bons, como o era na classificação de funcionários antes do SIADAP. Se não há quotas como há para os funcionários, em que 5% podem ser excelentes, por exemplo, essas quotas aparecerão como consequência da contenção orçamental  que perdurará por muitos anos, e então não sei como se vai distinguir entre tantos excelentes, para saber quais serão os x% de excelentes que são super-excelentes!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6600735853710338907?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6600735853710338907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6600735853710338907&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6600735853710338907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6600735853710338907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/plenario-da-escola-de-engenharia-sobre.html' title='Plenário da Escola de Engenharia sobre Regulamento de Avaliação dos Docentes'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4957609809223427352</id><published>2010-07-19T13:37:00.006+01:00</published><updated>2010-07-19T14:48:58.949+01:00</updated><title type='text'>As SCUTS e o interior</title><content type='html'>As SCUTS foram inicialmente propostas, entre outras razões, como um incentivo para as empresas e populações se fixarem no interior do País. Mais tarde, ou em simultâneo, fizeram-se SCUTS que davam muito jeito às populações da costa. Agora quem mais se queixa são as populações da costa! Está-se a ver que não se pode neste País planear seja o que for com alguma lógica. E quando se planeia e executa já é tarde. Da população dos aldeias do interior pouco resta, estando a maioria da população mais jovem emigrada. As SCUTS que não vão em direcção a Espanha, por onde passa o tráfego internacional de mercadorias, têm um movimento muito reduzido precisamente porque passa por zonas escassamente povoadas. As suas populações viajam agora de companhia aéreas de "low-cost", para a Suiça, França, Luxemburgo e outros países onde estão emigrados, a preços que podem ficar abaixo de muitas portagens que estão planeadas para essas SCUTS. Que já vieram tarde e não vão cumprir o objectivo de povoar o interior é mais que certo. Mas enfim, pode-se aceitar que outras actividades como o turismo aumentará com estas vias de comunicação mais rápidas e que as SCUTS do interior já beneficiaram o desenvolvimento das cidades intermédias do interior, como se pode ver numa visita a Viseu, Vila Real ou mesmo Bragança que embora não esteja ainda completada, o que já está construído facilita muito o acesso.&lt;br /&gt;Mas pode-se por exemplo dizer que as cidades que beneficiaram de SCUTS no litoral beneficiaram da mesma forma? Penso que não, ao contrário, tornaram-se satélites das cidades donde originam as SCUTS, e algumas mais próximas mesmo dormitórios, como Vila do Conde em relação ao Porto. Por isso diria que a intenção original estava correcta: as SCUTS só faziam sentido para o desenvolvimento do interior, dando-se um prazo para esse desenvolvimento, que neste momento dado o período de crise, já não será suportável prolongar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4957609809223427352?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4957609809223427352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4957609809223427352&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4957609809223427352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4957609809223427352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/as-scuts-e-o-interior.html' title='As SCUTS e o interior'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5936260680266446748</id><published>2010-07-12T11:44:00.007+01:00</published><updated>2011-04-10T22:59:05.345+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><title type='text'>Avaliação dos Professores da Escola de Engenharia       1- Professores Catedráticos avaliados por Professores Associados e Auxiliares?</title><content type='html'>Numa primeira leitura do regulamento de Avaliação de Professores da Escola de Engenharia (EEUM), deparamos com uma filosofia que até parece revolucionária, de tão caricata que é. Diz o novo regulamento que considera o ECDU, mas adapta-o à orgânica da Escola de Engenharia, como se esta fosse diferente das outras Escolas, e entrega a avaliação ao Directores de Departamento, referindo , e cito "a centralidade que atribuiu aos Departamentos na gestão dos recursos materiais e humanos da EEUM" ! (artº32, nº1, do RAD-EEUM).&lt;br /&gt;Pergunta-se: que tem a gestão dos recursos a ver com a qualidade e principalmente com a avaliação da qualidade, seja dos materiais, seja dos Professores? Para que servem as orientações do ECDU, a hierarquização dos Professores em Catedráticos, Associados e Auxiliares? Numa estrutura em que os Directores de Departamento fossem todos Catedráticos, poderia eventualmente ser aceitável que fosse esse Professor o avaliador, embora em departamentos heterogéneos a tarefa devesse ser distribuída pelos Professores mais graduados de cada uma das áreas do departamento. No entanto, a maioria dos Departamentos está entregue a Professores Associados e alguns poderão ser entregues a Professores Auxiliares, pelo menos o regulamento da EEUM assim o permite (artº 37, nº2, do regulamento da EEUM). &lt;br /&gt;Qual a razão de entregar a avaliação dos Professores a um gestor (podemos considerar que um Director de Departamento é essencialmente isso)? Será porque o regulamento está feito de uma forma tão "métrica" que qualquer gestor pode fazer a grelha de avaliação, baseando-se nos índices e fórmulas para as várias componentes (científica, pedagógica, de gestão) que não precisa de ser um especialista? Bom, nesse caso, nos concursos para lugares do quadro , também poderemos ter um júri constituído por gestores! Não serão necessárias as regras do ECDU que estabelece que devem ser Professores de categoria superior à do candidato a fazerem parte do júri!&lt;br /&gt;E quem vai avaliar a avaliação que o Director de Departamento fez? Ficará tudo nas mãos deste gestor? Não será demasiado poder para alguém que não tem currículo que justifique tal encargo (supondo que não é um Professor que já passou pelas categoria daqueles que está a avaliar)?&lt;br /&gt;Enfim, ficam estas perguntas ao novo Presidente de Escola, que de novo não tem nada em relação aos do passado...é sempre o receio que lhes fuja algum controlo sobre a sua Unidade, ou sub-unidade, para outros que são imprevisíveis, os Professores Catedráticos. Afinal estes podem não obedecer à mesma lógica de seguidismo que os Directores de Departamento em relação ao Presidente da Escola.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5936260680266446748?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5936260680266446748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5936260680266446748&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5936260680266446748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5936260680266446748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/avaliacao-dos-prfessores-da-escola-de.html' title='Avaliação dos Professores da Escola de Engenharia       1- Professores Catedráticos avaliados por Professores Associados e Auxiliares?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3238566243546334488</id><published>2010-07-10T15:53:00.014+01:00</published><updated>2011-04-10T22:59:31.680+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><title type='text'>A Avaliação "objectiva" dos Professores Universitários</title><content type='html'>Com a entrada em vigor do novo ECDU, surge a avaliação dos docentes como processo de promoção na carreira, um pouco à semelhança do SIADAP para os funcionários públicos. Para os docentes este é um processo necessariamente mais complicado. Como propostas  à avaliação dos docentes temos desde o texto clássico apresentados pelas Universidades, como a UM, e já divulgado, em que se privilegiam as publicações (artigos científicos/papers) em revistas internacionais, até ao &lt;a href="http://forumsnesup.wordpress.com/2010/02/15/pensada-lei-pensada-malicia-a-proposito-das-avaliacoes-de-desempenho-a-docentes-do-ensino-superior-versao-definitiva-9/"&gt;texto&lt;/a&gt; de um catedrático da Universidade do Porto em que não considera as publicações e citações como sendo relevantes, sugerindo que são fruto do conhecimento pessoal ou profissional do autor por parte dos avaliadores. Entre estes dois extremos haverá uma posição de consenso que tomará em linha de conta as especificidades de cada Escola, como aliás é a intenção da reitoria ao circular o projecto de avaliação pelas várias Unidades e sub-unidades orgânicas. Mas se há aspectos que diferenciam as unidades orgânicas, havendo uma componente tecnológica nas Escolas de Engenharia e Ciências que se podem traduzir em patentes e protótipos, por exemplo, já nas Escolas das Ciências Humanas não será natural exigir esse tipo de produção científica aos seus docentes. Por outro lado, nas Humanidades será mais relevante a publicação de livros do que artigos científicos, poe exemplo.&lt;br /&gt;Já há uma experiência de décadas na avaliação de docentes em concursos para lugares do quadro. No entanto a nova realidade traz com ela novos desafios. Por exemplo, qual o peso de patentes em relação a artigos científicos no que respeita às áreas de Ciência e de Engenharia? Com a falta de experiência desta nova realidade, há quem meta no mesmo saco, patentes ainda não concedidas, só com o pedido registado, patentes nacionais e patentes internacionais, quando o grau de exigência e de impacto é muito diferente, tal como o é para os artigos científicos à espera de publicação, em revista nacionais, ou internacionais. E em áreas que estão muito em voga e que serão uma das apostas da reitoria da UM, que são as áreas criativas, como o Design, quais os critérios de avaliação? A componente numérica é fácil de contabilizar, como o número de teses orientadas, número de júris em que participou o candidato, número de comunicações em conferências internacionais e por último, número de artigos em revistas internacionais. Mas a componente do valor intrínseco das teses, comunicações e artigos em revistas internacionais? Como se avalia? E por quem? Não pode com certeza ser avaliado por alguém que não é da área, como por exemplo um engenheiro, como acontece actualmente na maior parte dos casos aos alunos dos cursos de licenciatura e Mestrado nestas áreas, por não quase não haver doutorados em Design (por Escolas de Design). Resumindo, a Avaliação serve para permitir que alguns sejam promovidos ao escalão superior e em determinados caso impedir a sua progressão ou mesmo excluir do ensino Universitário aqueles que ao entrar como Professor Auxiliar não cumprem os mínimos, mas deve servir também para tornar a Universidade melhor, com um melhor currículo e com melhor ensino. Se não for esse o resultado final, a avaliação não cumpriu os objectivos. Por isso sejamos objectivos com a avaliação, porque estará o "ranking" da universidade em jogo, e em última análise o grau de interesse que a Universidade exerce sobre alunos do ensino secundário candidatos ao ensino superior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3238566243546334488?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3238566243546334488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3238566243546334488&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3238566243546334488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3238566243546334488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/avaliacao-dos-professores.html' title='A Avaliação &quot;objectiva&quot; dos Professores Universitários'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3103251184094069738</id><published>2010-07-10T14:44:00.004+01:00</published><updated>2011-04-10T23:00:01.652+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avaliação docentes'/><title type='text'>A Avaliação dos professores</title><content type='html'>Com a entrada em vigor do novo ECDU, sure a avaliação dos docentes como processo de promoção na carreira, um pouco à semelhança do SIADAP para os funcionários públicos. Para os docentes este é um processo necessariamente masi complicado. Como proposta à avaliação dos docentes já resposta ou em vias de.., temos desde o texto clássico apresentado pela UM, e já divulgado, em que se previligiam as publicações (artigos científicos/papers) em revistas internacionais, até ao &lt;a href="http://forumsnesup.wordpress.com/2010/02/15/pensada-lei-pensada-malicia-a-proposito-das-avaliacoes-de-desempenho-a-docentes-do-ensino-superior-versao-definitiva-9/"&gt;texto&lt;/a&gt; de um catedrático da Universidade do Porto em que não considera as publicações e citações como sendo relevantes, sugerindo que são fruto do conhecimento pessoal ou profissional do autor por parte dos avaliadores. Entre estes dois extremos haverá uma posição de consenso que tomará em linha de conta as especificidades de cada Escola, como aliás é a intenção da reitoria ao circular o projecto de avaliação pelas várias Unidades e sub-unidades orgânicas. Mas se há aspectos que diferenciam as unidades orgânicas, havendo uma componente tecnológica nas Escolas de Engenharia e Ciências que se podem traduzir em patentes e protótipos, por exemplo, já nas Escolas das Ciências Humanas que não será natural exigir aos docentes das Escolas das Ciências Humanas. Nas Humanidades será mais relevante a publicação de livros em relaçaõ ao dos artigos científicos. Já há uma experiência de décadas na avaliação de docentes em concursos para lugares do quadro. No entanto a nova realidade traz com ela novos desafiis. Por exemplo, qual o peso de patentes em relação a artigos científicos no que respeita às áreas de Ciência e de Engenharia? Com a falta de experiência desta nova realidade, há quem meta no mesmo saco, patentes ainda não concedidas, so com o pedido registado, patentes nacionais epatentes internacionais, quando o grau de exig^ncia e de impacto é muito diferente, tal como o é para os artigos científicos à espera de publicação, em revista nacionais e internacionais. E em áreas que estão muito em voga e que serão uma das apostas da reitoria da UM, que sã as áreas criativas, como o Design, quais os critérios de avaliação? A componenete numérica é fácil de contabilizar (número de teses orientadas, numero de júris emq ue participou o candidato, número de comunicações em conferências internacionais e por último, número de artigos em revistas internacionais. Mas a componente do valor intrínseco das teses, comunicações e artigos ém revistas internacionais? Como se avalia? E por quem? Não pode com certeza ser avaliado por alguém que não é da área, como por exemplo um engenheiro, como acontece actualmentena maior parte dos casos aos alunos dos cursos de licenciatura e Mestrado nestas áreas, por não quase não haver doutorados em Design (por Escolas de Design). Resumindo, a Avalação para permitir que alguns sejam promovidos ao escalão superioe e em determinados caso impedir a sua progressão ou mesmo excluir do ensino Univbersitário quelles que ao entrar como Professor Auxiliar não cumprem os mínimos, mas deve servir também para tornar a Universidade melhor, com um melhor currículo e com melhor ensino. Se não for esse o objectivo final, a avaliação não cumpre os objectivos. Por isso sejamos objectivos com a avaliação porque  estará o "ranking" da universidade em jogo, e em última análise a attracção que a Universidade exerce sobre alunos do ensino secundário candidatos ao ensino superior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3103251184094069738?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3103251184094069738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3103251184094069738&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3103251184094069738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3103251184094069738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/avaliacao-dos-professores_10.html' title='A Avaliação dos professores'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4194802109462912253</id><published>2010-07-02T10:17:00.008+01:00</published><updated>2010-07-02T11:59:40.477+01:00</updated><title type='text'>As SCUTS e a ferrovia no Minho</title><content type='html'>Na continuação das mensagens anteriores sobre os SCUTS, e uma vez que o Governo e o PSD já estão a chegar a um compromisso, parece-me de inteira justiça o acordo que se adivinha:que todos paguem; haverá sempre alguém que arranjará uma razão para não pagar: ou porque são do interior, ou porque não há alternativas por estrada normal, ou porque os residentes são pobres, etc. Pegando neste último ponto: os residentes têm um rendimento médio abaixo da média nacional; Mas uma média implica que há uns que têm um rendimento acima e outro abaixo da média. Então destes quais são os que usam as SCUTS. Os mais pobres? Esses viajam para onde? E a gasolina, o desgaste do carro, e outras despesas de viagem, já podem pagar? Tenho a convicção que quem viaja distâncias longas em SCUTS, pode pagar tudo isto, não é pobre e pode também pagar as portagens. Aqueles que na realidade utilizam as auto-estradas ou SCUTS são as empresas e os viajantes que atravessam esses distritos. Quanto às empresas, serão principalmente empresas de tranportes com camiões TIR. Estas empresas que já tiveram tantas facilidades no passado (veja-se como cresceram como cogumelos…) é altura de pagarem os estragos que fizeram com os seus camiões no asfalto das SCUTS portuguesas. E muitas empresas são estrangeiras. Há sempre o argumento que se forem desviadas para as estradas normais estragarão estas estradas, mas não acredito que a maioria o faça pois com o tempo que perdem, não compensa. As empresas de transporte já foram beneficiadas pela política deste e dos anteriores governos de preferirem a autovia à ferrovia. É altura de inverter a situação.&lt;br /&gt;Porque não se fazem ferrovias? Suponho porque não são tão rentáveis. Mas então qual é o critério, a rentabilidade ou o serviço das populações? &lt;br /&gt;No distrito de Braga não há ligação entre várias cidades por ferrovia mas há por auto-estrada. Como por exemplo entre Braga e Guimarães e entre Braga e Esposende/Viana. Isto não é um contrasenso? Seria importante que o Governo ao cobrar nas SCUTS e nas auto-estradas, introduzisse a alternativa da ferrovia. Afinal Braga é a terceira ou quarta cidade do País, e merece o mesmo que outras cidades da mesma dimensão, como Coimbra por exemplo, que é uma cidade muito mais bem servida de ferrovia. Braga é uma cidade onde acaba a linha que vem do Porto, sem continuidade nem alternativa. É a dependencia total do Porto, como se o Norte fosse só o Porto.&lt;br /&gt;O mesmo se pode dizer de Guimarães.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4194802109462912253?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4194802109462912253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4194802109462912253&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4194802109462912253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4194802109462912253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/07/as-scuts-e-ferrovia-no-minho.html' title='As SCUTS e a ferrovia no Minho'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4350040245878457825</id><published>2010-06-26T09:46:00.004+01:00</published><updated>2010-06-26T10:12:24.559+01:00</updated><title type='text'>A UM, as SCUTS e O princípio dos residentes não pagadores</title><content type='html'>A proposta que agora está em cima da mesa para negociação entre partidos, propõe que os residentes nas áreas das SCUTS, ou que provem que façam o percurso regularmente, não paguem as portagens. Na sequência do meu &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/06/as-scuts-professores-e-vuvuzelas.html#links"&gt;comentário anterior&lt;/a&gt;, eu pergunto: e os utilizadores regulares e residentes na área das auto-estradas como a de Braga-Guimarães? Os alunos que estão a frequentar a UM e que precisam de se deslocar regularmente entre os dois pólos da UM situados nas duas cidades, os professores e funcionários, e os residentes de uma e outra cidade? Qual é a diferença em relação à auto-estrada Porto Viana? Afinal quem viajou nas estradas alternativas sabe que a estrada Braga-Guimarães não é melhor que a estrada Porto-Viana, e o trânsito também não é inferior.&lt;br /&gt;Não entendo como é que as forças vivas de ambas as cidades não se demonstraram com mais visibilidade na altura da construção da auto-estrada e como a Universidade e os seus utentes, estudantes e professores nomeadamente, não formaram uma destas comissões de utilizadores que já na altura eram notícia noutras SCUTS, como a do Oeste, por exemplo. Se formos a ver, o que se gasta nas viagens entre Braga e Guimarães pelos utilizadores regulares, utentes da UM e residentes numa das duas cidades, tal como para os utilizadores da SCUT Porto-Viana, no fim do mês também vai fazer mossa na bolsa dos estudantes, e/ou no salário dos pais deles, e no salários dos professores e outros utilizadores regulares.&lt;br /&gt;Talvez não seja tarde de mais e que a UM aproveite esta discussão em torno das SCUTS e se movimente, começando por uma intervenção pública dos órgãos de poder, o reitor ou o Presidente do Conselho Geral, para repor a justiça nesta questão das SCUTS e auto-estradas no que refere aos utilizadores da UM.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4350040245878457825?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4350040245878457825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4350040245878457825&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4350040245878457825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4350040245878457825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/06/um-as-scuts-e-o-principio-dos.html' title='A UM, as SCUTS e O princípio dos residentes não pagadores'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6549939900554057038</id><published>2010-06-14T11:56:00.005+01:00</published><updated>2010-06-17T08:31:48.025+01:00</updated><title type='text'>As SCUTS, professores e vuvuzelas</title><content type='html'>Debate-se neste momento o pagamento de portagens nas SCUTS. Tenho assistido aos movimentos que se opõem às portagens com a mesma atitude que assisti ao movimento dos professores do ensino secundário quando reclamavam o fim das avaliações. Com um sentimento de que neste País há a ideia generalizada que quem mais berra e quantos mais forem a berrar, maior possibilidade têm de sucesso. E não é que funciona? Pois se a avaliação é uma brincadeira comparado com o que estava previsto implementar pela ministra e as portagens no norte já não abrangem Viana do Castelo a Caminha e Viana do Castelo a Ponte de Lima!&lt;br /&gt;Mas mesmo assim, os professores querem mais, que não conte a avaliação feita o ano passado (que foi a mínima) para a nota deste ano e os movimentos das SCUTs ainda querem que Porto Viana do Castelo seja de graça...Quanto aos professores não digo nada porque nós no Superior estamos habituados a apanhar com tudo e mais alguma coisa e não nos pronunciamos com a mesma berraria, mas quanto aos senhores do Porto e de Viana, só lhes sugeria que olhassem um pouco para o lado e pensassem naqueles que fazem o percurso em auto-estrada Braga-Porto-Braga quase todos os dias, e Braga-Guimarães-Braga, neste caso para viajar entre os dois pólos da UM, que não duvido sejam a maioria dos utentes (é só ver na altura das férias académicas como diminui o &lt;br /&gt;tráfego nesta autoestrada).&lt;br /&gt;Já estou como aqueles que querem acabar com as vuvuzelas: acabem com esse ruído todo ou então distribuam as vossas vuvuzelas democraticamente, por todos os distritos e no caso do sindicato dos professores, distribuam por todas as carreiras, não se fiquem só pelo ensino secundário, abranjam também o ensino superior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6549939900554057038?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6549939900554057038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6549939900554057038&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6549939900554057038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6549939900554057038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/06/as-scuts-professores-e-vuvuzelas.html' title='As SCUTS, professores e vuvuzelas'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1773332541503635469</id><published>2010-06-05T17:54:00.008+01:00</published><updated>2011-04-10T23:01:10.883+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><title type='text'>O apoio ao empreendedorismo e o capital de risco: As Universidades são ouvidas?</title><content type='html'>Numa altura que muito se fala do empreendedorismo universitário, tem a UM uma novamente uma oportunidade histórica de se evidenciar nesta área. A UM foi das primeiras a fazê-lo nos anos 80 com empresas de informática e através da Tecminho nos anos 90, impulsionados por programas na altura pioneiros na UM, como o "Smart Tulip" da responsabilidade de Avelino Pinto com o apoio vice-reitor do pelouro na altura, Manuel Mota. Entretanto criou-se o Spin-Park, também muito pelo empenho dos mesmos, empresa capital semente com capitais de várias empresas Públicas entre elas a UM, inserida no AvePark, um parque de C&amp;T especialmente concebido para a instalação deste tipo de empresa. Mas para além desta fase inicial (semente), tardam a aparecer as empresas spin-off da UM na fase já de lançamento comercial. Qual a razão ou razões? A meu ver há uma responsabilidade das empresas de capital de risco em todo este processo "pós-semente" de lançamento de empresas spin-off, que não está a ser cumprido, nomeadamente por aquelas que têm como investidores o Estado, directamente ou por intermédio das empresas públicas e organismos públicos, que é o caso da Inov-capital, com sede no Porto. Se formos ver, o capital investido por esta entidade nos últimos anos em empresas spin-off é mínimo e então em empresas oriundas da UM é ínsignificante, considerando o seu capital social. Este tipo de organismos investem muitas vezes em empresas já maduras que supostamente terão menos risco. Mas para isso existem os bancos. Mesmo assim o investimente em grandes empresas não tem sido muito profícuo nos últimos tempos (veja-se o caso da Aerosoles). Porquê então este comportamento? Lançam-se planos de incentivo às empresas spin-off, do tipo do Finicia, e vai-se ver e nem uma empresa spin-off da UM consta da lista de apoio deste programa no que refere ao capital de risco.&lt;br /&gt;Os empreendedores desesperam pois investem do seu tempo e dinheiro e as empresas de capital de risco, fundadas pelos sucessivos governos, só mudam nos administradores que mudam consoante a sua cor política, o que também não deve ajudar muito ao bom funcionamento da instituição. A meu ver quem devia mudar regularmente seriam os técnicos que trabalham nestas instituições, porque são eles muitas vezes que decidem sobre o futuro das empresas participadas, e o poder de decisão está muitas vezes nas suas mãos e não com os administradores. É demasiado poder para técnicos assalariados por demasiado tempo! Este tipo de capital de risco, não sendo capital dos próprios, como no caso de "business angels", não tem consequência de maior para quem decide, ao invés dos casos em que são investidores particulares, sejam "business angels" ou familiares ou amigos dos empreendedores, a investir no negócio.&lt;br /&gt;Uma forma de de incentivar o empreendedorismo das Universidades (e Politécnicos)seria através da participação das Universidades na administração das empresas de capitais de risco com capitais públicos. Dessa forma ao menos haveria, em teoria, mais sensibilidade para o investimento em empresas spin-off oriundas de Universidades do que há de momento. &lt;br /&gt;A Universidade do Minho, pioneira no empreendedorismo, se conseguiu pela mão do actual reitor, através de "lobbying", cativar o Ministro da Ciência para inserir a UM no roteiro do programa MIT, também conseguirá influenciar o Ministro para esta problemática das capitais de risco. Mesmo não fazendo parte da sua tutela, se realmente o quisesse, o Ministro puxaria pelos galões e exigiria que de futuro as empresas de capital de risco com capitais públicos servissem mais o empreendedorismo proveniente do ensino superior e menos as grandes empresas já lançadas no mercado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1773332541503635469?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1773332541503635469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1773332541503635469&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1773332541503635469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1773332541503635469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/06/o-apoio-ao-empreendedorismo-e-o-capital.html' title='O apoio ao empreendedorismo e o capital de risco: As Universidades são ouvidas?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7162973605114345584</id><published>2010-05-30T09:19:00.014+01:00</published><updated>2011-06-19T10:27:34.660+01:00</updated><title type='text'>A propósito do Fórum UMinho:algumas medidas relacionadas com alunos</title><content type='html'>A propósito da primeira reunião do reitor com os alunos, designada por Fórum UMinho, para uma discussão sobre propinas, Bolonha, cursos pós-laborais e outros assuntos relacionados com os alunos, uma notícia no &lt;a href="http://www.correiodominho.com/cronicas.php?id=1696"&gt;CM&lt;/a&gt; critica a pouca afluência de alunos. Não analisa no entanto as causas. O Fórum a meu ver é uma boa ideia, mas os alunos devem ter percebido que seria mais uma informação por parte do reitor do que propriamente uma discussão donde sairiam resultados práticos. Ou dito doutra forma pelo blogue &lt;a href="http://universidadealternativa.blogspot.com/2010/05/cada-cavadela-cada-minhoca.html"&gt;Universidade Alternativa&lt;/a&gt;, uma campanha de propaganda por parte do reitor. O jornalista do CM também expressou uma opinião que parece tirada da frustração do reitor, o que indicaria que de facto haveria uma intenção de atingir o máximo número de alunos possível. Mas eu pergunto? Porque se sentiria o reitor tão incomodado pela pouca participação de alunos, quando não se sente incomodado de ter o apoio no Conselho Geral da maior parte dos alunos que são nomeados pela Associação Académica, quando a sua eleição resultou de uma percentagem de votantes de aproximadamente 3% do universo eleitoral? Os alunos têm sido determinantes na passagem de algumas das suas mais importantes medidas, tais como a aprovação dos estatutos dos Serviços Sociais (SASUM), que implicou um aumento orçamental muito por culpa da promoção dos directores a categorias superiores. Claro que se percebe a conivência entre a Associação Académica e os SASUM, sendo que grande parte do orçamento dos SASUM reverte para os alunos, nomeadamente as bolsas.&lt;br /&gt;Só se conquistarão os alunos para debates quando eles sentirem que estão representados nos vários órgãos da UM duma forma representativa e transparente, não por nomeação por parte da Associação Académica. Se em parte a culpa é deles por serem tão pouco militantes, isso é, mas que dá muito jeito á reitoria, isso dá, por isso vamos nos deixar de hipocrisias. Para acreditarmos na bondade destas iniciativas e para que muitos mais alunos se sintam motivados para participarem nelas, sugiro as seguinte medidas, que sendo dez, alguns podem chamar mandamentos (que não o são):&lt;br /&gt;1)Exija-se que os alunos representados nos vários órgãos não estejam ligados à Associação Académica, &lt;br /&gt;2)Faça-se uma divulgação junto dos alunos para as eleições dos vários órgãos, o que não foi feito da última vez&lt;br /&gt;3)Retire-se aos SASUM a atribuição de bolsas, remetendo este serviço para os serviços centrais (Ministério)&lt;br /&gt;4)Não se atribua verbas para as festas dos alunos (eles que angariem essas verbas, como fazem noutros países)&lt;br /&gt;5) Não tratem os alunos como crianças ou adolescentes, que é o que parece estar a acontecer com Bolonha, mas tratem-nos como adultos que o são (ou devem ser).&lt;br /&gt;4) Não incentivem a utilização de fardas, porque elas são caras e só servem para enaltecer a incompetência&lt;br /&gt;5) Deixem de misturar religião e ensino com a bênção das pastas (respeite-se quem é religioso mas não o façam ostensivamente, esquecendo aqueles que não o são).&lt;br /&gt;6) Reduzam as praxes a clubes, como fazem lá fora. Isto é: o clube dos montanhistas, por exemplo, terá a sua praxe, mas não obriguem toda a Academia a ter essa praxes. &lt;br /&gt;7) Retirem os carros dos alunos do campus e usem esse espaço para pôr relva e árvores para os alunos conviverem e terem um espaço agradável &lt;br /&gt;8)Criem um gabinete de desporto associado ao Senado, para que os SASUM não tenham esse monopólio sobre os alunos.&lt;br /&gt;9)Façam mais zonas de convívio entre estudantes, nomeadamente pós-graduados, e professores. &lt;br /&gt;e finalmente:&lt;br /&gt;10) Divulguem as notícias do Conselho Geral e do Senado que dizem respeito aos alunos em Fóruns do género do que deu origem a esta discussão, mas façam Fóruns que envolvam representantes das várias sensibilidades dentro da UM, para não cheirar a propaganda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7162973605114345584?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7162973605114345584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7162973605114345584&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7162973605114345584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7162973605114345584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/05/proposito-do-forum-um-alguma-medidas.html' title='A propósito do Fórum UMinho:algumas medidas relacionadas com alunos'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-1100384538919304084</id><published>2010-05-23T20:10:00.008+01:00</published><updated>2010-05-24T08:54:53.262+01:00</updated><title type='text'>O que mudou na UM com o RJIES?</title><content type='html'>O que mudou com o RJIES? Muito pouco. Só a forma como se chega ao topo é que mudou. Como diz o povo: Mudam as moscas...Senão vejamos. Independentemente do mérito das pessoas que ocupam os diversos cargos do topo, não se pode dizer que vieram da oposição ao anterior "regime". Poderiam ter ideias um pouco diferentes e personalidades diferentes dos que ocupavam os cargos anteriormente, mas na realidade a estrutura que impuseram, continua intacta. E tudo por um processo democrático recentemente instituído que é o RJIES. A democracia tem destas coisas , mas como refiro no fim deste texto, no Universo restrito duma universidade, a democracia não é assim tão livre de pressões como o é num Universo maior como o próprio País. Foi assim na reitoria e foi assim na maioria das Escolas. Houve na realidade casos em que o Presidente de Escola, como a de Engenharia, ocupou o cargo pela primeira vez mas escolheu para Presidente do Conselho Pedagógico alguém que já o ocupa há décadas. Sem dúvida por acordos pré-eleitorais com o "aparelho". Os Serviços que fazem a ponte entre os órgãos de governo da UM e o bem-estar dos docentes, funcionários e alunos, os SASUM, tiveram o seu administrador os seus directores reconduzidos e muitos foram promovidos a chefes de Divisão, sem haver sequer serviço que justificasse essa promoção, segundo o blogue "&lt;a href="http://www.umparatodos.com/index.php"&gt;UM para todos&lt;/a&gt;". O orçamento para estes gastos extra foi submetido pelo reitor, segundo as novas regras do RJIES tinha que ser, ao Conselho Geral e aprovado pela maioria que lhe está afecta. Outras promoções que seriam justas noutros serviços, ficarão à espera de "melhores dias". A crise não é para todos, bem se podem queixar os outros funcionários. Sim, mas queixar a quem? Ao seu representante no Conselho Geral? Um voto em 25? Ao seu sindicato? Sabemos como é inútil e entretanto, sem possibilidade de verem as suas justas aspirações contempladas, viram-se para o SIADAP. Mas como funcionou este processo no passado recente? Consta que em algumas Escolas a classificação de excelente que permite a promoção, foi quase todos para os dirigentes, técnicos superiores e chefes de serviços, quase todos eles afectos ao "aparelho" por via de anos e anos de promoções e concursos que se não foram manipulados foram pelo menos influenciados pelas ligações familiares ou de amizade do concorrente com o topo da hierarquia do passado. Sabemos que até alguns técnicos superiores são familiares de pessoas que estiveram no passado no topo da hierarquia. &lt;br /&gt;Posto isto, que podem os funcionários esperar? Diria que é melhor não terem muitas expectativas nos próximos anos. Só quando o "aparelho", dominado por docentes e por força do RJIES por alunos,  for substituído por outros docentes e alunos que nunca estiveram ligados ao "aparelho", uma vez que o número de funcionários nos vários órgãos é diminuto. Isso é possível? Só o tempo o dirá.&lt;br /&gt;Os  alunos também não mudaram. A Associação de estudantes, que penso se mantém inalterada desde a anterior reitoria, ocupou os lugares no Conselho Geral, por força da já endémica falta de participação nas eleições, por parte da maioria dos estudantes&lt;br /&gt;E os docentes? Felizmente os docentes têm um estatuto paralelo ao RJIES, o estatuto da carreira docente (ECDU) que exige nos concursos de promoção na carreira membros exteriores à Universidade onde se lecciona. Mas no que respeita aos órgãos de governo da UM os docentes e investigadores estão sujeitos á lógica do voto. E essa lógica adapta-se bem a um Universo amplo, como é o caso do País quando vai a votos, mas num meio mais pequeno, com um universo de votos pequeno, os votantes estão demasiado próximos dos seus governantes e são por eles influenciados quando pensam no seu próprio futuro, ao ponderarem em quem mais os pode ajudar ou prejudicar. É inevitável numa carreira tão vulnerável como a do Ensino Superior. Há factores que aparentemente não são relevantes ao futuro dos docentes, como a distribuição de serviço docente, mas com a instabilidade actual que o RJIES introduziu, cheio de definições ambíguas como o contrato por tempo indeterminado, que terminaria se for "extinto um serviço", os Professores Auxiliares, que são a maioria dos docentes, pressentem que este aspecto é fundamental para o seu futuro. Tanto neste como noutros aspectos o director do Departamento tem a palavra final, e segundo o RJIES, sendo um subalterno do Presidente de Escola, o Professor Auxiliar pressente que estará dependente indirectamente do Presidente de Escola também. São estas as perversões do RJIES, que foi pensado sem dúvida ccomo uma forma de renovar as Universidades mas que veio ironicamente aprofundar ainda mais as "ligações perigosas" entre governantes e governados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-1100384538919304084?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/1100384538919304084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=1100384538919304084&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1100384538919304084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/1100384538919304084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/05/o-que-mudou-na-um-com-o-rjies.html' title='O que mudou na UM com o RJIES?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7863079740738933232</id><published>2010-05-14T13:48:00.008+01:00</published><updated>2010-05-14T14:44:59.060+01:00</updated><title type='text'>Quem tem medo do Departamento de Engenharia Têxtil?</title><content type='html'>Recentemente, por ocasião da aprovação dos regulamentos dos Departamentos da Escola de Engenharia, foi rejeitada em Conselho de Escola a proposta do DET de abranger outros materiais fibrosos sem serem os materiais têxteis. Consta que um outro departamento duma outra área quer agora abranger exclusivamente também estes materiais fibrosos. Que queira fazer investigação em materiais fibrosos, tolera-se, embora estranha-se esta pretensão de quem nunca trabalhou com fibras. Agora que queira impedir outros que já fazem investigação em materiais fibrosos há muitos anos de o continuar a fazer, é que não seria tolerável num órgão que se pautaria pela independência em relação a "lobbies" deste ou daquele departamento, como é o caso do Conselho de Escola.&lt;br /&gt;Mas numa Escola em que a dimensão mediática de alguns, intimida, condicionando (por omissão) até o que vem nos regulamentos, como foi o caso de no regulamento da Escola não constar quaisquer condicionalismos ao que qualquer Centro queira decretar nos seus regulamentos (já mencionado &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/01/renovacao-adiada-1-os-centros-de-i.html#links"&gt;aqui&lt;/a&gt; neste blogue), não será de admirar que mais uma vez a vontade desses Centros mediáticos, passar a ser uma ordem para ser seguida pelos demais membros do Conselho.&lt;br /&gt;O Departamento de Engenharia Têxtil tem sido no passado o enteado dos Presidentes de Escola de Engenharia e dos Concelhos Científicos que por lá passaram: não foi incluído no curso de Engenharia de Materiais, retiraram-lhe espaços, puseram os seus docentes a trabalhar para outros departamentos em áreas que por vezes lhes eram totalmente estranhas, entre outras. A UM ignora também duma maneira geral o que de bom emana do Departamento/Centro: as suas patentes e spin-off's passam despercebidas pela propaganda que a UM faz regularmente nos seus boletins oficiosos de prémios e outros feitos alcançados por docentes dos vários departamentos (alguns aparecendo regularmente como se de génios se tratassem). Ora aqui há uma contradição, pois se o departamento não é reconhecido na Escola e Universidade como tendo uma actividade científica de mérito, muito embora tivesse tido a classificação de "excelente" pela FCT, porque é que alguns têm receio da concorrência na investigação de outros materiais fibrosos que não os têxteis, por parte do Departamento/Centro Têxtil? Sempre pensei que a concorrência seria saudável, mas pelos vistos alguns receiam-na.&lt;br /&gt;Não pretendo com isto defender o Departamento em geral, porque para isso existe um Director de Departamento e Centro que têm o dever de o fazer. O que eu acho é que alguns departamentos, e o de Engenharia Têxtil não é o único, como costuma dizer o povo, têm o osso, enquanto que outros, vá-se lá saber porquê, têm a carne. Já é assim há alguns anos na Escola de Engenharia e pelos vistos assim continuará por muitos anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7863079740738933232?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7863079740738933232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7863079740738933232&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7863079740738933232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7863079740738933232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/05/quem-tem-medo-do-departamento-de.html' title='Quem tem medo do Departamento de Engenharia Têxtil?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6274984322599454255</id><published>2010-05-10T09:56:00.003+01:00</published><updated>2010-05-10T10:23:52.617+01:00</updated><title type='text'>Plágio na UM</title><content type='html'>Pode-se ler no blog &lt;a href="http://um-novosdesafios.blogspot.com/2010/05/professora-acusada-de-plagio-pede.html"&gt;NDNR&lt;/a&gt; que a docente do Instituto Politécnico do Porto pediu a demissão do seu cargo após as notícias vindas a público sobre a sua tese de doutoramento, tirado na UM, que teria sido parcialmente obra de plágio de uma outra obra brasileira. Ao menos assumiu a postura correcta ao demitir-se, coisa que outros que estariam na mesma situação não o fizeram. Ou porque não foram descobertos ou porque teriam as costas quentes, protegidos por outros em cargos superiores. Mas analisando este caso, põe-se a questão se o curso em que a própria se inscreveu para doutoramento não será de futuro permeável a outras situações do género.  É isso que deve ser analisado pelos órgãos competentes da UM. O reitor diz que vai averiguar e tomar medidas. Quais? Não será um daqueles casos em que o tempo resolve tudo? O que é hoje notícia amanhã já está esquecido. Ora eu penso que se devem tomar medidas para que amanhã não voltemos na UM a ser notícia de novo, por isso averigúem as fragilidades do curso em questão, se há competências à altura do doutoramento em causa, nomeadamente por parte dos potenciais supervisores, porque são eles que serão a porta de entrada de muitos doutoramentos potencialmente "administrativos". Penso aliás que os programas doutorais ainda serão mais permeáveis a estes abusos e a sua aprovação terá que ser muito mais cuidada no futuro, nomeadamente no que respeita à avaliação das competências dos seus docentes para orientação de futuros candidatos. Há um grande número de pessoas nos politécnicos que não tendo doutoramento, com o actual regulamentos, RJIES e Estatuto da Carreira Docente, podem ser dispensados se não o fizerem dentro de um prazo muito curto. Por isso há que ter ainda mais cuidado, porque estaremos a formar outros docentes para o Ensino Superior e não devemos ser só um meio para esses docentes assegurarem o seu emprego ou a sua subida na carreira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6274984322599454255?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6274984322599454255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6274984322599454255&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6274984322599454255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6274984322599454255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/05/plagio-na-um.html' title='Plágio na UM'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4464866650278533297</id><published>2010-04-25T09:15:00.005+01:00</published><updated>2010-04-25T09:39:57.948+01:00</updated><title type='text'>O 25 de Abril e a discussão livre de ideias</title><content type='html'>Hoje é o dia 25 de Abril, data que comemora uma revolução em 1974. Já foi há tanto tempo que nos esquecemos dos ideais que nos trouxe como povo, e que nos colocou muito à frente de outros países democráticos nas ideias. O problema foi a prática, como muitos alertam. Mas ficando pelas ideias, havia uma frescura nas ideias que hoje não há. Havia um altruísmo que desapareceu; uma motivação para ajudar outros, como nas campanhas de alfabetização, que hoje está institucionalizada, sem gás. Havia uma vontade de ler que hoje desapareceu. Havia uma discussão saudável de ideias, necessária para limpar teias de aranha de um povo que esteve adormecido tantos anos, que se fazia sem complexos, pondo tudo em causa. Hoje não se discute nada, só se elogia ou só se deita abaixo, que é diferente.&lt;br /&gt;Cometeram-se erros, naturalmente. Não se fazendo nada, não se cometeriam erros. Mas estaríamos melhores? Não creio nem quase ninguém crê. No tempo do Salazar e depois do Marcelo Caetano, as pessoas esquecem que havia censura, não se podiam debater ideias livremente. Havia presos que o foram só pelas suas ideias políticas. Havia tortura desses presos. Havia perseguição a essas pessoas. Havia o degredo para alguns dos mais incómodos para muito longe (Tarrafal).&lt;br /&gt;Hoje mais que nunca devemos prometer a nós próprios, que dentro do nosso pequeno universo, seja o nosso local de trabalho ou o nosso grupo de colegas, nos vamos esforçar para que haja uma discussão livre de ideias, sob pena de estarmos a permitir um retrocesso naquilo que tão penosamente foi alcançado no dia 25 de Abril de 1974.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4464866650278533297?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4464866650278533297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4464866650278533297&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4464866650278533297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4464866650278533297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/04/o-25-de-abril-e-discussao-livre-de.html' title='O 25 de Abril e a discussão livre de ideias'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-244043665398283958</id><published>2010-04-14T18:23:00.006+01:00</published><updated>2010-04-14T19:32:47.711+01:00</updated><title type='text'>Serviços, instalações e prioridades em Azurém</title><content type='html'>Foi anunciado recentemente pelo Vice Reitor Vasco Teixeira o retorno de algum apoio do GAP em Azurém para candidaturas a projectos. O "Prálemd'Azurém" congratula-se com esta medida que vai inverter um pouco o êxodo dos vários serviços de Azurém nos últimos anos. Aquele que foi o mais marcante, pela negativa, foi o abandono dos Serviços Técnicos daquele que é o Pólo mais tecnológico da UM. Pergunta-se: para que servem tantos funcionários sentados nas suas secretárias em Gualtar quando grande parte do apoio técnico será em Azurém? Faz lembrar um pouco o que acontecia na Ministério da Agricultura não há muito tempo atrás, em que haviam mais funcionários administrativos no Ministério do que agricultores!  Porque se sub-contratam serviços básicos de "remendos" (canalizadores, trolhas) com tantos funcionários nos serviços? Quando é urgente, no caso duma fuga de água dum radiador, como já presenciei, é necessário recorrer ao que há à mão, no caso um trolha que estava a trabalhar no Departamento de Engenharia Civil! No edifício mais antigo, aqueles que trabalham em laboratórios sabem das dificuldades que enfrentam, quando querem ar comprimido, arranjo duma fuga de água ou transporte de equipamento, por exemplo. Duma maneira geral as instalações são velhas, precisam de apoio constante e algumas são de envergonhar qualquer responsável quando comparadas com outras instituições congéneres. As instalações tecnológicas mais recentes estão entregues a meia dúzia de departamentos, como por exemplo o Departamento e Centro de Polímeros, ou estão inseridas em instalações dos Centros Tecnlógicos (PIEP) em terrenos e infra-estruturas cedidas, pelo menos parcialmente, pela Universidade.  Seria justo que outros departamentos tivessem agora o mesmo tratamento. Num contexto de crise, fala-se muito em prioridades. Outros no passado já tiveram a sua prioridade. Não será tempo de abordar o investimento em infra-estruturas numa lógica de novas prioridades? Porque não se instala de raiz um laboratório de Nanomateriais por exemplo? Vai-se deixar que outros o façam? A ligação ao laboratório de Nanotecnologia de Braga só se fará se a UM mostrar que tem uma estrutura no seu seio que pode colaborar em pé de igualdade com este laboratório. Mas esse não seria a meu ver o objectivo principal dum laboratório de Nanomateriais, uma vez que prevê-se que se fará nesse laboratório mais investigação fundamental ligada à saúde do que I&amp;D com possibilidade de aplicação na nossa indústria ou mesmo na indústria europeia. Ou ainda, porque não se cria uma incubadora de empresas “spin-off” de base tecnológica? A proximidade com a instituição onde se encontram os investigadores seria uma grande vantagem. Veja-se o exemplo do Spin-Park que não consegue atrair as empresas spin-off da UM, mesmo estando a UM a uns escassos 10 Kilómetros aproximadamente. O facto é que se um investigador quiser ir à spin-off que criou perde uma manhã ou uma tarde, quando se fosse dentro do campus ia e vinha sem perturbar muito a sua vida profissional na Universidade.&lt;br /&gt;Resumindo, venha o GAP, venham os Serviços Técnicos, que ajuda muito, mas venham também os investimentos em novas infra-estruturas, seja com verbas do contrato confiança, seja com verbas do FEDER ou doutros programas de financiamento.  Os responsáveis pela instituição, O Conselho Geral e os Conselhos de Escola que trabalhem em conjunto com reitor e Presidentes de Escola, respectivamente, em soluções deste tipo (nanomateriais, incubadora de empresas…) para o futuro, porque tenho a certeza que motivariam uma boa parte da comunidade académica em Azurém a acompanhá-los.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-244043665398283958?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/244043665398283958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=244043665398283958&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/244043665398283958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/244043665398283958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/04/servicos-instalacoes-e-prioridades-em.html' title='Serviços, instalações e prioridades em Azurém'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-378703077022709327</id><published>2010-04-09T11:05:00.005+01:00</published><updated>2010-04-10T11:01:49.430+01:00</updated><title type='text'>O futuro do IPCA passa pela integração na UM?</title><content type='html'>&lt;a href="http://um-novosdesafios.blogspot.com/2010/04/margem-do-cg-algumas-notas-soltas-10.html"&gt;Numa referência ao IPCA&lt;/a&gt;, Instituto Politécnico do Cávado, por parte do Presidente do Conselho Geral da UM o engenheiro Braga de Cruz, foi dito que não teria futuro e sugerido que fosse integrado na UM como terceiro pólo. Penso que para esta instituição e para o seu futuro, não há nada pior que anunciar o seu hipotético fim.&lt;br /&gt;Não conheço a instituição e não conheço a sua génese, mas suponho que nasceu no período áureo da frequência de alunos no Ensino Superior Público, tal como muitos outros politécnicos e Universidades privadas. Estas, se têm dificuldades fecham, por seguirem uma lógica do lucro. As públicas, supõe-se que têm outra lógica e que é um serviço público, tal como outras instituições públicas o são. Pode haver uma reestruturação, sem dúvida que será necessária, mas não penso que terá um fim. Seria o primeiro caso de um politécnico a fechar as portas, que me lembre. Também penso que os sub-sistemas foram criados para serem diferentes, e é estranho que um Presidente de um Conselho Geral sugira anular essa diferença administrativamente integrando o IPCA na UM! Será mais importante a meu ver, arrumar a casa do que arranjar mais confusão. Já há áreas que se sobrepõem dentro da própria UM, por isso não temos necessidade de mais sobreposições de cursos que aconteceriam com a integração do IPCA. &lt;br /&gt;Quanto à existência de dois sub-sistemas, o Universitário e o do Politécnico, tenho consciência que Bolonha veio baralhar muito essa divisão, com as Universidades a leccionarem cursos de três anos que antes eram exclusivos dos Politécnicos. Mas daí a baralharem tudo e darem as cartas de novo, como se os cursos fossem iguais, penso que seria admitir o falhanço de Bolonha, porque essa não era a intenção de quem pensou em Bolonha, disso tenho a certeza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-378703077022709327?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/378703077022709327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=378703077022709327&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/378703077022709327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/378703077022709327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/04/o-futturo-do-ipca-passa-pela-integracao.html' title='O futuro do IPCA passa pela integração na UM?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4078690563367296088</id><published>2010-03-27T08:28:00.005Z</published><updated>2010-03-27T19:11:32.287Z</updated><title type='text'>Progamas Doutorais em Engenharia</title><content type='html'>Antes eram doutoramentos. Agora são programas doutorais. Diferenças que detectei entre um e outro, no caso do programa doutoral em Engenharia Têxtil:&lt;br /&gt;1)-Antes só se entrava em doutoramento com Mestrado e por sua vez no Mestrado só se entrava com 14 de média, ou currículo equivalente. Agora pode-se entrar com o Mestrado Integrado, que não é muito mais e ás vezes menos que a antiga licenciatura de 5 anos, com nota de 10 e/ou algum currículo. Portanto de uma assentada eliminou-se o Mestrado pelo meio e baixou-se a média para 10! Ao fim e ao cabo, significa que se pode chegar a doutor qualquer aluno que tenha sempre sido um aluno que conseguia os mínimos para passar ao longo de todo o seu percurso, desde o secundário ao Universitário.&lt;br /&gt;2)- O programa Doutoral tem 4 Opções no primeiro ano nas áreas de Tecnologias Complementares, com 140 horas cada uma e 5 ECTS. O que são? Têm nomes do género: Metodologias da investigação. Qual a necessidade de tantas horas de disciplinas que procuram ensinar ao aluno as competências que ele iria adquirir ao longo do seu doutoramento? A pesquisa ensina-se? Os professores dessas UCs que mais-valia conferem à pesquisa? &lt;br /&gt;Imagino que um aluno que entra para doutoramento não quer mais aulas de "encher". Muitos já vêm do Mestrado com a tese delineada e com a pesquisa iniciada. Tudo isto só faz sentido para os professores de cartilha mas não para investigadores. Estar-se a transformar o doutoramento que era uma tese de investigação num curso é, a meu ver, o caminho para retirar aquilo que de melhor havia nas Universidades, ao estilo anglo-saxónico, e introduzir mais matéria inerte, desnecessária e desmotivadora, muito ao estilo do continente europeu (a velha Europa). Se isto é Bolonha então prefiro Londres ou Nova Iorque, como quem diz, prefiro o ensino experimental ao napoleónico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4078690563367296088?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4078690563367296088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4078690563367296088&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4078690563367296088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4078690563367296088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/03/progamas-doutorais-em-engenharia.html' title='Progamas Doutorais em Engenharia'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-5000905146544267074</id><published>2010-03-21T12:56:00.008Z</published><updated>2010-03-21T13:56:43.434Z</updated><title type='text'>Vamos limpar Portugal                       1- Universidades</title><content type='html'>Ontem foi o dia da iniciativa"Vamos Limpar Portugal". Foi e é uma campanha meritória e original sem dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro outras campanhas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos yes-men&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos incompetentes&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos burocratas&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos arranjinhos&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos prémios&lt;br /&gt;Vamos limpar as UNiversidades...dos oportunistas&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos professores de gabinete&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos grupos de interesse&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos carros dos alunos no campus&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...das praxes no campus&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...do ensino Wikepediano&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...do ensino à distância&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidade....dos alunos permanentes&lt;br /&gt;Vamos limpas as Universidades...das disciplinas supérfluas&lt;br /&gt;Vamos limpar as Universidades...dos programas doutorais&lt;br /&gt;Vamos limpar Portugal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico à espera de mais sugestões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-5000905146544267074?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/5000905146544267074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=5000905146544267074&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5000905146544267074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/5000905146544267074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/03/vamos-limpar-portugal1-universidades.html' title='Vamos limpar Portugal                       1- Universidades'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-8384409281188440309</id><published>2010-03-14T19:28:00.003Z</published><updated>2010-03-14T20:54:14.945Z</updated><title type='text'>Avaliação intercalar</title><content type='html'>o ECDU sempre previu a avaliação, embora só para os concursos. No entanto entre concursos não havia avaliação e durante muito tempo os concursos estiveram praticamente congelados para muitos departamentos, o que significou que quase nenhuma avaliação, a não ser aquela referente às nomeações definitivas, foi efectuada. Agora que se instalou a avaliação intermédia (entre concursos), muitos se interrogam como será feita esta avaliação, havendo uma proposta já formulada na UM para regulamentar esta avaliação, estando esta a ser discutida pela Academia.&lt;br /&gt;Mais uma vez põe-se a questão do que deve ser avaliado e com que peso. No entanto não é discutido se esta avaliação vai fazer alguma diferença. Pessoalmente penso que só daqui a alguns anos fará alguma diferença, uma vez que a maioria dos professores estão no escalão máximo, devido ao tempo que passaram na mesma categoria. Pode afectar os Professores Auxiliares sem Nomeação Defnitiva. Sabemos no entanto que a  maioria dos Professores já tem a Nomeação Definitiva na maioria das Escolas.&lt;br /&gt;Se servir para alguma coisa será mais um treino para os Professores se prepararem para os concursos, um pouco como já se fazia com os relatórios de biénio que algumas Escolas, como a de Engenharia, faziam. Por isso a pergunta impõe-se: para quê tanto sururu em relação às Avaliações?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-8384409281188440309?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/8384409281188440309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=8384409281188440309&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8384409281188440309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8384409281188440309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/03/avaliacao-intercalar.html' title='Avaliação intercalar'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-8669786883956650894</id><published>2010-03-09T05:11:00.005Z</published><updated>2010-03-09T13:59:02.871Z</updated><title type='text'>Eleições para reitor e Presidentes de Escola: A lógica das facções nos Conselhos das Universidades</title><content type='html'>É sintomático que aqueles candidatos que não pertenciam ou não eram apoiados pelas facções que constituiram listas no Conselho Geral das Universidades tenham tido poucos ou nenhuns votos na sua candidatura para reitor. Aconteceu em várias Universidades e na nossa também. Aquela ideia idealista e até romântica por parte do Ministro de ter alguém vindo de qualquer parte do Mundo para ser reitor da UM, baseado no seu currículo, caiu por terra com a eleição sempre por esmagadora maioria dos candidatos da casa, e entre aqueles apoiados pela lista que ganhou as eleições para o Conselho Geral. Todo o espectáculo dos concursos internacionais foi um desperdício e perda de tempo para os candidatos que não sabiam ao que vinham. É desprestigiante para o Ministério e para o País. Quando é que nos deixamos destas coisas? De querer parecer mas não ser como aqueles que procuramos imitar, neste caso as Universidades anglo-saxónicas? Por muitas leis que se façam, caímos sempre naquela particularidade tão portuguesa, o compadrio.&lt;br /&gt;Os Conselhos de Escola que são a réplica do Conselho Geral seguem o mesmo padrão. É evidente que neste caso sendo candidatos internos sabem ao que vão, e quando alguém independente das lista representadas no Conselho se candidata, como foi o meu caso, é só para divulgar as suas ideias, sabendo perfeitamente que as lista votam disciplinadamente segundo a orientação dos seus cabeças de lista. Há quem não entenda isto, e só veja a lógica dos números. Alguém duvida que se o plebiscito fosse directamente efectuado por todos os membros da Universidade no caso do Conselho Geral e por todos os membros da Escola, no caso da Escola, o resultado seria muito diferente?&lt;br /&gt;Tal como no País, numa Universidade há poucas oportunidades para alguém que não esteja envolvido na lógica "partidária" divulgar as suas ideias. Uma candidatura individual é uma das formas de divulgar e discutir ideias, embora a participação de outros individuais seja muito pequena, por não haver uma organização "partidária", o que é sempre de lamentar.&lt;br /&gt;Com a miniaturização das Assembleias de Escola, com centenas de membros onde todos os doutores estavam representados, para Conselhos de Escola com 11 professores, a oportunidade para se discutirem ideias perde-se. Talvez o exercício em que me vi envolvido de apresentação de uma a candidatura e discussão dos seus princípios tenha sido o último debate institucional da Escola de Engenharia. Os próximos debates serão à porta fechada entre os membros do Conselho de Escola, somente 11 professores. É um adeus a uma era, que o anterior Presidente de Escola, actual reitor, já tinha referido na sua última sessão da Assembleia, com alguma premonição que na altura ninguém ligou mas que agora se percebe tão claramente. Vozes independentes que na Assembleia se pronunciavam e eram ouvidas, provocando o que de mais elementar há numa democracia, o debate, ficam arredadas para sempre dessa oportunidade.&lt;br /&gt;Restam a essas vozes esta forma de divulgarem as suas ideias, um blogue, que nunca substituirá o debate vivo mas que de alguma maneira compensará a sua frustração.&lt;br /&gt;Comigo funciona!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-8669786883956650894?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/8669786883956650894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=8669786883956650894&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8669786883956650894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/8669786883956650894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/03/eleicoes-para-reitor-e-presidentes-de.html' title='Eleições para reitor e Presidentes de Escola: A lógica das facções nos Conselhos das Universidades'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-3458894990148459444</id><published>2010-03-03T17:03:00.007Z</published><updated>2010-03-03T18:02:12.749Z</updated><title type='text'>Início de um novo mandato na Escola de Engenharia: o (des)equilíbrio forçado</title><content type='html'>Tomou hoje posse o novo Presidente da Escola de Engenharia. Ao contrário da maior parte das outras Escolas não foi eleito por unanimidade, mas sim por maioria, o que só abona a favor da democracia na Universidade e como já disse anteriormente, reforça a sua legitimidade no cargo. &lt;br /&gt;Na sua tomada de posse o reitor anunciou que as Escolas vão ter maior autonomia. Depreende-se daqui que a distribuição de verbas e de lugares do quadro pelos departamentos não são definidos pela Reitoria mas sim pela Presidência da Escola. &lt;br /&gt;Não serei o único a descortinar no Conselho de Escola uma representação de interesses muito díspares, como referi na minha candidatura. Os membros do Departamento de Informática , por exemplo, estarão à espera que o Presidente, em quem votaram, responda ás suas exigências de maior transparência na retribuição devida aos departamentos que mais verbas captam para a Universidade, leia-se maior proporcionalidade desta retribuição com o número de alunos e eventualmente com as "overheads" dos projectos. A retribuição será em termos de orçamento, de áreas ocupadas e de vagas de lugares do quadro. Não sei como o Presidente vai agir e que ponderação irá utilizar e como os outros departamentos irão reagir, mas ao agradar a uns, vai ter que enfrentar a crítica e a desmotivação de outros, muitas vezes  menos reivindicativos devido à sua menor dimensão e menor visibilidade. Veremos como percorrerá este longo caminho dos seus dois mandatos que pretende, sendo o primeiro de análise e o segundo de execução de um plano estratégico, com tantas contradições entre os membros das duas listas. Será um caminho longo e penoso que segundo o seu programam se inicia propriamente daqui a três anos, depois de executada a análise para o plano estratégico. Esperemos que não se fique pela análise após três anos, tendo sucumbido às contradições do órgão de que depende, o CE, que alguém já se referiu como sendo um "saco cheio de gatos", porque nessa altura haverá de novo eleições para o Conselho de Escola, e o senhor que se segue, se não for ele, não seguirá certamente o seu programa estratégico delineado durante os três anos do seu mandato. Seria tempo perdido e tempo é o que temos menos para desperdiçar, a julgar pelos desafios que temos pela frente. &lt;br /&gt;Para o ajudar tem o apoio de vários quadrantes da Universidade, sendo o mais óbvio a julgar pelos seus vices, o quadrante profundamente ligado ao passado da governação da Escola e da própria Universidade. &lt;br /&gt;Para já temos um mandato de três anos, que espero que ele exerça com firmeza e justiça, e com total independência em relação aos vários sectores que o apoiaram. Não se deve esquecer que tal como o Presidente da República em relação aos portugueses, ele deve ser o Presidente de todos os membros da Engenharia e não só daqueles que já andam nestas lides há muitos anos e que se servem dos Presidentes para continuar no topo da pirâmide.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-3458894990148459444?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/3458894990148459444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=3458894990148459444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3458894990148459444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/3458894990148459444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/03/inicio-de-um-novo-mandato-na-escola-de.html' title='Início de um novo mandato na Escola de Engenharia: o (des)equilíbrio forçado'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2941933720390120275</id><published>2010-03-02T09:52:00.006Z</published><updated>2010-03-02T10:12:35.967Z</updated><title type='text'>Os SASUM promovem a maquilhagem</title><content type='html'>Temos recentemente recebido e-mails do responsável pelos SASUM sobre alguns assuntos menos académicos, como por exemplo os malefícios da obesidade e a aprendizagem da maquilhagem. Até que são coisas interessantes para muitas pessoas e que regularmente vemos na TV a serem apresentados por especialistas na matéria. Aqui dentro dos Campi pelos vistos são as farmácias (ou parafarmácias) recentemente instaladas que são especialistas na matéria. Não estou a admirado com estas especialidades destes estabelecimentos. Não sabia era que fazia parte dos estatutos dos SASUM a promoção de negócios instalados nos campi. Talvez seja essa a razão da contratação de mais oito técnicos superiores, para que os SASUM se possam também dedicar a estes cuidados tão importantes para o corpo humano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2941933720390120275?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2941933720390120275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2941933720390120275&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2941933720390120275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2941933720390120275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/03/os-sasum-promovem-maquilhagem-e.html' title='Os SASUM promovem a maquilhagem'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-6443227162086461806</id><published>2010-03-02T09:45:00.002Z</published><updated>2010-03-02T09:48:46.050Z</updated><title type='text'>Novo Presidente na Escola de Engenharia</title><content type='html'>Foi eleito Paulo Pereira para Presidente da Escola de Engenharia, com 11 votos a favor e 3 votos em branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e-mail de felicitações enviado ontem para todo@eng.uminho.pt pelo candidato vencido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros colegas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho desta forma felicitar o Professor Paulo Pereira pela sua eleição para a Presidência da Escola de Engenharia.&lt;br /&gt;Como disse na altura a minha candidatura não era antagónica mas procurava abranger aspectos que não estavam claramente definidos na sua candidatura.&lt;br /&gt;Assim, espero que a minha candidatura tenha servido para esclarecer a sua candidatura e no futuro fortalecer o seu mandato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Académicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime I. N. Rocha Gomes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-6443227162086461806?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/6443227162086461806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=6443227162086461806&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6443227162086461806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/6443227162086461806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/03/novo-presidente-na-escola-de-engenharia.html' title='Novo Presidente na Escola de Engenharia'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4971818943849117647</id><published>2010-02-27T18:58:00.006Z</published><updated>2010-02-27T19:27:11.866Z</updated><title type='text'>Audições para a Presidência da Escola de Engenharia</title><content type='html'>Decorreu na última Quarta feira a audiência pública dos candidatos à Presidência. Dois candidatos, eu e o colega Paulo Pereira. Calhou-me ser o segundo a apresentar a minha candidatura. Tal como eu pretendia, foi um exercíciio interessante em que se apresentaram programas que não sendo alternativos focavam aspectos diferentes do futuro da Engenharia. Independentemente do resultado, dei o meu tempo por bem empregue, por expôr aquilo que eu penso serem aspectos menos claros que os novos estatutos nos legaram e possíveis contradições que as duas listas eleitas podem provocar numa governação de compromisso entre as pretensões de ambas as listas. Será algo que o Conselho de Escola tem que estar atento durante o mandato que se inicia, seja qual for o Presidente. Devo dizer que as perguntas do Conselho Geral foram muito pertinentes e que demonstram uma preocupação séria do que se adivinha que vem aí, seja com o contrato de confiança seja com o processo de Bolonha. Só não percebi as perguntas dos representantes dos investigadores e dos alunos, que pareciam mais preocupados com a sua situação profissional do que propriamente com aspectos que podem afligir os seus colegas. Talvez por inexperiência, estes membros do Conselho Geral não se apercebem que por muito que os candidatos a Presidente gostassem, não podem resolver problemas que são determinados por entidades externas. Por exemplo, a acreditação de um curso pela Ordem dos Engenheiros não depende do Presidente da Escola. A estabilidade de emprego dos bolseiros também não depende nem do Presidente nem sequer da Universidade: depende da política do Ministério. Mas à parte estas inconsistências, todo o processo foi muito gratificante. Independentemente do resultado, já valeu a pena concorrer e penso estarmos todos de parabéns, os candidatos a Presidente e o Conselho Geral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4971818943849117647?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4971818943849117647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4971818943849117647&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4971818943849117647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4971818943849117647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/02/audicoes-para-presidencia-da-escola-de.html' title='Audições para a Presidência da Escola de Engenharia'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4110227325599897756</id><published>2010-02-22T14:33:00.001Z</published><updated>2010-02-22T14:35:21.944Z</updated><title type='text'>Candidatura à Presidência da Escola de Engenharia</title><content type='html'>e-mail enviado hoje à lista todos@eng.uminho.pt:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros colegas membros da Escola da Engenharia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje foi aceite pela Comissão eleitoral a minha candidatura à Presidência da Escola de Engenharia.&lt;br /&gt;A minha candidatura é autónoma e independente de qualquer lista eleita para o Conselho de Escola.  Só por si este facto demonstra que as minhas intenções não transmitem ambições de grupos de interesses dentro da Engenharia e que o que me move é tão só o debate de ideias e a sugestão de caminhos a seguir, porventura alternativos aos de outras candidaturas. &lt;br /&gt;Não é uma candidatura contra ninguém, e muito menos contra o candidato da lista maioritária do Conselho de Escola, a quem saúdo, mas uma candidatura que pretende ser construtiva, pois sempre pensei que não é com monólogos que se alcançam as melhores soluções. A Engenharia enfrenta muitos desafios nos próximos anos e todos somos precisos para os enfrentar. &lt;br /&gt;Não acredito nas soluções dos mais poderosos, que tendem a solucionar as questões muito com o objectivo quase eleitoralista, em que se for necessário fazerem concessões para se manterem no poder, fá-las-ão. Acredito mais na confrontação de ideias e em soluções distintas para cada caso. Se não se puder a curto prazo ir para soluções distintas, então deve-se procurar proteger os mais fracos para manter uma qualidade mínima, ou seja, os departamentos mais pequenos não podem ser prejudicados pela lógica eleitoralista.&lt;br /&gt;Em breve divulgarei o meu programa, entretanto já entregue á Comissão Eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Académicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime Rocha Gomes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4110227325599897756?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4110227325599897756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4110227325599897756&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4110227325599897756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4110227325599897756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/02/candidatura-presidencia-da-escola-de.html' title='Candidatura à Presidência da Escola de Engenharia'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2143927778422422948</id><published>2010-02-19T17:50:00.005Z</published><updated>2010-02-19T19:17:16.671Z</updated><title type='text'>Contrato de confiança</title><content type='html'>Esta semana, no dia 17, foi o dia da Universidade e segundo &lt;a href="http://jornal.publico.clix.pt/noticia/17-02-2010/universidade-do-minho-vai-ter-novas--licenciaturas-e-cursos-de-posgraduacao-18813495.htm"&gt;relatos&lt;/a&gt; do que consistiram as comemorações, o Ministro já veio mais vezes à UM nos meses em que o novo reitor assumiu funções, do que durante o segundo mandato do anterior reitor. Um “contrato de confiança” foi assinado entre a tutela e a UM que pode permitir á UM ter uma situação financeira mais folgada do que nos últimos anos. Mais verba significa mais folga para promoções na carreira e melhores condições para a componente pedagógica, beneficiando professores e alunos. Estamos pois de parabéns e parece que a diplomacia funcionou melhor que a confrontação. No entanto há uma moeda de troca que consiste essencialmente na Universidade conseguir mais alunos e isso só é possível com alunos que não fazem parte do contingente vindo directamente do ensino secundário. É necessário recrutar alunos que estão fora do ensino normal ou que já o terminaram e querem regressar. Neste caso os cursos têm que forçosamente ser pós-laborais. É aqui que surgem as dúvidas; até que ponto se conseguem os alunos suficientes nestas condições. Para o departamento do qual faço parte, o departamento de engenharia têxtil, isto não é novidade e os professores e alunos, muitas vezes com sacrifício das suas vidas pessoais, conseguem atingir os mesmos níveis de sucesso que com os cursos diurnos.&lt;br /&gt;Mas este é um caso especial em que se trata de um departamento que de outra maneira não teria alunos, ou muito poucos, e por isso os docentes não pensam duas vezes. Mas outros departamentos em que os cursos diurnos estão cheios, qual é o incentivo para os docentes leccionarem em horários pós-laborais? Como será feito a escolha? Serão aqueles que têm menos força no departamento, ou por serem menos graduados ou por outras razões que infelizmente ainda existem na nossa sociedade, como o compadrio, que serão "enviados" para esse horário? Se isso acontecer, há dois factores que são de lamentar, a injustiça perante tal actuação, mas também quem sai prejudicado de tal situação, os alunos. São os alunos que não terão porventura professores provenientes de uma escolha equilibrada de professores, ou seja, professores mais experientes juntamente com outros mais jovens.  &lt;br /&gt;Não sei se alguma vez teremos esse problema, mas se o tivermos pelo menos significa que temos alunos neste regime e que o contrato de confiança se cumpre nos dois sentidos. As outras considerações, a seu tempo, terão que ser acauteladas porque o sucesso dos cursos pós-laborais depende da motivação dos docentes, e isso depende duma distribuição de serviço docente justa entre horários laborais e pós-laborais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2143927778422422948?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2143927778422422948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2143927778422422948&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2143927778422422948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2143927778422422948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/02/contrato-de-confianca.html' title='Contrato de confiança'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-2933465987246042180</id><published>2010-02-06T17:22:00.008Z</published><updated>2011-06-03T11:40:20.762+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='campus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alunos'/><title type='text'>O Macdonalds no Campus?</title><content type='html'>O que é que faz um Macdonald´s na Quinta dos Peões, aquele espaço que fica entre o campus de Gualtar e o INL-Instituto de Nanotecnologias? Ficando situado na Quinta dos Peões supõe-se que foi do conhecimento da UM a sua instalação naquele sítio já que a ocupação da Quinta dois Peões tem sido objecto de negociações entre o proprietário, Rodrigues Névoa, a Câmara e a UM (ver &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/01/quinta-dos-peoes-fechar-o-cerco-um.html#links"&gt;comentário &lt;/a&gt;sobre planos da UM para a "sua parte" da Quinta dos Peões) desde que foi vendido pelo Estado/Câmara a Rodrigues Névoa. Terá sido uma forma dos estudantes terem alternativa á cantina? Terá sido uma forma de mostrar a internacionalização da oferta gastronómica a visitantes da UM? Ou terá sido mais do interesse do Presidente da Autarquia no que respeita à sua predilecção por esta Multinacional como aliás também o fez mesmo no centro da cidade, num edifício alugado a um café e uma barbearia, que foi também "modernizado" desta forma (o que na altura também causou muita estranheza)?&lt;br /&gt;Suponho que esta predilecção do Sr. presidente da Câmara não será pelos hamburgers propriamente ditos...&lt;br /&gt;De qualquer forma, num lugar de ensino e investigação, onde o informal e o inconformismo dos estudantes devia ser a norma, temos uma cadeia Americana que alimenta gente muito jovem, normalmente acompanhada pelos pais, não propriamente o aluno típico da Universidade. Ou será que a Macdonalds pensou que os estudantes seriam a sua principal fonte de receitas? Nesse caso a negociata seria ainda mais óbvia entre o Presidente da Câmara e a cadeia Americana. Mas a localização da Macdonald's nas proximidades da UM não creio de facto que seja a razão do sucesso e das filas de carros que vemos a entrar e a sair do "drive-in". Seja ali ou noutro sítio as enchentes das famílias com filhos que têm que alimentar sem muito trabalho e despesa sucedem-se diariamente, e ainda por cima com o agrado dos jovens, independentemente de ser uma alimentação desaconselhada e conotada nos EUA como de "engorda pobres" (embora ainda com algum status aqui, vá-se lá saber porquê).&lt;br /&gt;Portanto, não será tempo da Reitoria incluir no pacote a negociar com Rodrigues Névoa e a Câmara ó Macdonald's "do Campus"? É que já chega da UM ser referenciada como aquele edifício grande ao pé do Macdonald's! Seria mais apropriado e digno ser referenciado como "aquele edifício grande com um espaço verde em frente a uma rotunda". Isto se não encherem aquele espaço com torres de um futuro Parque de Ciência e Tecnologia e sede da Associação de Estudantes, como já foi sugerido pelo reitor a um &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/01/quinta-dos-peoes-fechar-o-cerco-um.html#links"&gt;órgão de comunicação social&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-2933465987246042180?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/2933465987246042180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=2933465987246042180&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2933465987246042180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/2933465987246042180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/02/o-macdonalds-no-campus.html' title='O Macdonalds no Campus?'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-4872711348558586233</id><published>2010-02-03T18:53:00.011Z</published><updated>2010-02-03T21:57:03.965Z</updated><title type='text'>Os Estatutos dos Centros - o "case study" do CCTT</title><content type='html'>Já aqui foi comentada &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/01/renovacao-adiada-1-os-centros-de-i.html#links"&gt;a renovação adiada dos Centros de I&amp;D &lt;/a&gt;da Escola de Engenharia, muito devido ao facto dos estatutos da Escola não preverem o limite de mandato para o Director do Centro. Outro aspecto para o qual alertei para os estatutos da Escola de Engenharia foi a falta de linhas de orientação em relação aos Centros, o que poderia perverter a lógica subjacente aos Centros, que são constituídos por investigadores e nisso se diferenciam dos Departamentos, que são constituídos por docentes, e que poderia resultar que nos Centros de I&amp;D os direitos venham a ser diferentes para uns e outros, privilegiando os docentes. Como que a dar-me razão, o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil do qual faço parte, estipulou nos seus estatutos aprovados por maioria, tendo contra os votos dos investigadores como é óbvio e alguns docentes nos quais me incluo eu, uns estatutos em que distinguem os direitos dos docentes e dos investigadores. Como exemplo desta atitude premeditada pela actual Direcção, propôs e viu aprovada a constituição da Comissão Científica em que os docentes doutorados têm todos lugar e os investigadores são representados por um único colega, tendo-se ainda dividido os investigadores entre aqueles que têm um contrato de 5 anos e aqueles que têm um contrato de 1 ano, quando por exemplo no Conselho de Escola não há qualquer distinção entre docentes e investigadores, tenham mais ou menos de 5 anos de vínculo à UM, e no Conselho Científico a única diferença é entre os investigadores com 5 anos (investigadores auxiliares) e os que têm menos de cinco anos. Não se entende! Isto é, no órgão para o qual foram contratados, o Centro, não têm os mesmos direitos que os docentes, e nos órgão acima deste, ao qual respondem precisamente os Centros como unidades sub-orgânicas que são, os investigadores têm esses direitos. Espero que os colegas que me ouviram argumentar desta forma percebam duma vez por todas que o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil não é uma ilha, mas deve respeitar a lógica dos estatutos da Unidade orgânica a que pertence, ou seja a Escola de Engenharia.&lt;br /&gt;Não havendo consenso quanto a este assunto no Conselho de Escola de Engenharia, a Assessoria Jurídica da UM deve ser solicitada pela Escola a dar um parecer, sendo certo que a Escola de Engenharia não poderá, a meu ver, contemporizar com este tipo de atitude avulsa por parte duma sua sub-unidade orgânica. A meu ver este assunto deve até ser considerado como um "case study" pela Assessoria jurídica, uma vez que pode servir como precedente noutros Centros de I&amp;D.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-4872711348558586233?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/4872711348558586233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=4872711348558586233&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4872711348558586233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/4872711348558586233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/02/os-estatutos-dos-centros-o-case-study.html' title='Os Estatutos dos Centros - o &quot;case study&quot; do CCTT'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35697819.post-7254276294091338190</id><published>2010-01-31T13:58:00.011Z</published><updated>2010-02-01T18:13:08.670Z</updated><title type='text'>O Orçamento dos SASUM: uma ilha (da Madeira) na UM</title><content type='html'>Segundo &lt;a href="http://um-novosdesafios.blogspot.com/2010/01/margem-do-cg-algumas-notas-soltas-7.html"&gt;informação do blogue NDNR&lt;/a&gt;, que está presente no Conselho Geral com dois membros eleitos e pensa e muito bem que o que lá se passa deve ser acessível a toda a Academia, o orçamento dos SASUM foi aprovado no CG com a ajuda dos votos dos membros externos, com o argumento que os SASUM não podem ficar sem orçamento por muito mais tempo. Até parece que estamos a falar do orçamento do País em que o Governo também consegue os votos de outros partidos com o mesmo argumento. Mas uma coisa é o País outra coisa são os SASUM! Não caiamos no ridículo, senhores cooptados! &lt;br /&gt;É melhor aprovar um orçamento despesista, incluindo contratações de técnicos superiores numa altura em que o resto da UM aperta o cinto e as contratações estão há muito congeladas, ou reservar a sua aprovação a uma proposta mais consonante com o período que vivemos? Mais uma vez há uma analogia com o orçamento do País, que é o da Madeira, considerado escandaloso quando comparado com o dos Açores, mas que como tem à frente alguém muito influente e incómodo, o Alberto João Jardim, há muita pressão para a sua aprovação. Será que podemos supor que à escala da UM os SASUM são a Madeira da UM? Até parece, quando pensamos em quem está à frente destes serviços e na sua influência junto do anterior reitor e agora também parece que junto do actual reitor.&lt;br /&gt;Talvez tenha sido este o verdadeiro motivo da aprovação do orçamento, tal como o foi com a aprovação dos seus estatutos já com este Conselho Geral mas ainda com o anterior reitor, e referido &lt;a href="http://pralemdazurem.blogspot.com/2009/10/o-conselho-geral.html#links"&gt;aqui neste blogue&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35697819-7254276294091338190?l=pralemdazurem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/feeds/7254276294091338190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35697819&amp;postID=7254276294091338190&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7254276294091338190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35697819/posts/default/7254276294091338190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pralemdazurem.blogspot.com/2010/01/o-orcamento-dos-sasum-uma-ilha-da.html' title='O Orçamento dos SASUM: uma ilha (da Madeira) na UM'/><author><name>Jaime Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06170420137565718052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_UeKNFUhg3Ow/StyrDgXPGLI/AAAAAAAAAAw/owM_DJ__plg/S220/Graz-DSCF7108.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
